Acidente de moto em Campo Grande

Acidente de moto em Campo Grande
Como é depois dos 50 anos?

Fiquei em casa quieto 6 meses, pagando prestação da moto zero. Vendi a BMW Sertão, troquei por Honda Falcon 400 ano 2007, com 1 semana, de uso, troquei por Honda CB 300 ano 2009 e parei os passeios, tranquei os relatos de moto turismo, enfim, não viajei mais, a garupa guardou as roupas de viagem no fundo do alforje, financiamos um apartamento na Caixa Econômica Federal, casamos com uma prestação de R$ 1.700 + R$ 300 de condomínio + R$ 1.600 de IPTU + R$2.000 de cartório e passamos a andar a pé e ainda trocamos a BMW G650GS por uma Honda CB 300 ZERO com pinça de 2 pistões no freio ABS dianteiro e traseiro e  andar só no asfalto de Campo Grande. Olha a foto dela, branquinha, caída no asfalto na faixa de pedestre! Previsão de revisão dos 4.000 Km? Só com 9 meses (andando na cidade) ! Lavar a moto? 1 vez por mês. Comprei pra andar na cidade no lugar do ônibus, Dica de Moto Street! Economia de guerrilha! Muito bem! Fiquei em casa quieto. Sem acidente de moto!

Num sábado de manhã, depois de 7 meses com a moto, resolvi conhecer a loja Helmet de capacetes perto de casa, conhecer a loja de capacetes do Tiago Ferzeli. Subindo a Av. Zahran, sábado de manhã, sempre de calça jeans, nunca uso bermuda, sempre de luvas, saindo pra conhecer a Helmet, super loja de capacetes, resultado: um Corsa sem placa dianteira conseguiu enfiar a rabeta inteira da Honda CB300 entre a roda e o banco da garupa me jogando na faixa de pedestre porque parei no semáforo amarelo! E eu, só pude dar a cambalhota em câmara lenta em cima da minha idade cinquentenária, hehehe! Nem lembrava mais como  cair em acidente de moto!

Acidente de moto CB300R no semáforo da Av. Zahran em Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Pausa! Cedo, minha digna garupa que ficou em casa me disse: te amo, mais que tudo, vai dar um passeio, sai, vai rever os amigos, você precisa respirar, se reanimar, essas coisas. Sabe, aquele apoio moral estilo alvará de sábado? hehehe! Sol de Mato Grosso do Sul, lá fui eu levar uma cacetada na pista dupla e fechar o trânsito. O que a gente pensa na hora duma empurrada por trás de moto caindo de cambalhota por cima da faixa de pedestre? Você que etá lendo, pensa! Sábado, alegre, livre pra rodar, te derrubam com um empurram e você beija o asfalto na frente te de todo mundo nu cruzamento! Difícil pensar na hora de um acidente de moto quando lembra o que sua amada desejou um passeio feliz… Veio a vontade de chorar dentro do capacete, uma sensação de frustração, pra quem eu ia ligar? A canela doía, andava com dificuldade até a calçada! Não tenho parentes de Campo Grande! Pensa num acindente de moto sem parentes!!!

Cumprimentamos, piloto e motorista, ele estava desempregado, voltava da entrevista de emprego e tinha acabado de arrumar o para choque porque tinha batido em outro carro recentemente. E o acidente de moto com a Honda CB300 com apenas 3.000 Km rodados de cabeça pra baixo no asfalto ralada. Chamei o corretor de seguros que me acompanha há 5 anos. Franquia de R$ 2.000, não daria pra cobrir.  Passou uma motociclista Brazil Rider parou, ajudou e agilizou contato com o gestor de 2015 da irmandade Brazil Riders em Mato Grosso do Sul.

Enquanto isso, o motorista que causou o acidente ligou pro pastor da igreja dele e antes do Juizado de Trânsito esse pastou chegou e resolveu o B.O. do acidente de moto: Vamos resolver isso antes do Juizado sem motoclube e sem Juizado de Trânsito, topa? Quanto é o prejuízo: eu disse que a moto nova faria orçamento na concessionária Honda, gastando mão de obra pra arrumar enquanto ficaria a pé. Pastor acertou o orçamento, guinchou o Corsa, nosso irmão Brazil Rider chegou com a  carretinha, guinchou a moto e o sol continuou brilhando pra todos nós. Oficializamos o Boletim de ocorrência na viatura do Juizado de Trânsito e aqui estou cheio de hematomas do joelho pra baixo contando pra vocês que:

  • Por mais que faça sol, uso calça comprida;
  • mesmo que seja pertinho, uso luvas de couro;
  • sandália, chinelo, tênis aberto, nunca, sempre uso sapato fechado;
  • até pra ir perto de moto, aviso onde vou, nunca sabemos o que pode acontecer daqui a 5 minutos, porque não tenho parentes em Mato Grosso do Sul, nossa família são as pessoas que convivem no dia a dia, na família ou na irmandade, mesmo que virtualmente num smartphone ou num blog que você está lendo agora! Família é convivência. Parente distante, é saudade cada vez maior e menos presente que fica mais longe a cada semana, se você não regar essa planta, esse familiar, deixa de ser parente, some com o tempo!!! Dê valor a quem está por perto.

Gratidão aos que passaram na avenida, me viram e me ajudaram. Nem colete eu tinha. Motociclista não é feito só de colete, mas de irmandade e pele, sentimento, solidariedade, essas coisas, sabe…
Muita paz e tranquilidade o baiano do Corsa que teve a chance de ter um pastor ajudando por ele.

Moto Turismo no Brasil

Moto Turismo no Brasil é:

viajar de moto pilotando, guiando ou na garupa fotografando, filmando, relatando nas mídias, redes sociais, compartilhando a quem vai viajar de moto, oferecendo dicas de passeios, mostrando as melhores rotas, serras  e caminhos alternativos a quem vai curtir o Moto Turismo no Brasil. E por falar em curtir, nossa comunidades estão aí pra vocês curtirem e compartilharem suas viagens e relatos, enviar fotos e videos nas nossas comunidades de Moto Turismo no Brasil:

Tabela FIPE de motos

Tabela FIPE - Ferramenta para compra e venda de motosTabela FIPE de motos.
Ferramenta para compra e venda de motos.

Considerado um órgão importantíssimo, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) é responsável, entre outras coisas, para atuar como uma ferramenta de apoio institucional ao Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da renomada Universidade de São Paulo (USP).

Portanto, vamos apresentar a Tabela FIPE de motos que é uma das mais famosas ferramentas fornecidas por este órgão tão importante, que pode servir para ajudar na compra e também na venda de motos. usadas Vamos conhecê-la!

O que faz a FIPE?

Criada em 1973, a FIPE é um órgão que estuda fenômenos econômicos e também de ordem social, tomando sempre como base o instrumental teórico e também metodológico da Economia, tal como disciplina.

Por este motivo, sua Tabela FIPE de motos é uma das ferramentas mais utilizadas por quem deseja realizar boas compras e também boas vendas de veículos, como por exemplo, as motos usadas.

Como funciona a Tabela FIPE?

Por ser uma ferramenta altamente procurada pelos consumidores de todo o Brasil, a Tabela FIPE de motos é uma ferramenta que também permite que se possam verificar motos, entre outras coisas.

A verificação é feita de modo bem simples, bastando ao usuário acessar a Tabela FIPE de Motos inserir a tabela de referência, que pode a atual (mês atual), ou pode ser outra, como por exemplo, a do mês de janeiro de 2014.

Depois disto, o usuário insere o código FIPE, e depois a marca, o modelo e o ano de fabricação da moto desejada, para que seja realizada a pesquisa, que irá servir de base para que a compra ou a venda de motos usadas seja feita de modo prático e efetivo.

E como o site é extremamente completo, há ainda a possibilidade de fazer verificação de outros modelos, bem como de outras categorias, como carros, caminhões, entre outros.

Portanto, é correto afirmar que a Tabela FIPE de motos é realmente uma das mais importantes e efetivas da atualidade, especialmente para quem deseja realizar boas compras de motos, bem como realizar boas vendas de motos usadas também.

Portanto, se você ainda não conhece a Tabela FIPE de motos, procure acessar o site da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas para visualizar a ferramenta e começar agora mesmo a fazer as suas pesquisas.

Acessar a Tabela FIPE de Motos

 

Amor sobre duas rodas

Amor sobre duas rodas é …

uma pequena homenagem de garupas de vários pontos do país aos seus pilotos. Porque o nosso amor tem um “quê” a mais e tem uma “emoção” sempre à espreita. Porque o nosso amor é também um amor sobre duas rodas…

Feliz dia dos namorados, hoje em verde e amarelo!

De TÂNIA NACHIRO para MÁRIO Ávila( Campo Grande, MS)

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”

Tânia  Nachiro e Mario
Tânia Nachiro e Mario

 

De FABIANA DIAS  para
CARLOS WATANABE ( Campo Grande, MS)

Amor quero que saiba que você representa muito mais que um “NAMORIDO” na minha vida. Você além de meu esposo, é meu Melhor Amigo, Meu companheiro, Meu confidente, Meu Defensor, Meu Conselheiro, enfim você é Meu Tudo…

Fabiana Dias e Carlos Watanabe
Fabiana Dias e Carlos Watanabe

 

De VAL para JOÃO MORGADO ( Sinop, MT)

Amor gostaria de ter palavras para lhe agradecer os bons momentos que me proporciona em nossas viagem de moto…..Obrigada, João! De sua sempre garupa…Val
Val e João Morgado
Val e João Morgado

De  MARI para IVONEI SCHUTZ (Campo Grande, MS)

Ivonei, dia 12 de julho faremos 30 anos de casados. E toda vez que estamos por algum tempo separados meu coração dispara quando te vê! Como é bom conversar com você, viajar com você, dormir e acordar com você, fazer planos pro futuro…As vezes não fazer nada, só ficar ao seu lado, sem nenhuma palavra dita. Te amo, alma gêmea da minha alma.

Mari e Ivonei Schutz
Mari e Ivonei Schutz

De ESTELA HASHINOKUTI para
MARCELO XAVIER (Corumbá,MS)

“O melhor de estar na garupa da sua moto é poder estarmos bem juntinhos…um momento só nosso. Amo você!”

Estela Hashinokuti e Marcelo Xavier, em amor sobre duas rodas
Estela Hashinokuti e Marcelo Xavier

 De CARLA POMPEU para ALFREDO JAIME (Campo Grande,MS)

Amor… Você é a flor que perfuma e embeleza os vergéis da minha existência. Amo você. Carla Pompeu.
Carla Pompeu e Alfredo
Carla Pompeu e Alfredo

 

De SANDRA para REINALDO MAGALHÃES (Ipiaú, Ba)

Temos momentos de tensão, de chuva,de calor,alegria, liberdade sem regras… Os fatores compensadores são poder desfrutar da beleza dos lugares,comer e conhecer a comida típica local com a pessoa amada, vivenciar e dividir histórias.

Sandra e Reinaldo Magalhães
Sandra e Reinaldo Magalhães
De GUIOMAR para MARCOS MARTINS (Campo Grande, MS)
Marcos, quero te agradecer pela sua dedicação, pelo seu amor e por tudo que você representa em minha vida. Te Amo muito.
Guiomar e Marcos Martins
Guiomar e Marcos Martins
De DANIELA MORALLES para
FÁBIO AQUINO (Campo Grande, MS)
“O amor se renova quando o sonho de um se transforma em uma aventura compartilhada.” Daniela Moralles Santana e Fabio Aquino Santana juntos há 14 anos, casados há 9 e pais da pequena Alice! 
Daniela Moralles e Fábiob Aquino
Daniela Moralles e Fábiob Aquino

De DORA QUEIROZ para RICKÃO (Campo Grande, MS)

Amor não é apenas dizer eu te amo, não é status de relacionamento, não é apenas andar de mãos dadas e na garupa. O amor de verdade é querer estar junto, é ser único na vida de alguém, é amar e ser amado, é sorrir mais do que chorar, é amar as qualidades e os defeitos da pessoa, é voltar pra conversar depois de uma briga, não é algo que você escolhe sentir, simplesmente acontece, não é querer por apenas carência ou medo de ficar sozinho, o amor é mais que isso. É vontade de andar de mãos dadas durante o dia e de pés dados durante a noite, amar alguém é deixar fluir o sentimento e ser capaz de amar e amar simplesmente. Que a cada ano renove nosso amor e multiplique nossas alegrias, divida as tristezas, acrescente km de felicidades em nossas vidas. Eu amo ser sua garupa.

Dora Queiroz e Rickão Mototuristas
Dora Queiroz e Rickão Mototuristas
 
De VERA para VALTEMIR (Campo Grande, MS)
Meu namorado, meu amigo meu amor pra vida toda
Vera  e Valtemir Puttini
Vera e Valtemir Puttini

De  TÂNIA para MOTOTURISTAS (Campo Grande, MS)

E eis que chega mais um dia dos namorados. Lembrei-me ainda esta semana do primeiro presente que ganhei em comemoração a este dia: UM CAPACETE COR-DE-ROSA… Ali percebi que a nossa história seria longa. E não errei! O capacete representou quase que um passaporte para a vida ao teu lado. E eu o aceitei com muito prazer!

Contar aqui essa história seria  extenso, diria que daria um livro, mas esta não é a intenção, neste momento rs… Quero apenas nesta oportunidade, dizer que você é muito especial na minha vida e que o capacete é para mim um símbolo de toda a nossa história.

Relacionamentos, sejam eles quais forem, nem sempre são feitos apenas de risos. Mas quando existe amor, existem outros sentimentos que também acompanham este amor e que assim nos une cada vez mais à pessoa amada.
A cada viagem entrego a Deus e a ti a minha vida. E como sempre digo, para ser garupa é preciso gostar MUITO!
Te amo todos os dias! E amo ser sua garupa!

“O Amor… É difícil para os indecisos. É assustador para os medrosos. Avassalador para os apaixonados! Mas, os vencedores no amor são os fortes. Os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois, e nunca desistir da busca de ser feliz, é para poucos! ” (Autoria não identificada)

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Viagem de Moto ao Sul do Brasil

Viagem de Moto ao Sul do Brasil (primeiro de 3 relatos)

Chegamos da viagem de moto ao sul do Brasil. Cai uma forte chuva quando começo a escrever o novo post de Garupas e isso me dá inspiração. Afinal, foram 15 dias rodando e tenho algumas histórias para contar. Resolvi dividir em três etapas a contação dessas histórias e aventuras por três motivos. Primeiro para que o post não ficasse muito extenso. Segundo porque a primeira parte da viagem viajamos na agradável cia de um casal de novos amigos e viajar com outras pessoas é um pouco diferente. E isto me levou a algumas reflexões. E terceiro porque um dos lugares em que paramos já sem o casal de amigos foi muitíssimo especial e como lá estivemos pela primeira vez, quero dar um destaque a este momento da viagem de moto ao sul. 

Saímos de Mato Grosso do Sul, para a nossa viagem ao sul, em uma BMW Sertão 650 e uma Suzuki V-Strom 650, numa segunda-feira, dia 07 de abril juntamente com o casal Marcos Martins e Guiomar. Na primeira etapa da viagem até Laranjeiras do Sul,PR tudo transcorreu tranquilamente, sem imprevistos, sustos, chuva ou frio. Antes de chegarmos ao destino final do primeiro dia paramos no simpático portal da cidade de Marechal Rondon,PR. Digo simpático portal porque dele nunca passamos, nunca entramos na cidade e é a segunda vez que eu e Gargamel paramos no portal. Desta vez não só para fotos, mas para encontrar e conhecermos pessoalmente o colega motociclista “Elson Mototurista”. Ali ficamos por cerca de quarenta minutos ou pouco mais ouvindo algumas de suas histórias, aventuras e troca de informações que sempre rolam nesses encontros. Agradecemos ao mesmo por ter largado sua rotina e ido nos dar um abraço, dizer um olá e tirarmos algumas fotos. Dali, é claro, continuamos nossa viagem de moto ao sul do Brasil.

De lá então, rodamos mais um pouco até chegarmos em Laranjeiras do Sul onde nos aguardava o Luciano e sua bela família que tão bem e carinhosamente nos acomodou nesta noite. Teve bilhetinho de boas vindas e tudo, minha gente, deixado pela caçulinha do casal! As garupas ganharam até presentinho da anfitriã. Muito dez vocês de Laranjeiras do Sul! Gratos, de verdade! Os MotoTuristas sul-mato-grossensenses agradecem.

Curiosidades: Laranjeiras do Sul é um município do centro-sul do estado do Paraná, fica a 360 km de Curitiba e lá existe um campus da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), que aliás é o portal de uma das entradas da cidade. A população da cidade em 2010 era de aproximadamente 30.240 habitantes, maior parte localizada na zona urbana.

Dia seguinte, após um agradável café da manhã com nossos anfitriões, prosseguindo a nossa viagem de moto ao sul, pegamos a estrada e destaque para a parada do almoço na PR-280 em Palmas,PR no Parque Eólico de Palmas. A região faz divisa com o Estado de Santa Catarina e a usina eólica (que utiliza a força do vento) foi a primeira da região sul do país, com a inauguração em novembro de 1999. Vale a pena a parada pois são torres com altura de 44 metros e motores com diâmetros de 40 metros. Em 2009 quando passamos por lá e achei que aos redores do restaurante/lojinha (Casa do Turista) estava bem mais cuidado com flores da região. Agora “meteram” uma cerca de arame farpado e o pequeno jardim que desta vez achei mal cuidado ficou para dentro da cerca, não gostei! Mas reforço, vale a parada! 😉

Bem, o destino para pernoite neste dia seria Urubici, mas chegamos em Lages-SC já no escuro, com tempo fechado e muito cansados. Ao menos eu estava exausta! rsrs E a distância a ser rodada ainda seria de aproximadamente 130 km caso continuássemos.

Dia seguinte, continuando a viagem de moto ao sul, o destino foi Urubici-SC que está a 158 km da capital Florianópolis. Um município com uma área de 1.019 km2 de majestosas colinas, uma natureza de beleza estonteante. Chegamos a tempo de almoçar e pernoitamos na Pousada das Flores ( Av. Adolfo Konder, 2273), uma pequena pousada (capacidade 20 leitos) muito charmosa onde os quartos ao invés de numeração possuem nome de flores. O quarto onde ficamos foi o nome de uma das que mais gosto: Margarida. Vê-se decoração com motivos florais por todos os cantos do hotel, fronhas, lençóis, toalhas delicadamente bordados com flores. Anexados à pousada estão um restaurante, bistrô, pub, Ambiente familiar, comida deliciosa, grande variedade de vinhos! E foi no restaurante da pousada é que jantamos à luz de velas! Hehe

Em Urubici fomos ao Morro da Igreja onde só com autorização podemos subir, que você pega ali mesmo na cidade, no ICMBIO na sede do Parque Nacional de São Joaquim, na Av. Felicíssimo Rodrigues Sobrinho, 1542 – Bairro Esquina em horário comercial. Na verdade o Morro da Igreja pertence ao Parque Nacional de São Joaquim localizado na divisa entre os municípios de Bom Jardim da Serra, Orleans e Urubici. A subida do morro é belíssima e ao final tem-se a vista da Pedra Furada. Você tem a sensação de estar no céu! Muito lindo! O acesso é feito pela rodovia SC-439 e depois por uma estrada que leva ao topo do morro. Segundo pesquisas, descobri que o Morro da Igreja é considerado o ponto habitado mais alto da Região Sul do Brasil. O seu cume é o terceiro mais alto de SC e o quinto da região Sul. Urubici, conhecida como terra das hortaliças é o maior produtor catarinense de hortaliças, mas foram as plantações de maçãs que me encataram. Por onde vai passando vê-se as macieiras, que são pequenas árvores, parecendo árvore de natal com bolas vermelhas kkk. Coisas que só uma viagem de moto ao sul te proporciona!

E foi justamente nesta viagem de moto ao sul do Brasil, que na descida do Morro da Igreja (onde o freio da BMW G650GS pifou! rs) visitamos a primeira plantação de maçãs. ( Ahhh, viagem de moto ao sul… ) Eu gosto muito de maçã, mas comida assim diretamente do pé, mesmo cheio de agrotóxicos kkk é uma sensação indescritível!!! Confissão: fizemos isso duas vezes na mesma tarde, uma com autorização (onde o dono da plantação nos acompanhou) e outra com tentativa de solicitação de autorização… kkk Bem que tentamos…

Na viagem de moto ao sul, de Urubici partimos no dia 10 de abril, quinta-feira, para a meca do motoclismo como dizem alguns: A bela e estonteante, delineadamente curvilínea SRR, a famosa Serra do Rio do Rastro. Não estava frio, tempo bom e sem chuva descemos a Serra. Algumas paradinhas para foto e foi tudo perfeito! E desta vez sem tombo! Foi lá meu primeiro tombo de moto (parada rs). A Serra do Rio do Rastro está localizada no município de Lauro Müller e se você for por estas bandas não deixe de conhecer.

Viagem de moto ao sul do Brasil até Urubici, SC
Viagem de moto ao sul do Brasil

Não posso deixar de citar que nesta viagem de moto ao sul, antes da Serra, paramos em Bom Jardim da Serra, em uma cachoeira, de fácil acesso às margens da estrada, conhecida como Cachoeira da Barrinha. Um lugar muito bonito, onde descemos para tocar nas águas tão cristalinas. Na próxima vez que passarmos por lá quero conhecer o castelo de Lauro Muller, localizado no centro da cidade. O castelo pintado de amarelo data de 1919 e  foi construído por Henrique Lage em homenagem a Gabriela Benzanzoni uma cantora italiana de ópera com quem se casou. Que poder essa tal de Gabriela hein! rsrsrs (Viagem de moto ao sul é cultura!)

Viagem de moto ao sul do Brasil até Bom Jardim da Serra, SC
MotoTurista descansa e repõe as anergias contemplando a natureza

Da Serra do Rio do Rastro, só paramos (azuis de fome) em Orleans, onde antes de despedirmo-nos fomos ao simpático Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, segundo informações locais, único a céu aberto na América Latina. Um local muito pitoresco onde divertimo-nos muito atravessando o laguinho de balsa puxada praticamente sozinha pela querida Guiomar. O Museu conta a história da vida e colonização da cidade, mas que nos remete ao passado de nossos avós e até mesmo de nossas infâncias com certos objetos, utensílios, e para quem gosta de História, museu, cultura em geral, vale a pena a visitação. Valor do ingresso, bem acessível.

E deste ponto em diante cada casal seguiu a sua viagem de moto sul. Nós fomos para o litoral e o casal de amigos para as belezas do Rio Grande do Sul, que pouco ou quase nada conheço. Aproveito a oportunidade e agradeço ao casal Marcos e Guiomar pela companhia nesses dias. São gente boníssima! Viajar com outras pessoas requer outras posturas, pois algumas coisas precisam ser previamente combinadas, em alguns momentos de cansaço físico como é comum em viagens de moto é necessário mais do que nunca o espírito colaborativo, paciência muitas vezes, compreensão, implica em ter que voltar quando o outro não aparece na pista, é administrar  e minimizar as diferenças e saber ressaltar as semelhanças… Afinal, são 4 pessoas que embora com interesses em comum são pessoas de ritmos diversos, gostos nem sempre comuns, o modus operandi para consertar capacete de garupa são diversos kkk. Mas no final, meu balanço foi positivo. Fora a chegada em Lages que o Marcos quase matou as garupas pelo ritmo que impôs (kkk brincadeira Marcos) mas no final deu tudo certo e todos curtimos e compartilhamos momentos  certamente inesquecíveis. Valeu e até a próxima se Deus quiser! 

Viagem de moto ao sul do Brasil, neve na pista em Urubici, SC
Ainda bem que o gelo não encontramos

E assim, conforme disse no início do post, este foi o post número 1 dos 3 que hei de publicar, contando sobre a nossa viagem de moto ao sul do Brasil. A chuva continua a me inspirar e enquanto vocês lêem o primeiro post e curtem as fotos desta primeira parte da viagem, começo a esboçar a segunda parte dos relatos da viagem de moto ao sul, cujo post hei de deter-me em um lugar para lá de especial. Aguardem!

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DVD Long Way Round

 Em abril de 2004, Ewan McGregor e Charley Boorman, que conheceu na filmagem de The Serpent's Kiss, os atores de Moulin Rouge, o junky de Trainspotting, ou o Obi-Wan Kenobi de A Guerra das Estrelas partiram de Londres em duas BMW para uma viagem de 30.000 km até Nova Iorque. 
A conversa começou em volta de uma Moto Guzzi que Ewan tinha, os dois amigos atravessaram águas geladas na Sibéria, foram seguidos por paparazzi no Cazaquistão, acompanhados por homens armados na Ucrânia e assediados pela Polícia, mas descobriram a hospitalidade dos povos de algumas das mais isoladas regiões da África d dos dois desertos. Em 15 semanas, percorreram as estradas da Europa, Ucrânia, Cazaquistão, Mongólia, Sibéria e Rússia, atravessando o Pacífico até ao Alasca, e desceram do Canadá até os Estados Unidos. Atravessaram 19 zonas de fuso horário, em 3 continentes e dois desertos. Diariamente, percorriam distâncias  com o equipamento necessário à sobrevivência do homem e da máquina por 3 meses.

O resultado da viagem com fotografias e diários escritos chama-se O Caminho Mais Longo ou  Long Way Down. A viagem foi mostrada na série de TV, em um conjunto de DVDs e um livro editado em 2005. Quando foi lançado como DVD, quebrou o recorde de vendas na Inglaterra. Eles viajaram de 12 de maio até 5 de agosto de 2007 com a mesma equipe desde a Escócia até a Cidade do Cabo na África do Sul.

DVDs Long Way Down: Composto de 3 dvds com 3 horas de duração os dois primeiros e 2 horas o terceiro disco, dividido em 10 episódios e o 'extra' (entrevista um ano depois da viagem). O documentário está em idioma inglês e legenda em português.
MotoViagem: 25.000 Km em 85 dias passando por 14 países, a maioria na África.

Música, Letra e Tradução:  Long Way Round

Remember me my love, I'm the one you're dreaming of. // Lembre-se de mim meu amor, é comigo que você sonha
Going for a ride, I'll keep you warm inside. // Dando um passeio, eu a manterei aquecida por dentro
I'm Gonna roll up the sidewalk, I'm gonna tear up the ground // Vou enrolar toda a calçada, eu vou destruir todo o chão
Comin' round to meet you, The long way round. // Estou chegando para conhecê-la, dando a volta

Bah, Bah – rah – rah – rah! etc.

Sooner or later, I'll get me off this track. // Mais cedo ou mais tarde, eu desviarei da rota
Gotta do what it is that I do and then I'm – coming back. // Tenho que fazer o que eu sempre faço e depois eu voltarei
Got sun in my face, sleeping rough on the road. // O sol na minha cara, dormindo na estrada
I'll tell you all about it, when I get home. // Vou lhe contar tudo quando chegar em casa
Gonna roll up the sidewalk, I'm gonna tear up the ground // Vou enrolar toda a calçada, eu vou destruir todo o chão
Comin' round to meet you, The long way round. // Estou chegando para conhecê-la, dando a volta

Bah, Bah – rah – rah – rah! etc

Dicas para pilotos e garupas

Dicas para pilotos e garupas pra que?!

Dicas para Pilotos e garupas

 Se você pensa que andar na garupa de uma moto é algo apenas intuitivo, esqueça, não é bem assim! Para isso também existe técnica.

O vídeo logo abaixo dá dicas simples e práticas de como o piloto pode conduzir com mais segurança a garupa ou o garupa. Bem como aponta sugestões valiosas para garupas que podem tornar a viagem muito mais tranquila e segura!
Veja se você já faz isso. E se tiver dicas interessantes, deixe aqui nos comentários! Afinal, segurança no trânsito é uma responsabilidade de todos!
COMPARTILHE SEU CONHECIMENTO, FALE DA SUA EXPERIÊNCIA! Eu tenho certeza que você tem algo a dizer sobre o que fazer ou sobre o que não fazer… Não me pergunte o porquê, mas eu, por exemplo, achava que segurar na alça não era tão bom assim, o vídeo diz o contrário. É isso mesmo? Há fundamento?!

 

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Estrada Parque Palmeiras Piraputanga

viagem a piraputanga pe

Estrada Parque Palmeiras Piraputanga num dia de domingo…
Nossa primeira viagem, passeio do ano.

Desde 2010, o que antes era conhecida como Rodovia Ecológica MS-450, passou a ser denominada Estrada Parque Palmeiras Piraputanga e foi nessa estrada que fomos passear de moto. Saímos em 06 motos e chegamos juntos até o Redondo, restaurante/posto em Palmeiras na BR 262, mas só 04 aventuraram-se pela estrada Parque Palmeiras Piraputanga: 02 BMW, 01 Yamaha e 01 Honda XRE 300. Um passeio que valeu à pena!

Escrever para o Blog dos MotoTuristas, além de um passatempo, serve como um registro e compartilhamento das viagens, dos passeios e encontros com os amantes desta prática, aventura, loucura seja lá como queiram denominar… Afinal, depende muito do ponto de vista do leitor e de quem e como observa o motociclismo. Mas além de tudo isso, sempre me proporciona aprender um pouco mais ou muito mais da geografia do lugar, do modo de viver de uma região, da história de uma cidade, dos mitos, folclore e até da linguística. Linguística? Como assim?! Eu explico. Por exemplo, Piraputanga (distrito de Aquidauana – MS, para onde fomos passear, despertou a minha atenção em saber a origem do nome. Única coisa que eu sabia é que era um peixe! E então, descobri que vem do tupi e quer dizer “peixe avermelhado”. Aí entra a Botânica: atinge no máximo 2,5 kg, é omnívora alimentando-se de peixes, frutos, sementes e outros animais. E até dicas para quem gosta de pescar: melhores lugares para a pesca da Piraputanga são pequenas correntezas, remansos de corixos, embaixo de árvores com frutas ou árvores de pouco e dormida de pássaros, à beira dos rios. Quanto ao nome do distrito em sim, algumas fontes de pesquisa creditaram ao Marechal Rondon que por ocasião da instalação das linhas telegráficas passou por esta região. Não entrarei no mérito da questão, pois este não é foco. Só quis mostrar que quando viajo, viajo longe… rsrsrs

Uma informação a mais sobre a Piraputanga fez-me associá-la ao motociclismo: é um peixe veloz, e justamente devido à sua grande velocidade é considerada um dos peixes mais esportivos do Pantanal… Será que algum grupo já inspirou-se na tão saborosa Piraputanga?! Que tal um grupo de garupas: Garupas Pira!!!

O calor realmente não estava para brincadeira, mas a bela paisagem da vegetação, das formações rochosas, animais, pássaros compensou um certo desconforto que o calor nos causa. Buraquinhos aqui, outros ali, uma pocinha de lama aqui ou ali (havia chovido no dia anterior – aliás, no verão, tem chovido no Estado de MS, quase todos os dias!), passeio bom é quando se pode ir parando para fotografar, apreciar com um pouco mais de cuidado, com o devido respeito que a natureza merece!

Em Piraputanga almoçamos no Pira, um restaurante administrado pela família dos paranaenses Ademir e Elza há aproximadamente 10 anos. Um lugar simples, mas muito aconchegante, a começar pelo atendimento nota 10. Além do peixe na telha, uma das especialidades da casa, até um pavê de limão providenciaram (a meu pedido) para que pudéssemos comemorar com “parabéns pra você” o niver do Gargamel MotoTuristas. Estava tudo realmente perfeito! Só faltou eu ter levado no baú uma bermuda, pois o calor estava realmente escaldante… Mas como disse, nada foi suficiente para ser maior que o prazer de ver uma natureza tão linda assim! Até me sentia numa corrida pelas ruas, ou numa esteira, o tanto que transpirava! Portanto, água é fundamental! Mas nada de levar a garrafinha sobre o baú porque de quase nada adiantará uma água quente… rs

Outra coisa que aprendi nesta viagem: não coloque capacetes no chão, insetos podem entrar nele e dar algum B.O. durante a viagem. Bem, precaução nunca é demais!

Marcaram presença alguns integrantes do Moto Grupo Olhos de Águia de Aquidauana que até lá foram para nos encontrar. Almoçamos juntos, e após um descanso com bate papo gostoso seguimos por mais um trecho pela estrada de chão até uma capela no meio do caminho. De lá retornamos, enquanto a turma Olhos de Águia seguiu para Aquidauana. Mais um trecho de chão, passando pela Pousada do Sol Amarelo até tomarmos o asfalto. Mais uma paradinha no restaurante redondo: adorei o caldo de cana de lá!
Como sempre falo, melhor que falar é mesmo observar. Então, pra você o que conseguimos capturar através de algumas fotos, esse dia tão duplamente especial! Curtam e na próxima, venham conosco!

Saindo de Campo Grande, um céu de brigadeiro
saindo de campo grande

Não é qualquer terrinha que segura esses dois!
raquel e aurican

Juntos até onde for possível, na terra ou no asfalto
irmandade acelerados

Únicas garupas do passeio:
garupas de campo grande

Dá-lhe chão na estrada de terra
estrada de chão

Músicos colombianos tocando música andina no Restaurante Pira!
músicos da Colômbia

Boiadas são comuns pela região de Mato Grosso do Sul
boiada

A vontade que dá é de parar e ficar observando por horas
fauna de MS

Valeu pelo passeio de moto!
irmandade BMW

Garupas fotógrafas, nunca façam isso, a não ser que seja seu próprio capacete!
estrada parque palmeiras piraputanga
Veja mais fotos do passeio na página das Garupas

Então é Natal!

Então é Natal… E o que você fez?!
 
Natal em Moto
 
Resolvi pegar carona no espírito natalino e das revisões tão comuns nesta época do ano e encerrar os trabalhos de Garupas aqui no blog, com este post.
O agradecimento espiritual está em primeiro lugar! A cada partida, a cada chegada… Por cada momento vivido! 
 
Hoje também quero agradecer às pessoas com quem convivi durante o ano nessas empreitadas motivadas pelo motociclismo. Obrigada a cada pessoa que tive a oportunidade de conhecer, de reencontrar… Obrigada por cada momento dispensado para uma conversa, por um cumprimento, por um sorriso, por uma história, por uma dica, por um compartilhamento de experiência, por um gesto de solidariedade, por um aperto de mão, por um abraço. 
 
Obrigada às pessoas com quem não convivi, mas que pelas estradas encontramos, Brasil afora! Essas pessoas também foram importantes porque disponibilizaram uma informação importante em determinado momento, pela cortesia no atendimento nos postos de combustível, nos restauranetes, lanchonetes… Grata aos policiais de trânsito que cumpriram bem a sua missão de servidor público fiscalizando as rodovias, as estradas e nos livrando de pessoas irresponsáveis que colocam em risco não só a sua própria vida, mas a vida de terceiros por dirigir acima da velocidade, por dirigir embriagado, por dirigir fazendo ultrapassagens proibidas e perigosas! Grata àquele caminhoneiro que dá passagem segura, àquelas mulheres, homens ou crianças que nos acenam em algum momento da viagem! Grata ao vendedor de laranjas na beira de estrada com o seu sorriso e simplicidade cativantes… Grata ao casal que me deu carona após um tombo em uma estrada de fina areia. Grata a todos dispostos a socorrer! Grata à frentista do posto que me ajudou a arrumar o cabelo no capacete em um momento de puro esgotamento físico. 
 
Grata a todas as pessoas que disponibilizaram parte do seu tempo para responder às perguntas de entrevistas para algum post aqui do blog e à todas que de alguma forma colaboraram incentivando-nos a falar e compartilhar um pouco sobre a nossa paixão pelas duas rodas. Grata a cada curtida, a cada comentário, a cada compartilhamento nas redes sociais! Fazemos isso por prazer! E saber que vocês também curtem, nos motiva a continuar nesta rede.
 
Um grata especial àquela pessoa que me levou junto em várias de suas viagens. Que soube respeitar meus limites enquanto garupa e que soube me conduzir com responsabilidade por estradas afora! Espero poder estar ao teu lado e na tua garupa por muitas vezes mais em 2014! 
 
Um Feliz Natal a todos e que possamos pegar carona neste 2014 que se aproxima e que nos levará a estradas, atalhos, rodovias, rumo a novos risos, novas amizades, novas culturas… Que por onde passarmos sejamos felizes! Assim como fomos em todos esses momentos, alguns deles escolhidos através de fotos para uma breve retrospectiva. Um Moto Ano Novo feliz!!! 😉
 
São os votos dos MotoTuristas…
 
Nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/garupas
 
Rumo ao Moto Casais de Bonito, mas antes parada na casa do Darleno que seguiu conosco
Aquidauana
 
Garupas observa do quarto do hotel… despedidas após Moto Casais em Bonito-MS
Bonito Moto Casais
 
Bifão na Chapa, Brazil Riders reunidos em Campo Grande-MS
Brazil Riders
 
Ponte em Aquidauana-MS
Ponte Aquidauana
 
Mergulho na Estrada Parque de MS, alguns de moto outros de bike…
Estrada Parque MS
 
Encontro do Fórum 2 Rodas na belíssima Ilhéus! Os coronéis na Praia dos Milionários hehehe
Fórum 2 Rodas em Ilhéus
 
Momento especial em Floripa: visita ao Guillermo Godoy que em 2014 dará a volta ao mundo!!!
Guillermo Godoy
 
Deixando Joenville-SC onde dormirmos para escapar da chuva, rumo a Floripa!
 
Joenville
 
Em um mini museu em Tibagi-PR encontramos esta moto
Moto antiga em Salto Santa Rosa
 
Galera se encontrando na estrada, rumo a Bonito para o Moto Casais
Moto Casais Bonito
 
Como diz nosso amigo Tumatty, aqui em MS o sistema é bruto!
Moto Casais Bonito MS
 
Parada em Dourados para um café oferecido pelo Júlio Benatti…10!!! E rumo a Capanema-PR…
Moto Casais Capanema
 
Garupas em Moto Casais de Capanema – Paraná
Garupas em Capanema Paraná Moto Casais
 
Tibagi – Paraná, cidade cheia de atrativos naturais
Moto Turismo em Tibagi Paraná
 
Nosso objetivo é o Salto do São Francisco, em Guarapuava-PR
Moto Turismo no Pantanal
 
Pantanal é um zoológico sem jaulas, sem grades…
Moto Turistas em Estrada Parque
 
Ilha da Magia, mais conhecida como Florianópolis
Moto Turistas em Lagoa da Conceição Florianópolis
 
Paradinha para uma foto, mas é para lá que vamos!
Moto Turistas em Tibagi
 
Pantanal, contato direto com a natureza
Pantanal MS
 
Peixada do Busto, ano que vem tem mais!
Peixada do Busto
 
Queridão do Darleno em almoço com os Moto Turistas em Pesqueiro da Cida, Miranda-MS
Pesqueiro da Cida em Miranda-MS
 
Mais um desejo realizado: descascar laranja nessa maquininha! Amei kkkk
Rodovia 367 beira da estrada
 
Volta pra casa na Rodovia 367
Rodovia 367
 
Salto de São Francisco em Guarapuava, passeio altamente recomendável
Salto de São Francisco em Guarapuava
 
O dono da fazenda em Tibagi mantém um mini museu, ele foi motociclista…
Salto Santa Rosa Tibagi Paraná
 
Que 2014 seja assim: solidariedade
Socorro na Estrada
 
E assim: paz, vida, amor, gratidão e muita saúde!!! 
Moto Capital BR 060

Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul ?

Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul ?

Saindo de Mato Grosso do Sul ao Mato Grosso de moto, ou melhor, de MT ao MS, qual o 1º destino de ecoturismo que encontramos? Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são diferentes??? A Wikipedia diz na 1ª linha de Mato Grosso do Sul: Não confunda com Mato Grosso! Mas quais as opções de mototurismo entre MS e MT? Vamos conferir na última viagem de 2013 de MS ao MT.

Terminando o natal de 2013, os mototuristas saem de Campo Grande – MS às 6 horas da manhã em direção ao MT pela BR-163 e BR 060, logo depois pelas rodovias MS 306 e em Mato Grosso na rodovia MT-100 até a cidade de Alto Taquari no Estado de Mato Grosso. Chegando em Alto Taquari, instalam sua base do sossego, digamos assim, pra conhecer Alto Araguaia a 60 Km dali e Alto Garças a mais 65 Km, no dia seguinte. Em Alto Araguaia queremos conhecer pelo menos:
1 de suas cachoeiras ou corredeiras. Essa é a ideia antes de 2014!

dia
 
Campo Grande – MS a Alto Taquari – MT
 
480 Km 
 
BR 163 BR 060 MS306 MT 100
 
dia
 
Alto Taquari a Alto Araguaia e Alto Garças (Mato Grosso ida e volta) 250 Km 
 
MT 100 BR 364 e Cachoeiras
 
dia
 
Alto Taquari – MT a Costa Rica – MS
 
90 Km 
 
MT 100 MS306
 
dia
 
Parque Salto Sucuriú, Costa Rica – MS
 
2 Km 
 
Costa Rica – MS
 
dia
 
Costa Rica a Campo Grande – MS
 
400 Km 
 
MS 306 BR 060 BR 163
 
  Total do último passeio moto de 2013: 1.222 Km   

 

Ao sair do Estado de MT, passamos por Costa Rica em Mato Grosso do Sul, vamos explorar:
O Parque Natural do Salto do Sucuriú. O parque é municipal, fica ao lado da cidade, cerca de 2 Km de caminhada e não funciona às 2ªs feiras. Espoirtes radicais como tirolesa, rapel, rafting, arvorismo e trilhas na mata são comuns dentor do Parque Natual do Salto do Sucuriú com suas cachoeiras e quedas dágua no rio Sucuriú. Então, como disse a Wikipedia: Não confunda Mato Grosso do Sul com Mato Grosso!

Costa Rica, Mato Grosso do Sul por MT: Alto Taquari, Alto Araguaia e Alto Garças

Peixada do Busto

Peixada do Busto… Quem não foi, dançou! Quem foi também dançou… Garupas conta tudo!

Peixe fora d'água

Como pode um peixe vivo viver fora d'água fria"?! Qualquer música poderia ter sido cantada e tocada sábado passado, dia 07 de dezembro… Menos essa! Embora já tenha sido cantada até pelo Menestrel das Alagoas, mais conhecido como Milton Nascimento, esta música faz uma conotação à tristeza pela solidão, talvez uma desilusão amorosa !?… 

E, tudo o que se viu na 4ª Peixada do Busto, no Sítio Aconchego – BR 163 km 12, em Campo Grande-MS, foi só alegria e descontração. E para completar, até "São Pedro" ou se preferir Zeus (ou Júpter, o senhor do céu, o deus da chuva, e o ceifeiro das nuvens) colaborou e nenhuma gota d'água caiu durante a festa!

O local faz juz ao nome: Sítio Aconchego, tudo muito arborizado, organizado, decorado e cuidado! Quem esteve presente, teve a oportunidade de saborear ao menos uns 4 tipos de preparo com peixe, tipo de carne que particularmente aprecio muito (sem contar com a salada de rúcula com manga). 

Grande oportunidade de rever pessoas que gostam do motociclismo e fazem desta paixão um motivo para confraternizar, celebrar a amizade, a vida e tudo isso regado a dois grandes prazeres da vida: a comida e a música! 

Momentos assim também te dão a oportunidade de trocar ideias sobre outras realidades além da sua… No meu caso que sou garupa, saber de experiências vividas por outras garupas (conversei com uma que pula da garupa antes da moto cair hehe vou marcar algumas aulas particulares com ela), falar, digamos sobre os vários estágios de ser garupeira rsrsrs : das iniciantes, àquelas que gostam da irmandade que se forma, mas por um motivo ou outro não sobem em uma garupa, ou das que se "rebelaram" e hoje pilotam a sua própria moto (mas isso é assunto pra outro post rsrs).

E para que a noite ficasse perfeita, para animar a 4ª Peixada do Busto, a banda Muchileiros que além do trabalho autoral também faz um resgate musical muito bacana divulgando as influências fronteiriças e os ritmos que influenciaram e influenciam a formação da banda. 

Uma festa que é preparada com tanto carinho pela união das pessoas de uma família e dos amigos (pois foi isso que vi por lá) não poderia ter um resultado diferente: diversão e satisfação garantida. Eu não me senti um peixe fora d'água em nenhum momento. E pelo que percebi, ninguém… Peixe fora d'água? Os únicos peixes fora d'água estavam devidamente postos à mesa! 🙂 

Aos presentes, restou o bate-papo, a diversão, a boa comida e muita dança ao som maravilhoso da Banda Muchileiros! Evento perfeito!

E vamos às fotos, algumas tiradas por mim mesma, outras roubartilhadas das redes sociais de amigos ou de amigos de amigos… Caso alguém queira reclamar dos créditos das fotos (pois já nem sei mais que foto é de quem e desde já peço desculpas) avisem-me! 😉  

Nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/garupas

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do Busto

Peixada do BustoPeixada do BustoPeixada do Busto

Garupa pinta e borda!

Garupa e moto em ponto cruz

Garupa pinta e borda, você duvida?

Era só acordar, vestir a roupa para a viagem e partir junto ao meu piloto… Mas uma indisposição fez-me ver minha bagagem ser retirada do baú e do alforge, pois decidi ficar desta vez! Misto de alívio por poder ficar já que não estava me sentindo tão bem para uma viagem longa e rápida e também de tristeza, já que 2013 foi um ano em que fizemos várias viagens juntos, compartilhamos aventuras, seja de moto ou até mesmo de avião para um encontro motivado pelas 2 rodas! Mas a pior parte é ver o amado seguir em frente e você por algum motivo ter que ficar… E aí? O que fazer?! Bem garupas de plantão, opções não faltam… Você pode ficar em casa chorando por não ter conseguido ir… procurar os amigos para sair, ler um livro, ir ao cinema, estudar, enfim algo que te dê prazer ou aproveitar o tempo para colocar algo em dia que devido ao corre corre ficou para trás. Bem, a minha opção não foi nenhuma dessas! Tá bom, confesso, na hora da partida o coração dá uma choradinha sim rsrsrs mas cabe a você reverter as lágrimas (nossa, quanto drama você pode estar pensando!!! Só um pouquinho rsrs) em algo que seja positivo para você.

Pois então resolvi pintar e bodar!!! Isso mesmo, pintar e bordar!!! Não saiu para viajar sozinho?! Então eu pinto e bordo… Bem, é verdade que a pintura não é meu forte, mas adoro bordar em ponto cruz…

Para quem não sabe, ponto cruz é uma das técnicas mais antigas de bordado e veio da Ásia lá pelos idos de 850 d.C e bastante difundido em diversas culturas.
Garupa e ponto cruz

Mas como o foco do blog é o motociclismo e em especial da categoria em que escrevo são as garupas, não vamos nos estender muito nessas explicações!

Você deve estar então se perguntando, "tá, mas o que tem a ver bordado com motociclismo, motos e garupas…" ?! Bem, tudo e nada! Ou melhor, nada, mas pode ter tudo a ver se você tiver interesse em não ficar chorando quando o seu piloto viaja e você fica para trás! kkk É uma terapia!!! Menos radical e em passos menos apertados quando se está na garupa de uma moto! rsrsrs É, preencher cada quadradinho requer paciência (e isso, ahhh, eu tenho de sobra!!!) e dependendo do tamanho do bordado e das dificuldades do desenho que se vai bordar, demora um bocadinho… É capaz do piloto ir e voltar e você não ter terminado o motivo escolhido para ser bordado!!!

Mas enfim, você pode viajar nas tramas do tecido e se gostas de algo personalizado e de bom gosto, pode ter uma toalha bordada com o nome do piloto, de um evento importante, uma dessas frases alusivas ao motociclismo e é claro de uma moto bordada na sua toalha que poderá levar para a próxima viagem ou usá-la em casa ou presentar um amigo ou amiga amantes das duas rodas.

Bem, como não fui à convenção internacional do Brazil Riders em Guaíra-SP no feriadão de 15 de novembro e não tenho o que falar da viagem, pois curti o evento apenas pelas fotos, fiz um agrado no regresso do amado, pois nada melhor que um abraço longooo e apertado após uma viagem! 
Esta foi a minha dica a vocês garupas (e pilotos, claro!) que se não tiverem paciência ou não souberem bordar estou aceitando encomendas! rsrsrs
E você garupa, quando não vai?! Faz o que?! Pinta e borda também?! 🙂

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4º Moto Casais

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“Garupas” no 4º Moto Casais em Capanema – Paraná.

Etmologicamente falando o nome do estado do Paraná vem do nome indígena do rio homônimo em tupi pa’ra = “mar” mais  = “semelhante, parecido”. É então “semelhante ao mar, rio grande, parecido com o mar”; exatamente em relação ao seu volume d’água.

Mas o que vimos em dias 3 dias de evento no 4º Moto Casais, realizado em Capanema, região sudoeste do Paraná foi um verdadeiro MAR DE INTEGRAÇÃO  E AMIZADE entre motociclistas de estados como SP, MS, MT, SC, RS, GO e várias cidades do próprio Paraná.
Como foi gostoso reencontrar colegas do encontro passado (Bonito), ou reencontrar amigos que nos hospedaram em viagens passadas….Como foi bom reencontrar amigos motociclistas e garupas que encontramos sempre ou de vez em quando em reuniões ou eventos ou locais dentro da própria Campo Grande, cidade onde moro ou mesmo de cidades do interior do MS! É uma sensação diferente, um reconhecimento de que estamos todos ali pelo mesmo motivo.
Poderíamos ter ficado em casa, em um feriadão, como foi em Mato Grosso do Sul (dia 11 divisão do Estado é feriado aqui) descansando já que havíamos acabado de chegar de uma viagem pelas bandas da própria região Sul, inclusive Paraná. Mas pensamos, temos mais motivos para ir do que “ficarmos em casa descansando”: o casal Boeira preparou com tanto carinho e dedicação este encontro, participar já é uma forma de agradecer… oportunidade de encontrar tantos amigos casais (ou solteiros), oportunidade de conhecer um lugar a mais deste lindo Paraná, chance de conversar sobre amenidades, sobre as “dificuldades” em ser garupa ( o secador que não pode ficar, o cabelo que sai pra fora do capacete, o cansaço, enfim… missão de ser garupa, não é fácil não! rsrsrs)… oportunidade de tirar belas fotos, oportunidade de VIVER!
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Pois então, saímos de Campo Grande na quinta-feira à tarde, dia 10 de outubro e pousamos em Maracaju onde tínhamos um encontro familiar. Dia 11, já em Dourados, após um café da manhã maravilhoso gentilmente proporcionado pelo Julio Benatti e esposa, pegamos carona no Bonde do Busto e da Nice e assim fomos até Guaíra. Lá acabamos nos desencontrando no momento do lanche/almoço e seguimos em frente Gargamel e Tânia, Rickão e Dora… 
Viagem foi tranquila, nem capa de chuva precisamos usar! A chegada à cidade de Capanema é que estava um pouco congestionada de caminhões e a estrada também não está tão boa assim… Curvas pra variar me assustam um pouco, mas depois de tantas que pegamos pelas serras catarinenses nas férias e principalmente de uma definição poética que ouvi do motociclista Vandir Venturini (Blumenau) durante o evento, sobre curvas ( e que não vou saber traduzir com tanta propriedade), ela me parece um pouco mais simpática e estou revendo os conceitos…(risos) No retorno vim pensando sobre as vantagens e sobre a beleza das curvas, pois as únicas que eu realmente gostava eram as da estrada de Santos, cantada pelo rei Roberto Carlos e tantos outros (mais risos)…
Bem, a chegada foi uma doce chegada, regada a cumprimentos, abraços e uma cuca deliciosaa! E doce foram os demais dias, muita comida boa,  muita conversa, muitas trocas de dicas e informações, muita cultura nova e muita gentileza no trato com as “garupas”… Muitíssimo obrigada pelo casal ter sido tão gentil e terem dado a preferência às damas no momento de servir, afinal somos nós quem damos a pitada de graciosidade nos eventos, nas viagens, obviamente depois das motos! kkkk
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Mas brincadeiras à parte, gostaria de deixar publicamente a minha gratidão pelo casal Boeira por terem tido a disposição em organizar um evento como esse. Somos muitos. E muitos de gostos diferentes, diferentes culturas, diferentes ritmos, pontos de vista diferentes! Mas estávamos ali por um motivo em comum: a paixão pelo motociclismo, pelas duas rodas e pelas amizades que assim vão se construindo, se solidificando… Vocês foram 10!!! E nos proporcionaram dias felizes e muito agradáveis. Valeu e até a próxima!!!
Café da manhã em Dourados, começou bem… Valeu Julio Benatti!
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Rickão e Dora, chegando em Guaíra…
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Chegamos!!!
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Valeu Boeira e família! A festa foi linda e feliz…
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Parte da turma…
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A conversa está boa…
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Teve até parabéns!!!
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Parabéns para Rubya, mãe do Henri
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Música boa não faltou…
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Esse veio de longe, Várzea Grande – MT
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Encontros e reencontros… Jerry Metz e Miguel Fernandes (Marechal Rondon),
Gargamel e Rickão (Campo Grande)
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Gente boa não faltou…
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Aqui, as garupas têm preferência! 😉
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Dora e Rickão
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Revendo o Sentimento que em certa ocasião nos hospedou em Francisco Beltrão
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Aguardamos o próximo Moto Casais…
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Quem está na chuva é pra se molhar?

QUEM ESTÁ NA CHUVA É PRA SE MOLHAR…

SantaCataria_e_Paraná (192)
Sempre costumava brincar com meu piloto quando o tema era chuva sobre duas rodas. A primeira experiência que tive foi há uns 05 anos quando voltávamos de Brasília. Lembro-me que foi uma delícia… Depois da última viagem final de setembro (MS-PR-SC) minha opinião mudou um pouco. Há chuvas e chuvas! rs

Foram 12 dias viajando, parando, conhecendo lugares interessantíssimos no Paraná e Santa Catarina, matando saudades da bela Floripa e das pessoas queridas que lá estão, conhecendo gente, novas culturas, novos sabores, enfim, vivendo… E pensei, o que eleger da viagem como o mais interessante, o que foi mais marcante para “Garupas”?! E escolhi como foco, a viagem em si, a estrada, o rodar… a questão de segurança, equipamento, consciência no trânsito, perigos e aventuras vivenciadas nestes dias, em especial os de chuva… Depois, escolhi falar sobre alguns lugares que chamaram muito a minha atenção, pela beleza do lugar, pela simplicidade e simpatia das pessoas, pelo prazer em conhecer algo diferente ou em rever lugares que por mais vezes que você lá já tenha estado, ele sempre te encanta! 

Bem, de Campo Grande a Guarapuava, PR (nossa primeira grande parada) a distância segundo a fonte distanciaentreascidades.com.br seria: em linha reta: 641 Km e por estradas: 813 Km. Como em determinado trecho da viagem, já no interior do Paraná, resolvemos cortar o caminho, por sugestão de um morador e trabalhador em posto de combustível talvez na cidade Icaraíma ou Ivaté, provável tenhamos feito um pouco menos… Uns 50 km a menos?! Bem, por aí! Distâncias precisas são com o piloto que controla a kilometragem, nível de combustível… Eu só controlo a velocidade! kkk

Já nos primeiros 300 km percebi que capacete que se usa em cidade nem sempre está apto para te dar segurança em viagens longas. O mesmo capacete que fui para Estrada Parque/Corumbá na semana anterior me causou um stress imenso e dores musculares horripilantes. Na primeira parada para pernoitar, em Guarapuava, precisei tomar um relaxante muscular. E por que? Quando o piloto começava a passar dos 100 km com a mão direita o “abraçava” e com a esquerda segurava o capacete que me deu um susto danado pois em certo momento da viagem quase saiu da cabeça. Talvez esteja exagerando, mas essa foi a sensação que tive. E isso é um perigo pois no reflexo você larga o piloto para “agarrar” o capacete que faz menção de sair “voando ao vento”. Esse movimento brusco, pode causar instabilidade e o piloto perder o equilíbrio ou assustar-se sem saber exatamente o que está acontecendo. Nesta hora, já previ tudo! Terei que ser muito forte para chegar até Florianópolis segurando este capacete. Neste momento eu me perguntava o porque de não ter olhado com mais cuidado a questão do capacete! Até parecia uma garupa de primeira viagem… Por que fui tão negligente com a minha própria segurança? Eu já havia passado por situação semelhante em 2009/2010 quando para SC fomos!

Outro problema enfrentado foi com as luvas. Perdi o lado direito das minhas praticamente na véspera da viagem e a solução veio com um lado esquerdo do piloto. Se é que tive alguma vantagem nisto, foi apenas na hora de pagar o pedágio. Tirava e colocava com muita facilidade o lado direito! Saindo de MS e entrando no Paraná o vento era forte. Eu olhava aqueles coqueiros e árvores em geral e observava a direção, percebendo a intensidade do mesmo… Maior parte, foi vento lateral, na minha opinião pior! Os mais experientes que manifestem-se!

Mas, mal eu sabia que o pior mesmo estava por vir… O trecho de Guarapuava a Joinville/Florianópolis foi TENSO!!! Chuva, chuva, chuva e vento, vento, vento!!! ( E para completar o cenário, carretas, carretas e mais carretas com motoristas irresponsáveis correndo horrores numa BR, serra, curvas…) Tanto é que resolvemos atrasar a chegada a Floripa, pernoitando em Joinville… Eu estava simplesmente QUEBRADA (e muito ensopada da cintura para baixo) quando resolvemos, por segurança, parar em Joinville… Mas foi ótima essa parada, para tomar um fôlego e seguir viagem até Florianópolis onde chegamos debaixo de uma chuva torrencial e eu MAIS QUEBRADA ainda! rsrs

Se você me perguntar agora porque estava muito molhada da cintura pra baixo, obviamente vai deduzir que eu só usava uma proteção contra a chuva na parte de cima. Porque isso aconteceu nem me lembro mais, mas creio que foi por não ter imaginado que choveria tanto e a calça não estar em local de fácil acesso. Acho que foi isso! Quando se está numa zona de conforto, em terra firme, você, no caso eu, acabei subestimando o vento, a chuva, o frio… As luvas da mão direita por exemplo, embora me facilitassem o manuseio do dinheiro quando nos pedágios, fazia aumentar ainda mais a minha dor.. O que sobrara de “couro”, sob o vento fazia uma pressão nos dedos que “sambavam” dentro das luvas… Aí já imagina, se meu único ponto de segurança e equilíbrio era a mão direita, em certos momentos me sentia muito mais vulnerável e fragilizada pois ao tentar fechar as mãos em punho junto ao corpo do piloto, este ficou pensando que eu estivesse dormindo e me dava umas “cutucadas” na mão direita. Já que a esquerda era só do capacete… Aí pensei: se ficar o bicho pega, se correr o bicho come! Mas bem, na primeira oportunidade, expliquei ao piloto o que acontecia com as minhas mãos e luvas e não levei mais “cutucadas”… rsrs

A minha roupa é especial para viagens e hoje penso: como já viajei para Brasília – DF, Chapada dos Guimarães – MT só com uma calça jeans ou algo do tipo? Embora ouça algumas pessoas dizendo que só viajam “à vontade”, eu não teria mais essa coragem. Já havia caído na Estrada Parque por causa das pedras. Nem imaginava eu que ainda levaria mais dois tombos em menos de uma semana. Um na ida, ao resolvermos cortar caminho por uma estrada de chão (areia na verdade), um boi atravessou bem na nossa frente, e o que deu?! Chão! … Sorte que passavam dois carros nesta hora e um deles me deu carona por uns 10 km, me livrando da parte mais intensa daquele mar de areia, mais fina e em maior quantidade que a da Estrada Parque! Não me lembro mais do nome do casal, mas foi um alívio para mim que fiquei por um tempo com a perna doendo logo depois do tombo… Além da corona, nos ofereceram um cafezinho que não pudemos aceitar por causa do tempo. Ainda tínhamos um bocado de chão até Guarapuava… O tombo da volta foi mais suave, com a moto parada, e fomos parar na lama na beira da rodovia próximo à Tibagi, PR. Pelos tombos que levei, embora tenham sido em baixa velocidade ou com a moto parada, sei que as roupas foram fundamentais para que não me machucasse! Tombo é tombo! E a moto pesada pra carambaa! rsrs

Bem, o capacete acabei ganhando um novo em Florianópolis e hoje entendo porque ele queria sair voando da minha cabeça. Era número 60, experimentei vários e optei pelo 56… Obviamente devem existir capacetes bem mais sofisticados que o meu, mas a volta foi bem mais tranquila, sem chuva, agarradinha ao piloto com as duas mãos, de capacete novo e firme na cabeça rsrsrs. É um bom capacete, e aprendi uma coisa que eu já assim o entendia pr questões de higiene: capacete não se empresta! Ele se molda à sua cabeça e é como se fosse uma blusa que cai legal no teu corpo, dependendo do tecido, se emprestá-la, corre o risco de voltar diferente para o seu corpo! Portanto, atenção especial às roupas e acessórios, garupas! Eles absolutamente não existem por “modismos” ou beleza! E sim por SEGURANÇA!

Afinal, o trânsito é algo que não depende somente de você, ou do piloto. Vi e presenciei carretas tombadas, carro que subiu numa pequena muretinha (tipo um meio fio) numa serra e durante a chuva… As sinalizações de trânsito existem para serem cumpridas e ficava feliz a cada vez que via um posto da Polícia Rodoviária Federal. Me sentia mais segura! Alguns caminhoneiros são bem conscientes, mas grande parcela deles corre com certeza acima da velocidade máxima permitida! Fazem ultrapassagem em locais proibidos e assim, colocando em risco não somente a sua própria vida, mas a de terceiros… Se você não estiver com uma roupa mais reforçada, um sapato mais fechado, um simples tombo pode fazer a viagem terminar mais cedo. E mais que isso, pode abreviar a tua vida ou a de outras pessoas! E viagem feliz é viagem com segurança…

Apesar do episódio do capacete que foi resolvido antes de voltarmos para casa, COM SEGURANÇA chegamos a lugares paradisíacos como Salto do São Francisco, em Guarapuava – PR, Puxa Nervos e Salto Santa Rosa em Tibagi- PR, a sempre bela e mágica Florianópolis. Com segurança tivemos a oportunidade de rever pessoas queridas da família ou um amigo do sorriso largo. Com segurança conhecemos pessoas incríveis que já viajaram por lugares igualmente incríveis e que carregam consigo uma bagagem formidável de experiências, fatos… Com segurança, encontramos pessoas que não conhecem outro lugar a não ser a própria cidade em que moram, mas que se encantam com a sua coragem, com o seu espírito aventureiro… Com segurança conhecemos bibliotecas, museus, experimentamos novos sabores… Santa Catarina eu já conhecia um pouco mais, em especial Florianópolis. Paraná me surpreendeu! Coisas inusitadas vimos por lá: tigre, leão, avestruz e outros animais que nem soube identificar. Não! Não era um zoológico, era um hotel fazenda na BR próximo a Tibagi. Confesso que fiquei meio apreensiva porque fomos abrindo porteiras e depois de seguirmos por um caminho de PEDRAS (aff!!!) nos deparamos com esses animais. Como não via nenhum humano por lá, comecei a ficar com medo, já passando do meio da tarde, me pareceu um daqueles filmes de terror! E se esses animais resolvem sair das jaulas?! E se tudo isso for uma cilada?! kkkk Mas retornando, encontramos um boiadeiro que nos informou que o hotel só funciona aos finais de semana. Aliás, Tibagi foi o centro das aventuras. Até rafting fizemos no Rio Tibagi que estava cheio porque havia chovido de madrugada e acabamos virando o bote na terceira correnteza (parece-me que eram 6 ao total)… Desisti da aventura, mas indico a empresa Tibagi Aventuras que nos acompanhou em outros passeios, como das cachoeiras, e são preparados para fazer esportes de aventura como rapel e outros mais.

Joinville foi eleita por mim a capital dos “beija-fores”… Foi no restaurante da Pousada Grün Wald, um lugar de instalações simples, porém aconchegantes , café da manhã maravilhoso, um jantar DELICIOSO! Mas tirando o foco da comida rsrsrs e voltando aos pássaros, eles vinham aos montes, inclusive dentro do restaurante. Coisa impressionante!

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Florianópolis como sempre encantadora, mesmo debaixo de chuva! Praia não rolou, mas num “momento de distração da chuva”, corremos para a Lagoa da Conceição, um charme só! Adoro esse lugar… Aliás, Floripa foi o lugar de rever amigos como o Taitha que nos acompanhou na nossa primeira viagem juntos para SC e de conhecer o Julio Verne do motociclismo, Guillermo Godoy (quem já entrevistei aqui), e sua filha Patrícia com quem tivemos o prazer de jantar e ouvir muitas histórias, muitas delas registradas em livros. Contou-nos um pouco sobre o seu projeto da volta ao mundo! Noite inesquecível, com direito a pizza, vinhos e copinhos de chocolate com licor! Espero vê-los em breve…

“Viajar é mudar a roupa da alma”, disse Mario Quintana. Mudamos a nossa nesta viagem! Mas como gostamos muito de viajar, dia 11 de outubro seguiremos para Capanema (eeee Paraná de novo na área!!!) e a roupa há de ser trocada mais uma vez. O motivo desta vez é 4º Moto Casais, evento organizado pelo casal Boeira que tive o prazer de conhecer na edição de Bonito. Pelos preparativos e carinho com que estão organizando o evento, tenho certeza que o encontro será um sucesso! E lá vamos nós para Capanema, com chuva ou sem chuva! E será tema do próximo post… Mas, enquanto Capanema não chega ou não chegamos a Capanema, acompanhe um pouco da nossa última viagem através das fotos!

Melhor que entrar de férias é sair de férias passando em frente ao local de trabalho… rsrs
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A vontade é de ir parando em todos os lugares que nos chamam atenção…
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Como este…
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O casal que deu carona a “Garupas” por um bom trecho desta estrada, onde um boi atravessou o nosso caminho e nos derrubou!
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O piloto volta para buscar a sua garupa que havia ficado para trás…
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Em Guarapuava, um passeio pelo Jardim BotânicoFérias_PR_SC (52)

E o destino agora é Salto de São Francisco… 

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Mas pra chegar lá, mais “pedras”!!!SantaCataria_e_Paraná (106)

Aqui o sistema é BRUTO!
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Chegamos ao Parque Municipal São Francisco da Esperança!!!
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E valeu a pena chegar pertinho da maior queda d’água da região sul do Brasil: Salto São Francisco em Guarapuava, Paraná!
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“Eu não consigo parar de te olhar”…SantaCataria_e_Paraná (163)

Olhar atento a cada detalhe da natureza…SantaCataria_e_Paraná (190)

 A queda está localizada numa região de tríplice fronteira entre os municípios de Guarapuava, Prudentópolis e Turvo no Paraná.
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MotoTuristas…
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Bela Floripa…
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O motociclismo proporcionando encontros, construindo amizades: MotoTuristas Taithá, Guillermo Godoy e Gargamel
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Contemplação na Lagoa da Conceição em FlorianópolisSantaCataria_e_Paraná (310)

Ilha da Magia…
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Olha o “passarinho”!
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O bicho era bonito, mas esqueci-me do nome dele… rsSantaCataria_e_Paraná (547)

Tibagi, uma cidade no interior do Paraná, super charmosa e com vários atrativos naturais!SantaCataria_e_Paraná (563)

Rota dos MotoTuristas… 🙂
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Lama: a prova do tombo! rsrsrsSantaCataria_e_Paraná (572)

Eu achei que só na minha cidade tinha igreja com este nome! hehehe (Então, livrai-me de todas as dores musculares…)
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Salto Santa Rosa – Tibagi, PRSantaCataria_e_Paraná (646)

Ao pé do Salto Santa Rosa… Mas banho não é permitido!SantaCataria_e_Paraná (686)

Moto faz parte do acervo de um pequeno museu que existe na propriedade onde está localizada a cachoeira Salto Santa  Rosa… 
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Este também faz parte do museu…SantaCataria_e_Paraná (755)

Cachoeira Puxa Nervos – Tibagi, PRSantaCataria_e_Paraná (839)

Banho permitido… 
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Inventando moda… rs
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Antes da primeira correnteza… Acho que eu já previa, olha o sorriso amarelo… hahahaOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Apesar dos tombos, da chuva, do capacete, das luvas, valeu à pena! Melhor parte é você ouvir: és uma grande companheira! 😉 
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Até a próxima e curtam Garupas no FaceBook, assim você ajuda nosso trabalho de divulgação!

Mergulho nas pedras da Estrada Parque!

Estrada Parque Pantanal Sul! Final de semana quente, de poeira e sustos! Ruim?! Nada, deliciosamente aventureiro!!!

Por conta do Motoconfraternização no Casario Rock em Corumbá/MS resolvemos ir pela Estrada Parque Pantanal Sul, e para quem não sabe e/ou não é do Estado de Mato Grosso do Sul, é uma estrada reconhecida desde 1993 pelo governo de MS como uma unidade de conservação de uso sustentável (aquelas onde haverá conservação dos atributos naturais, admitida a exploração de parte dos recursos, disponíveis em regime de manejo sustentável).
A Estrada Parque Pantanal Sul está localizada entre os municípios de Miranda e Corumbá (MS). E até a década de 80 era a única ligação viária entre Corumbá e Campo Grande, quando então foi implantada a BR-262.
Descobri por conta desta viagem que a Estrada Parque também leva outros nomes: Estrada da Integração, Estrada Boiadeira ou Estrada da Manga.
Confesso que há uns 03 anos passei por pequeno trecho desta estrada (tendo conhecido inclusive a famosa Curva do Leque), mas tal visita foi feita de van, com um grupo de colegas e os motivos foram acadêmicos. E com certeza quando era criança, de Fusca! Motivo: férias escolares. Mas aí já são outras histórias.
Desta vez, a viagem teve gosto de aventura, superação e é claro, um viés infinitamente muito mais contemplativo!
Apesar da estrada ser a principal rota de escoamento da produção pecuária das fazendas da região, a única boiada que vimos foi no asfalto mesmo, quando retornávamos de Corumbá.
Dizem (e eu li em alguns lugares) que a Estrada Parque possui 72 pontes. Mas há controvérsias, pois ouvi algo como em torno de 68 pontes seria a contagem correta.
O fato é que tentei contar, mas da 4ª ou 5ª ponte, eu já desisti… kkk E por que? Ah, eu tinha mais o que fazer: contemplar toda a beleza da região, fotografar, e rezar em cada travessia de ponte… (muitos risos)
Embora tenhamos chegado no final do dia à pousada Santa Clara (recomendadíssima), a contemplação noturna também é possivel. Nos 30 primeiros km já de terra, vimos lobinho, outros animais não identificáveis pelo meu pouco conhecimento em Biologia animal rsrsrs, muitos pássaros e ouvíamos uma bela orquestra da fauna pantaneira, quando as vezes paramos e o motor da BMW parava de roncar.

Após descanso na Pousada, a ideia era acordar sem horário para levantar e curtir um pouco da pousada após café da manhã. E assim estive mais próxima da natureza, observando as várias espécies de pássaros, porco do mato, as árvores de várias espécies, tamanhos e tonalidades. Como me senti bem!

De lá partimos para o restante e boa parte da Estrada Parque. Um passeio que todo mundo deveria fazer ao menos uma vez na vida. Li em algum lugar que costumam brincar e dizem que a Estrada Parque é o zoológico mais extenso do mundo! E depois desse passeio, acho mesmo que ali já foi mar, porque um grande trecho é de uma areiazinha fina que dava “medo” !  
Mal eu sabia que o perigo estava era nas pedras, bem lá na frente, alguns km a mais após a travessia de balsa, que se faz em menos de 5 minutos. 
 “No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho “. Não, Carlos Drummond de Andrade… No caminho tinha um rio de pedras rsrsrs… e nele demos um pequeno mergulho. Nem sei explicar o que senti, nem como me senti, mas até a noite fiquei pensando no tombo! O que o corpo fez para ir se defendendo dos galhos que fomos encontrando pela frente até a moto tombar definitivamente e ver que meus pés estavam inteiros e saíram intactos da botinha (esses tênis para trilha), já que a moto caiu sobre eles. O “desespero controlado” logo em seguida foi pelo temor de ficar ali por falta de gasolina, já que o tanque aberto após o tombo jorrava combustível. Pra mim, aquilo iria secar e o trabalho para sair dali seria pior do que ter que levantar a moto!
Reestabelecidos do susto, andamos mais 15 minutos e nunca fui tão feliz por ver um asfalto! kkk
Mas ainda assim, eu faria esta viagem novamente! Inenarrável a sensação de estar inserida nesta natureza praticamente intocada!
Claro que se aprende muito quando se viaja: porque se lê sobre o lugar, a própria vivência que as viagens nos proporcionam, o contato com as pessoas, novas culturas, novos olhares… E por mais que eu tente fornecer dados, descrever sentimentos, para este post, eu não conseguiria.

Então desta vez irei descrever a minha viagem muito mais por meio de  fotos, que saberão transmitir  com mais propriedade o que vivi e o que senti. E a verdade é que assim como Drummond…

Nunca me esquecerei desse acontecimento 
na vida de minhas retinas tão fatigadas. 
Nunca me esquecerei que no meio do caminho 
tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 
no meio do caminho tinha uma pedra …

Sem problemas, juntei todas e fiz delas um castelo!

A coroação por toda esta aventura foi o encontro com amigos, velhos conhecidos, novas amizades, arroz carreteiro no clube AABB (delicioso por sinal), a recepção sempre muito simpática do casal Marcelo Xavier e Estela, muito rock a noite no Moinho Cultural e a volta pelo asfalto onde fomos contemplados por uma vista belíssima de ipês rosas, roxos, brancos e principalmente os amarelos que “iluminavam” a paisagem, mais pássaros, jacarés na Maria do Jacaré…

E  para fechar com chave de ouro, qual não foi a nossa surpresa, a chuva havia molhado o asfalto de Campo Grande, a temperatura estava mais amena do que quando a deixamos…

A bagagem? Foi parcialmente desfeita, e próximo fim de semana estamos de férias… A direção será o Sul do país que promete belezas igualmente exuberantes! E com certeza, mais reencontros esperados… E como sempre, aquilo que o motociclismo nunca deixa de nos proporcionar: novos amigos!

Início da Estrada Parque, única ponte de concreto que encontramos pelo trajeto percorrido…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (1)

O beleza do pôr-do-sol já nos dava uma ideia do que viveríamos neste  fim de semana

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (2)

Hummm, escureceu! Além do barulho da moto, a infinidade de sons emitidos pela fauna pantaneira

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (3)

Lanterna na cabeça, que tal darmos uma volta pela pousada?! Levanta da rede!!!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (4)

Como é inspirador acordar com um visual como esse… 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (5)

Muitas araras… essas azuis eram “ariscas”, fotografar só de longe…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (6)

Arara vermelha faz sucesso, se deixa fotografar um pouco mais de perto…Mas cafuné, só da dona…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (7)

Famoso mata burro! Impede a fuga dos gados, mesmo quando a porteira está aberta. 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (8)

Pegar a estrada rumo a Corumbá! Areia fina, um calor danado e olha o homem pantaneiro aí!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (9)

“Comemos” muito mais poeira a noite quando chegamos, do que durante o dia…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (10)

Um grupo de corajosos ciclistas… 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (11)

Com um visual desses, eu até me esquecia das pontes de madeira…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (12)

Terra muda de cor… agora, ela é vermelha!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (13)

Pausa para contemplação…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (14)

Está quente, mas vai de capacete e tudo rs…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (15)

Vontade de parar e não sair mais daqui! 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (16)

Pássaros por todos os lados…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (17)

A travessisa do Rio Paraguai é feita através da balsa. Serviço funciona somente durante o dia!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (18)

Finalmente conheci a estação de telégrafo instalada pelo Marechal Rondon, um desbravador do interior do país!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (19)

Ipês amarelos foram constantes em toda a volta pela BR 262… lindos de viver!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (20)

Finalmente tirei foto do trecho que passei 2 anos e meio namorando, quando em Corumbá morei… Lindooo

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (21)

Até eu gostaria de ir para debaixo da sombra deste belo ipê! Mas minha caminha me esperava…

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Nossa página no facebook:   https://www.facebook.com/garupas 

Passeio Noturno de Bike

Pedal Noturno Bike, Campo Grande, MS
Passeio noturno de Bike, pedal noturno organizado por ciclistas que usam a bicicleta  à noite em encontros urbanos. Nosso blog de moto usa BIKE ou bicicleta? Já que chamamos moto e bicicleta de BIKE, o que é uma BIKE?

Bike é usada por Bikers que são motociclistas no estilo americano ou europeu. Os ciclistas também chamam a bicicleta de Bike. Liberdade de expressão? No Brasil, é comum escolher o nome mais curto pra definir algo, então, BIKE é moto ou bicicleta.

E porque um blog de moto resolveu falar de bicicleta? Tem a ver com mototurismo? Isso mesmo: Turismo Noturno em 2 Rodas, mas de bicicleta, ou melhor, de BIKE. A bicicleta dá preparo físico a quem pratica mototurismo fora da cidade. E como temos 3 viagens programadas em setembro, sendo uma delas no pantanal sul-mato-grossense, resolvi praticar cicloaventura e pedal noturno para me preparar físicamente para as próximas viagens de moto:

  • Estrada Parque Pantanal Corumbá, Mato Grosso do Sul no feriado de 7 de setembro;
  • Cachoeiras de Prudentópolis e Guarapuava no Paraná;
  • Curso Big Trail de pilotagem de motos em Florianópolis em Santa Catarina.

1ª dica: sair do chão!!! Fiz o passeio noturno de bike em Campo Grande, MS durante 2 horas e meia por 26 Km de asfalto, sendo 2 Km a mais por brinde de Sopa de Pedra (risos), mesmo sem eu ter comprado bicicleta. Aluguei uma Bike GTS com capacete por R$30,00 com direito a 3 guias que ajudavam quem atrasasse o grupo do pedal noturno, todos da equipe Sopa de Pedra. Saímos pela ciclovia da Orla Morena em frente à Bliss Bike ciente que as subidas de bike seriam prova de resistência naquela noite. Não pedalo 25 Km há 26 anos, metade da minha vida! Mas, 1 vez por ano brinco de bike em alguma pousada ou quando em férias. Conta fácil: tenho 52 anos, metade deles, sem pedalar longas distâncias, são 26 anos! Não pratico academia, nem corro pra manter a forma, mas pratico diariamente caminhadas urbanas e muito alongamento pra viajar de moto.

2ª dica: avaliar as dificuldades! Na loja Bliss Blike ouvi opiniões dos bikers do pedal noturno. Depois de meia hora de opiniões, resolvi: Não vou suportar as subidas nos 24 Km, e ainda ganhamos mais 2 km de Sopa de Pedra (risos)! Analisei a rota 3 vezes, até que faltando meia hora pra começar, resolvi assumir o risco. Ouvi relatos de quem voltou a pedalar depois de anos de sedentarismo, ouvi sobre quedas de bike, tombos em trilhas, desistências nas subidas, ou melhor, nas "subidinhas", pra isso, analisei a rota dessa pedalada noturna:

  • 1ª subida em frente à Câmara Municipal;
  • 2ª subida na ciclovia em direção ao Parque das Nações Indígenas;
  • 3ª subida atravessa o parque com descida e subida, afinal, tudo que desce, sobe (risos);
  • 4ª subida saindo do Parque das Nações até a Av. Mato Grosso;
  • 5ª subida na Av. Hiroshima até Av. Aracruz no bairro Novos Estados;
  • Daí em diante, começam as descidas!!! (Com discretas subidinhas, hehehe)

3ª dica: dificuldades superadas! Começam as descidas em direção ao parque Sóter, Av. Via Park e… de repente uma leve subida pela rua Amazonas pra alcanar o bairro São Francisco. Superados os 20 Km entre subidas, descidas, 2 garrafinhas de água mineral, empurrão do Alex pra evitar atrasos, chegamos ao paraíso: centro de Campo Grande! Faltam 5 Km!

4ª dica: alcançar pequenas metas SEMPRE! Os trechos de bike ou pedal noturno envolvem pequenas distâncias a serem percorridas que somadas, são longas distâncias que exercitam nossa mente pra superar metas SEMPRE! Isso é prazeroso e dá uma sensação tão animadora quanto viajar grandes trechos de mototurismo. Semana que vem, se não chover, vou pesquisar outro pedal noturno antes de viajar pro Pantanal Sul-Mato-Grossense. Chuva e trânsito noturno é perigo constante!

5ª dica: amizade! Agradecido por ter conhecido a equipe Sopa de Pedra e o Walmir que contou em detalhes como saiu da zona de conforto, passando por uma bike baratinha, que caiu, tropeçou, depois de 1 semana comprou uma Caloi 29, emagreceu 12 kilos em 3 meses. Quando passava por mim no pedal noturno, ele perguntava: "Porque será que sempre te encontro na subida?" Obrigado Alex pelo resgate, Nil e Lili pela organização!

Pedal Noturno de Bike, Campo Grande, MS,  Homer Simpson

Filha de motociclista, Garupa é!

Filho de peixe, peixinho é! E filho de motociclista? Aqui, filha de motociclista, garupa é!

Patricia Godoy, Guillermo Godoy (2)

Recentemente, "Garupas" publicou uma matéria intitulada Na Garupa de um Albatroz que conta a história de Guillermo Godoy, um experiente motociclista que embora já tenha rodado muito pelo mundo, em 2014 quer partir para a volta ao mundo!

Por ter lido um livro de Gullermo (é, ele tem 4 livros publicados contando algumas de suas aventuras pelas estradas) e sempre acompanhar suas publicações nas redes sociais, "Garupas" ficou curiosa para saber um pouco mais sobre como é andar na garupa deste Julio Verne do motociclismo. Uma brincadeira, um modo carinhoso de uma garupa, amante dos livros e da leitura, chamar um motociclista que quer dar a volta ao mundo, como uma alusão ao escritor de A Vota ao Mundo em 80 dias, um clássico da literatura mundial.

Patricia Godoy, Guillermo Godoy (1)
Poder compartilhar situações, experiências e dicas é um dos focos de "Garupas", sob o ponto de vista das garupas, e é claro, também dos que pilotam. Sabemos que algumas pessoas, embora se sintam estimuladas e interessadas em enfrentar uma viagem, um passeio mais longo de moto, muitas vezes não teem coragem, ficam inseguras. Quem sabe lendo essas histórias que temos publicado aqui no blog se sintam mais encorajadas e tirem da "gaveta" aquele sonho, aquele desejo, aquela vontade de subir em uma garupa e acompanhar o seu marido, o seu pai, o seu amigo, o seu  namorado… ou porque não, passar para o banco da frente?  Como na história desta garupa rebelde que contamos. 
Pois bem, trazemos então neste mês a Patrícia Godoy, a garupa fiel e escudeira do pai. Enviamos algumas perguntas para esta jovem estudante, que gentilmente compartilhou conosco sobre ser garupa deste destemido, corajoso e aventureiro pai.

Vamos lá, com vocês, Patrícia Godoy:
Garupas: Como é viajar com o pai?
Patrícia: Viajar já é maravilhoso e se estamos com alguém que amamos então, completa todas as necessidades de uma viagem e também é muito mais fácil para superar qualquer dificuldade.
Garupas: Quando foi e para onde foi a sua primeira viagem com o seu pai?
Patrícia: Minha primeira viagem foi curta, somente adaptação, foi a Lages, não lembro exatamente o ano, porém acredito que eu tinha entre 14 e 15 anos. Confesso não gostei muito, sofri bastante com o frio, porém hoje olhando as fotos dessa viagem eu não estava com roupa apropriada pra aquela temperatura.
Garupas: Viaja com que frequência junto ao pai? O que define a sua participação na viagem ou não?
Patrícia: Devido à faculdade, ficou cada ano mais difícil viajar na garupa com meu pai. Minha participação se define pelo simples fato de dar-nos muito bem, há muita cumplicidade tornando a viagem maravilhosa.
Garupas: Sente alguma dificuldade em ser garupa? Se sim, cite algumas.
Patrícia: Nenhuma, nunca gostei muito de pilotar, nas viagens minha função é filmar e fotografar tudo. E na garupa também consigo curtir muito mais a viagem, olhando tudo ao redor e até as vezes porque não fazendo um cochilinho jejeje.
Garupas: Já viajou como garupa sem ser com o seu pai? 
Patrícia: Não, nunca. Confio somente no meu pai para fazer uma viagem.
Garupas: Você também pilota? Desde quando?
Patrícia: Sei pilotar contudo, não gosto muito, me sinto insegura devido ao fato de ser muito baixa e não alcançar com todo o pé no chão.
Garupas: Como faz para selecionar o que levar em longas viagens?
Patrícia: Tentando ver as coisas mais importantes, mas como toda mulher que sou, sempre acabo levando coisas demais e volumosas, faz parte.
Garupas: Alguma dica especial para garupas de primeira viagem?
Patrícia: Confiar plenamente no piloto é essencial.
Garupas: Qual foi a sua maior aventura como garupa?
Patrícia: Não tem maior aventura, cada viagem é uma experiência nova.
Garupas: O que é motociclismo para você? E como define ser garupa?
Patrícia: Motociclismo é  respeitar os limites da moto, do piloto e da garupa. É saber quando parar e quando seguir. É ser humilde e acima de tudo respeito ao próximo. E quanto a definição em ser garupa, no meu caso é ser companheira, amiga, parceria para o que der e vier, aventura e emoção em buscar de mais adrenalina.

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Enquanto escrevíamos este post, Patrícia ainda era acadêmica. Mas recentemente, formou-se e agora é cirurgiã-dentista. Desejamos a Patrícia sucesso na carreira e muitas estradas junto ao pai! Afinal, filha de motociclista como Guillermo Godoy, garupa iluminada é! Curta Garupas no Facebook

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Bagageiro Fazer 600 e afastadores

Bagageiro para moto Fazer 600 Yamaha, suporte em solução artesanal
Bagageiro Fazer 600 e afastadores de alforges: Solução Artesanal

Mesmo sem bagageiro para moto e afastador de alforge, sou um feliz proprietário de uma moto Fazer 600 ou Yamaha FZ6S ano 2006, cuja moto foi descontinuada pela fabricante em 2009, mas que ainda hoje é bastante procurada por motociclistas que necessitam de uma moto robusta para estrada e versátil para a cidade, cujo custo de manutenção é baixíssimo comparada a outros modelos de marca da mesma concessionária.

Pois é, já diz o ditado: quem não tem cão, caça com gato, inspirado nisso, compartilho a minha dificuldade em adquirir um bagageiro e afastadores de alforje para a moto Yamaha FZ6S, propondo uma solução artesanal de baixo custo. A maior dificuldade e a única a meu ver para esse modelo, são que determinadas peças e acessórios, não são encontrados no Brasil, dificultando bastante equipar esse modelo Fazer 600 da Yamaha.

Após garimpar muito na internet atrás de um bagageiro e afastadores de alforje, descobri que a única marca que comercializa é a conhecida GIVI. A minha surpresa não estava apenas nesta particularidade, e sim, no valor destes acessórios, pasmem, senhores; e como base para o meu baú Givi não era compatível teria que trocá-lo, + R$ 191,00;

Suporte Baú Traseiro R$ 620,00
Suporte de Alforje R$ 347,00
Base Baú Fazer 600 R$ 191,00
Total R$ 1.158,00

OBS.: sem contar que o fornecedor é de fora do país, e só teria disponibilidade cerca de 30 dias após o pagamento, e agora Rickão? crying O jeito foi fazer bagageiro e afastadores artesanais com um colega que monta triciclos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, vejam o resultado com excelente custo beneficio;

Quem precisar, comente abaixo das fotos e passarei o telefone de quem confeccionou essas peças em Campo Grande,MS.
Rickão MotoTuristas

Bagageiro para moto Fazer 600 Yamaha suporte
Bagageiro para moto Fazer 600 Yamaha e afastadores de alforge

 

Aniversário de Motociclista

Estrada Reta Feliz Aniversario, Motociclista

Leia na VERTICAL, FELIZ ANIVERSÁRIO, Motociclista
pra ficar mais tempo na menor idade ou MELHOR idade!

F aça de cada dia uma
E tapa na construção buscando
L iberdade pra caminhar
I niciativa pra chegar
Z ele por suas crenças

A prender novas coisas
N ovos caminhos
I nventar novos jeitos
V er o q está além
E levando-se à rotina
R eunir tudo isso
S ignifica ter a certeza
Á ureos dias estão pela frente
R ealizações são conquistadas
I sso tudo se resume:
O melhor da vida é viver

Este "textículo" é dedicado a todos nós, motociclistas, motoqueiros (as), estradeiros (as), mototuristas, enfim, a nós que viajamos de moto e não tivemos chance sinal internet pra  comunicar a ninguém nosso aniversário. Tive essa ideia quando lembrei que sempre viajo no meu aniversário em janeiro e passo natal, ano novo e aniversário longe dos filhos, irmãos, até porque nasci logo depois do ano novo e nem todo mundo aguenta comemorar natal, ano novo, reveillon e meu aniversário logo em seguida. Mas aguentam postar parabéns no blog!!!

FELIZ ANIVERSÁRIO, MOTOCICLISTA ESTRADEIRO!!!
MotoTurismo e Aniversário fazem festa juntos!

Na garupa de um albatroz

Garupas agora pega carona na garupa de um albatroz!!!

Gullermo_Godoy_Brazil_Rider_Cordilheira

Ele é médico, tem 78 anos de idade, 37 de motociclismo, já percorreu os cinco continentes e os dois polos, acumulando mais ou  menos um milhão de quilômetros em duas rodas, estudou com Che Guevara e publicou quatro livros.
Se você acha que ele sossegou e já fez de tudo, engana-se. Seu próximo projeto é a volta ao mundo.
Garupas ao longo de muitas semanas conversou e colheu materiais para o post desta semana que contará um pouquinho da história do "Julio Verne do motociclismo", Guillermo Godoy, nascido na Argentina e naturalizado brasileiro.   
Radicado em Florianópolis – SC desde 1976, foi o primeiro especialista em Geriatria do estado de Santa Catarina e ainda hoje exerce a sua profissão. Doutorou-se em Geriatria em vários países da Europa e foi premiado pela Organização Mundial da Saúde por trabalhos feitos na selva amazônica. Seu lema "Querer é poder" deixa transparecer a sua paixão por aventuras e certamente sua experiência pessoal deve servir de inspiração a seus pacientes a viver mais e com melhor qualidade de vida.
Em muitas de suas viagens contou com a companhia da uma garupa, sua filha Patrícia Godoy: "valente e destemida  companheira de todas as horas", assim por ele definida.
Guillermo Godoy se descreve como "um 'albatroz solitário', voando pelo mundo, nas asas indomáveis e abençoadas da sua moto". E todas as experiências sobre as duas rodas que já viveu, ou que quase viveu, mas que sempre sonhou, são relatadas por esse motociclista aventureiro,  nos seus quatro livros publicados. São histórias que se permitiu viver e que muitos jovens nem ousam sonhar.
Guillermo atualmente se aventura pelas estradas com a sua V Strom 1000 amarela, mas conta como foi a aquisição da sua primeira motocicleta:

"Fui à concessionaria Honda para comprar minha primeira moto. O vendedor ao saber que nunca tinha pilotado uma moto, me ofereceu uma 125 cc. que me decepcionou completamente. É que sempre guardei na minha mente, aquelas máquinas poderosas que tanto me impressionaram na minha infância. Falei que queria comprar a moto mais possante que tivesse. Naquela época a CB 400 II, era a de maior cilindrada no Brasil, as importadas ainda não estavam no mercado. Ali mesmo no pátio da loja o vendedor corria ao meu lado me dando as dicas de como engatar as marchas. Então, nesse momento aprendi a dirigir e sai da loja com minha maravilhosa CB 400 II dourada, toda carenada, com rádio e toca-fitas. Essa noite não consegui dormir, tanta era a emoção. Dois dias depois estava partindo para visitar meus pais que moravam na Argentina. Foi a minha primeira longa viagem, foram 4.800 quilômetros que marcaram minha vida para sempre, até hoje."

Mas este sonho caminhou com o garoto Guillermo, que desde criança tinha verdadeira paixão por motos. O motociclista contou a Garupas que seu coração palpitava quando via passar motos que hoje nem existem mais como a Norton, Triumph, AJS, BSA, Indian, Makcles, Magnat Debon, Gilera, e outras. O garoto cresceu, foi estudar Medicina, casou, teve filhos, morou uma temporada na Europa, trabalhou duro, estabeleceu-se, contribui com a sociedade, mas durante todos esses anos a paixão por motos nunca o abandonou. Até um belo dia em que já profissionalmente estabelecido acordou e disse a si mesmo: "vai ser hoje", e como Garupas contou anteriormente, resolveu entrar na concessionária Honda, marca da sua primeira motocicleta.

Gullermo_Godoy_Brazil_Rider_Amazonas

Um exemplo de que durante toda a sua vida as motos rondaram os seus sonhos e o aproximou de pessoas que também curtiam motos, foi de que na época da faculdade, Guillermo Godoy conheceu um jovem também apaixonado por motos e que mais tarde entraria para a História, como conta:

"Ernesto era cinco anos mais velho que eu e estudava Medicina na Universidade de La Plata. Estava quase se formando, só uma matéria, Farmacologia, infernizava sua vida. O professor não gostava dele, não se davam bem e já o tinha reprovado 3 vezes. Cansado e deprimido resolveu fazer a matéria na Universidade de Buenos Aires. Ingressou na cátedra justamente no ano em que eu estava cursando Farmacologia e como não podia ser diferente, a paixão pelas motos nos aproximou. Sempre tinha em mente uma longa viagem de moto, coisa que fez logo de formado. Terminado o ano (uma matéria durava um ano e não um semestre como acontece no Brasil), Ernesto aprovou a matéria e se formou. Ele foi por um caminho, eu por outro. Nunca mais o vi. Anos depois, parte do mundo ia conhecer o “Che”. Muitos o admiraram e se espelharam em ele, outros o odiaram. Eu já o admirava muito antes de se tornar o “Che”."

O experiente motociclista nos conta que quando começou a viajar "era necessário ter um misto de loucura, coragem e muita determinação, para se fazer uma longa viagem" pois as condições obviamente não eram tão facilitadas com as tecnologias de hoje, e que muito ajudam um motociclista na estrada, como por exemplo o celular e o GPS. Também não existiam no mercado roupas especiais para motociclistas, as estradas eram ruins e grande parte delas sem nenhuma infraestrutura.

Mas independente das condições Guillermo afirma que para empreender viagens longas é preciso doses de "autoconfiança, humildade, generosidade com os irmãos de estrada, disposição para aguentar sacrifícios e imprevistos e acima de todo, sempre levar Deus no coração."

Guillermo que viaja sozinho ou na companhia da filha Patrícia, com toda a sua experiência, quando solicitado a dar uma dica especial para motociclistas que carregam garupas e para as próprias garupas, diz o seguinte:

"Não vejo nenhuma dificuldade enquanto a garupa seja uma pessoa conhecida, de inteira confiança, no meu caso, trata-se de minha filha. Já viajei pelos 5 continentes, e até agora todos meus sonhos em duas rodas foram realizados, o proximo sonho a realizar será a volta ao mundo em 2014.  Recomendação para o motociclista: seja muito mais prudente ao conduzir pois se trata agora de duas vidas e você é o responsável. Recomendação para o garupa: se integre e acredite piamente no seu condutor. Motociclista e carona deve ser uma unidade indissolúvel, um sentimento, uma entrega mútua…"

Dono de uma experiência tão rica sobre as duas rodas, Guillermo publicou suas principais aventuras em 4 livros: MOMENTOS DA MINHA VIDA A BORDO DE UMA CBR  1000, VIAJANDO PELA ROTA TRANSIBERIANA, QUASE DO POLO SUL AO POLO NORTE EM DUAS RODAS, VIAJANDO PELA ÍNDIA E NEPAL… Já promoveu inclusive um encontro de escritores motociclistas em Florianópolis-SC!

Ter lido e conversado com o Guilhermo foi diferente por toda a vibração que consegue nos passar com suas palavras positivas, de vida que pulsa, da educação que transborda, paixão por aventura, e que vem sendo transcorrida sobre duas rodas, mesmo quando ela, a moto, apenas habitava os seus sonhos, os seus desejos e se traduzia em emoção quando ainda garoto, via uma moto passar…

Garupas deixa aqui a mensagem deixada por Guillermo Godoy, e que sirva-nos de exemplo para que não deixemos os nossos sonhos para trás, seja ele do tamanho que for, da quilometragem que tiver…

"As belezas e maravilhas da natureza me mostraram o quanto somos pequenos dentro do nosso planeta. Posso te dizer com profunda convicção que meus sonhos de viagens e aventuras, de novos e coloridos horizontes, não param nunca… São eternos, me dão força e coragem para seguir em frente, sem preconceitos de credos e particularmente de idades. Mesmo sem viajar, a mente me leva com assombrosa facilidade, com sede insaciável de desbravar distantes e desconhecidos caminhos pelo mundo afora. Posso te dizer, também, com profunda convicção, que todos nós, independente da nossa idade, seremos eternamente jovens enquanto saibamos manter e cultivar com dignidade, uma mente jovem e sadia. São felizes aqueles que conseguem levar a prática, a realização dos seus sonhos tão anelados. O mundo sempre estará nas mãos daqueles que tiverem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos. E para encerrar, quero mencionar o lema que meu amado pai me ensinou quando ainda pequeno e que sempre me acompanha: “Querer, é poder”."

Quer conhecer melhor essas grandes aventuras do Guillermo Godoy e quem sabe inspirar-se para a realização dos seus próprios sonhos?

    http://guillermogodoy.com.br/site/como-comprar/

 

Gullermo_Godoy_Brazil_Rider_Deserto

 

Amor sobre duas rodas

Amor_sobre_duas_rodasAhhh, o amor! Será o amor sobre duas rodas uma "uma flor delicada, mas que é preciso ter coragem de ir colhê-la à beira de um precipício?!" (Sthendal)

O dia dos namorados no Brasil não tem uma origem lá muito romântica. Pela breve pesquisa feita por Garupas descobriu-se que lá pelos idos de 1949, comerciantes paulistanos adotaram a ideia de um dia especial para os namorados, por ser o mês de junho até então, um mês fraco para as vendas. Aproveitaram e encaixaram a data na véspera do dia da morte de Santo Antônio (1195-1231), o famoso santo casamenteiro.

Mas na Europa e América do Norte, esse dia (que em muitos países é comemorado no dia 14 de fevereiro) tem uma "pitadinha a mais de amor" e ou paixão. Por aquelas bandas dizem, São Valentim ou Valentino, foi um santo que viveu no Século III e que descumpria as ordens do imperador de Roma na época, o imperador Claudius, que proibia casamentos durante as guerras, por achar que o amor prejudicava os soldados. Valentino continuou a casar os jovens que o procuravam, e passou à história como padroeiro dos apaixonados. Por sua atividade foi condenado à morte e decapitado no ano de 278.

Garupas também leu por aí que a comemoração ao dia dos namorados, é no entanto, anterior a São Valentino. E que teria se originado na festa romana da Lupercalia (que depois passou a se chamar Februata), homenagem aos deuses Pã (deus da natureza) e Juno (deusa da mulher e do matrimônio). Neste dia, quando a primavera já se aproximava, era organizada uma cerimônia na qual, nas aldeias, os nomes das moças eram colocados em uma caixa de onde cada rapaz retirava um. A sorteada passava a ser a sua namorada – e era por ele cortejada durante os doze meses que se seguiam. Mas também "ouvi dizer" que era tradição/ ritual nesta festa, a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

Mas os tempos são outros! E então do amor sabemos tudo?! Nada!!! Poderíamos ficar aqui filosofando por horas, pois existem vários conceitos e tipos de amor… E não chegaríamos a uma conclusão.

Mas, motociclistas, garupas e simpatizantes, visitantes deste blog, algo temos em comum e de algumas conclusões podemos comungar. A paixão pelo motociclismo, pelo vento na cara, pela adrenalina, pelas viagens, por fazermos novas amizades…e na minha opinião, especialmente quando esses prazeres são compartilhados com alguém que comunga do mesmo pensamento, melhor!
Costumam dizer que todo dia é dia das mães e que todo dia é dia de muitas coisas, mas todo dia não é dia dos namorados. Não porque alguns optam pela solteirice. Não porque alguns se casam e acham que não vivem mais esta condição! E não por uma porção de coisas que não vou dizer porque vai tirar o foco e objetivo a que me propus escrever. E hoje escrevo para os namorados. Sejam eles de que maneira entendem o namoro!

Assim como nos versos de Sthendal, citado no ínicio do texto, para se relacionar com o motociclismo e assim com os que dele são adeptos, é preciso mesmo ter muita coragem. A delicadeza estaria no companheirismo que por exemplo uma garupa deposita no seu piloto. A delicadeza estaria naquele abraço agarradinho que a garupa dá assim que ele dá partida na moto. A delicadeza estaria na ânsia e no prazer que a garupa tem em conseguir uma bela foto daquele passeio, daquela viagem e poder mostrar a ele depois… A delicadeza pode vir com o tempo e estar em querer ajudar a arrumar o baú e tentar fazer com que todas as suas coisas caibam naquele espaço minúsculo, inimaginável para grande parte das mulheres… E a delicadeza pode vir do piloto em ter a sensibilidade e nos ceder mais um espaçozinho para o batom! 😉 Por que também não dizer que a delicadeza vem no cuidado ao fazer aquela ultrapassagem e desviar daquela cratera evitando assim impacto maior para a sua garupa?! Delicadeza vem da preocupação do piloto com sua garupa se o tempo esfria e ela não está tão bem agasalhada… E é claro, a delicadeza vem tantas coisas… cada qual com a sua visão! 

Dia-dos-namorados

Mas e a coragem?! Às vezes se quer tudo isso, mas não se tem coragem… Coragem de viver experiências de amor, de paixão, de namoro e porque não de um casamento sobre as duas rodas!? E em qualquer relacionamento comparo com as estradas em uma viagem: por vezes um trecho bom, estrada boa… De repente, um trecho esburacado são como as adversidades na vida de quaisquer pessoas que se relacionam… mas uma atenção especial, um pouco mais de cuidado, paciência e esse trecho ruim fica para trás e assim finalmente chegamos ao destino desejado. Até que venha outra viagem, outro passeio e estamos juntos para passar por tudo o que tivermos que passar! Mas para tudo isso, é preciso coragem. E sobretudo delicadeza!  Assim como no amor! Assim como para amar!

A todos os namorados (e seus derivados) que curtem a vida sobre as duas rodas, Garupas deseja um FELIZ DIA DOS NAMORADOS todos os dias e por quaisquer estradas! 

Feliz dia dos namorados
 

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Cadelas, porém garupas!

Luiz Carlos Negrini e suas cadelas garupas: Nani e Catarina
As garupas em destaque hoje não são humanas. Isso mesmo! São cadelas, porém garupas! São tão bem tratadas pelo dono e fazem mais sucesso que eu, uma garupa humana! kkk As danadas abalam o pedaço quando viajam e até guardas de trânsito pedem para tirar fotos com essas duas "gatas' que na verdade são duas cadelinhas super charmosas.

O condutor dessas duas beldades, o Luiz Carlos Negrine, aposentado e ex-funcionário da Varig de 64 anos, gosta mesmo é de andar sobre duas rodas e carrega em sua garupa a Nani e a Catarina, duas Cockers Spaniels Inglesas. Nobreza pura!

Hoje Luiz une as duas paixões: motos e animais, em especial os cães. Mas a ideia nasceu há aproximadamente 42 anos quando quis ter um cão que andasse de moto com ele. E a primeira garupa foi encontrada em uma feira de filhotes em Icaraí – RJ. A dúvida que pairava em relação a que raça levar em suas viagens, logo foi dissipada quando avistou Nani. Luiz afirma: " Na primeira troca de olhar, tive certeza de que seria ela minha companheira de viagem. E fui muito feliz nessa escolha. Ela incorporou bem o espírito motociclista." 

A segunda garupa é cria de Nani: Catarina Cremilda Deusdete, nome de barraqueira, segundo o seu piloto . E este é o trio estradeiro que "causa" e agita nas viagens e paradas por este Brasil afora! 

Como todo bom motociclista, Negrine se preocupa com a segurança de suas garupas e conta que Nani começou a andar na moto através da adaptação de uma bolsa lateral semiaberta e com espuma. Na época a charmosa usava apenas bandana e óculos. Mas não demorou muito para que a segurança fosse aperfeiçoada e o motociclista cuidadoso com suas garupas conta: " Comprei uma bola de plástico rígido, fiz um corte e ela serviu de molde para o capacete, que é feito de fibra. Depois só mandei pintar." Mas os acessórios não ficaram só nisso. As cadelinhas garupas além de capacete e óculos, viajam presas a dois extensores que não lhes tiram a liberdade de movimentação, mas que assegura ao condutor que as mesmas não saiam da cestinha, estando assim seguras! Além disso, o tímpano das cadelas também está protegido contra impurezas comuns nas estradas, como pedriscos, insetos e umidade. E segundo o motociclista, Nani e Catarina nunca rejeitaram os acessórios.

Garupas do MotoTuristas bateu um papo com o dono das cadelinhas e famosas garupas. Veja:
   
Garupas: Qual é o nome das cadelinhas que viajam com você? 
Negrine: Nani (a mãe) e Catarina (a filha);
 
Garupas: É preciso de alguma autorização para essas viagens? 
Negrine: Uma coisa curiosa: nunca fui questionado pela polícia, a respeito do aspecto legal. Já fui parado em rodovias, por outros motivos, mas quando as percebem, chamam todos lá da casinha para tirar fotos;
 
Garupas: Há quanto tempo você viaja com elas? 
Negrine: A Nani já viaja há quase 8 anos. Catarina há 3,5 anos;
 
Garupas: Elas vão na garupa o tempo inteiro da viagem? Ou existe algum carro de apoio onde elas possam ir durante parte da viagem?
Negrine: Sempre na garupa. Eu viajo sozinho, pois faço muitas paradas e me demoro mais do que o normal nestas paradas; 
 
Garupas: Você já viajou com garupa humana? Qual é a diferença?
Negrine: Sim, eu viajava com uma das ex-esposas. A diferença é que não escuto reclamações e elas estão sempre prontas e dispostas para prosseguir na viagem;
 
Garupas: Para onde já viajou com elas? 
Negrine: Para inúmeras cidades. Nani já acumula mais de 115.000 km de estradas. A mais distante foi para o RS, para onde já fomos 5 vezes;
 
Garupas: Como aconteceu a primeira viagem com as cadelas? Como e por que surgiu a ideia? 
Negrine: A ideia de ter um cãozinho como parceiro de viagem já remonta 42 anos. Desde que comprei minha primeira moto , eu já pensava nisso;

Garupas: Existe alguma viagem que não fez com as cadelas e que esteja nos seus planos?
Negrine: Eu recebo sempre convites de amigos, mas é praticamente impossível atender a todos. Talvez vá para Goiânia, cidade que ainda não fui;

Garupas: Passou algum momento de perigo ou dificuldade em alguma viagem com elas?
Negrine: Eu descia a serra gaúcha e em determinada altura minha pista estava interrompida, com uma seta indicando um desvio. Por intuição eu parei, pois não via no sentido contrário nada que interrompesse a pista. Se tivesse entrado, teria batido de frente com uma van, em alta velocidade.

Bem, se andando por aí você se deparar com duas cadelas sobre uma garupa e uma porção de gente querendo fotografá-las, bem provável se tratar de Nani e Catarina, as garupas de Negrine. Ainda não tive a chance de conhecê-las pessoalmente, mas pelo que o motociclista nos conta, realmente parecem ser ótimas companhias: não reclamam, parceiras e sempre prontas para a estrada! E olha, também são mascotes de um evento que ajuda crianças com câncer, o McDia Feliz! As danadinhas ainda são chegadas em um carnaval e há quatro anos desfilam no Blocão, tradicional bloco de cães, que acontece em Ipanema.

Quer saber mais sobre as nossas garupas? Digite Nani e Catarina no Youtube e você encontrará vários vídeos dessas cadelas, porém garupas!

Parabéns ao Negrine pelas garupas cadelas. Pois temos dito, ou garupas são parceiras e topam qualquer parada ou ficam para trás! 
Cadelas garupas de Luiz carlos Negrini: Nani e Catarina

Garupa rebelde! Jacqueline Hochberg

garupa rebelde!

Hoje vou contar a história de Jacqueline Hochberg, uma garupa que se "rebelou" e resolveu pilotar.  Exatamente, uma garupa rebelde! Pasmem, sua primeira viagem foi logo para abalar: Rota 66, isso mesmo, EUA!!! 
Bem, nossa ex "garupa rebelde" é advogada, formada pela Universidade Mackenzie e pilota motos custom. Em 2010 pensou em escolher uma viagem que fosse inesquecível tanto para ela quanto para o maridão Carlos, apaixonado por motos. Ela escolheria o lugar e ele claro, iria pilotando a moto, certo?! Que nada, só de pensar na ideia do desconforto que sentia na garupa da moto e no tédio que era segundo ela, não fazer nada na condição de garupa, teve uma outra grande ideia prontamente aceita pelo marido, que ainda por cima lhe deu como resposta um sonoro "obrigado!!!", conforme relata. Estava resolvido, iriam para os Estados Unidos percorrer a Rota 66, viagem que faz parte dos sonhos de grande parcela dos motociclistas e é claro, suas respectivas garupas… 
Você deve estar se perguntando, como assim?! Tudo bem, a Jacqueline odiava ser garupa, mas a grande viagem que começara a ser planejada a teria como piloto da moto!!! Isso mesmo, a nossa ex garupa entrou em uma escola de condutores de motocicletas, ou a moto-escola e ela que nunca havia nem ligado a moto do marido, antes mesmo de estar habilitada, ganhou um "pequeno mimo" que batizou de Lola, uma Sportster 883 Low …
Então, quando a nossa ex garupa Jacqueline foi aos Estados Unidos para se aventurar na Rota 66, tinha uma experiência de 2 meses como piloto de motos. Mas, como ela mesma relata em seu blog: "Eu sei que é maluquice, ok? Mas foi maravilhoso! E o Carlos foi um fofo por acreditar que eu era capaz e encarar a aventura comigo! Hahaha! Ou é mais maluco do que eu, vai saber!?" 
Essa maluquice toda durou 16 dias e mais uma vez pasmem, Carlos pilotou a moto menor e com menos bagagem que a Jaqueline (por que será, mulheres?! kkk) … Foram 3.800 km rodados e muitas histórias interessantes e de superação para contar… 
Fiz uma entrevista por e-mail com a Jacqueline especialmente respondida para o blog dos MotoTuristas, que compartilho com vocês agora:

Jacquelineprimeiropasseio

Garupa MotoTuristas: O que mais te incomodava no fato de ser garupa? 
Jacqueline: O desconforto e a falta de controle. A passividade do banco traseiro (e o capacete na minha frente atrapalhando a visão!) me incomodavam muito. Sempre gostei muito de dirigir e não sei porque nunca pensei em aprender a pilotar antes.
Garupa MotoTuristas: Tua primeira viagem foi realmente EUA? Ou antes de encarar a Ruta 66 fez alguma viagem dentro do BR?
Jaqueline: Sim, como contei no blog, aprendi a pilotar para viajar aos EUA. Nunca tinha ligado uma moto na minha vida! Mas não foi fácil: para estar preparada para a viagem em 5 meses eu frequentei tantos cursos quanto pude e treinei bastante. Queria aventura, não um problema! Acredito no treinamento e foi isso o que me proporcionou uma viagem tranquila e segura.
Garupa MotoTuristas: Quantos dias passaram nos Estados Unidos?
Jacqueline: Na primeira viagem foram 16 dias de viagem, percorrendo 3.800km de 5 estados americanos. Na segunda viajamos por 15 dias, 6 estados e 4.200km, incluindo a famosa Tail of the dragon, com suas 318 curvas em 18 km.
Garupa MotoTuristas: Como foi a sensação de pilotar nos EUA?
Jacqueline: Maravilhosa. Estradas incríveis, bem cuidadas, motoristas cautelosos, paisagens incríveis, muita segurança e infra-estrutura. Infelizmente não dá pra comparar com as estradas brasileiras.
Garupa MotoTuristas: Que dicas básicas e imprescindíveis daria para quem deseja fazer uma viagem como essa? (Rota 66) 
Jacqueline: A minha grande dica é: pesquise e faça a "sua" própria viagem. Nós estudamos muito o roteiro e as coisas que realmente gostaríamos de ver e fazer. Fomos sozinhos e isso nos proporcionou a viagem que mais nos agradaria. Não gosto de roteiros pré-organizados e grandes grupos. Nós fizemos o que queríamos fazer, no nosso tempo, do nosso jeito. Acho que isso é o mais importante de tudo.
Garupa MotoTuristas: Teu marido sempre soube do teu incômodo em ser garupa? Como ele recebeu a notícia de que passaria para o banco da frente? 
Jacqueline: Sim, sempre soube. Na maioria das vezes em que viajamos eu o acompanhei de carro ou de avião. E isso nunca foi um problema. Somos casados há vinte anos e sempre houve muito respeito em nossa relação. Não há motivo para esconder ou fingir que algo não me agrada, não é?
Meu marido recebeu a notícia muito bem e me apoiou desde o início. E, como ele diz, levar garupa também não é tão legal quanto pilotar a moto sozinho. Então juntamos as coisas e tudo passou a ser muito melhor para os dois. Hoje, em duas motos, estamos mais juntos do que nunca!
Garupa MotoTuristas: O que significa o motociclismo para você?
Jacqueline: Não é um "modo de vida" como dizem alguns, nem uma "religião" como falam outros. É uma atividade muito prazerosa. Gosto muito de pilotar. E aprender a pilotar foi um grande desafio vencido.
Garupa MotoTuristas: Costumam viajar sempre para encontros e eventos pelo BR?
Jacqueline: Não viajamos para eventos e encontros, nem no Brasil nem no exterior. Preferimos viajar para conhecer lugares.
Garupa MotoTuristas: Alguma viagem dos sonhos ainda não realizada?
Jacqueline: Ainda temos muitas viagens a fazer, claro. A fronteira EUA e Canadá deve ser a próxima. Tentamos viajar pelo Canadá na última viagem, mas não conseguimos uma locadora que nos permitisse cruzar a fronteira com as motos, então o plano foi abandonado. Mas já estamos refazendo os planos.
Garupa MotoTuristas: Para onde você já viajou enquanto garupa? E já pilotando?
Jacqueline:Como garupa eu sempre evitei a viagem em si. Chegava ao local por outros meios e só andava de moto lá mesmo. Foi assim quando o Carlos foi para o Chile, por exemplo. Fui de avião e só fui garupa nos passeios locais. 
Pilotando fizemos duas viagens para os EUA e algumas curtinhas aqui no Brasil, de não mais de 500 km. Tenho muito medo de pilotar aqui.

Para encerrar nosso post com a palavra, ninguém menos que o maridão da Jaqueline que deu total apoio e adorou o fato dela deixar de ser garupa para pilotar a própria moto em uma viagem para a Rota 66: "Nada disto teria sido possível sem a Jackie, mulher maravilhosa, de humor difícil como as mulheres maravilhosas são, perfeccionista, às vezes irritante, mas sempre com o humor (ácido, claro) a contrabalançar tudo isto, fora o bom senso fora do comum."

Essa foi a Jacqueline, uma ex garupa que agora aproveita muito mais a paixão pelo motociclismo ao lado do seu piloto… Em seu blog Suba na garupa! ela conta em detalhes como foi essa viagem…

Jacqueline rota 66

Entrevista: garupa baiana

Garupa Sandra Magalhães

O que é que a Bahia tem? Entrevista com uma garupa baiana!!! 

Durante o encontro do Fórum 2Rodas em Ilhéus na Bahia, 23 e 24 de março, em um descontraído bate-papo numa mesa de bar/restaurante em frente à Praia de Batuba  em Olivença-Ba, entre vários relatos de viagens, aventuras como a falta de gasolina na estrada, e um saudável debate sobre a figura da garupa, pedi à Sandra Magalhães, esposa do Reinaldo Magalhães de Ipiaú-Ba, que me concedesse uma entrevista sobre a sua experiência como garupa e muitos km rodados junto ao maridão.

Vejam o que ela diz e se atentem para as dicas preciosas, queridas “garupas femininas”, para que seus parceiros façam questão da sua cia em viagens acima de 600 km hahaha… (O motivo do riso é porque lá encontramos um grupo de motociclistas que não vou dizer de onde e um deles disse que alguns motociclistas preferem poupar as esposas e companheiras em viagens acima de 600 km porque são muito cansativas… sei rsrsrs… brincadeiras sérias à parte kkk com a palavra, Sandra Magalhães!)

Garupa Mototurista: O que representa o motociclismo para você?

Sandra Magalhães: O motociclismo pra mim representa solidariedade, companheirismo e ser fraterno, independente de sua raça, crença, religião ou marca de moto… É ser livre para voar, é ser desbravador por Natureza!!!

Garupa Sandra Magalhães em Buenos Aires

Garupa Mototurista: Como foi e para onde foi a sua primeira viagem na garupa de uma moto?

Sandra Magalhães: Em 1989, fomos numa Yamaha Ténéré para a Chapada Diamantina, achei ótimo!!! Também não sou de reclamar… pra mim o que conta é a companhia e também ser a companheira. Confio nele, isso me basta!

Garupa Mototurista: Na sua visão de garupa quais são as maiores dificuldades durante uma viagem? E quais são os fatores compensadores?

Sandra Magalhães: Não vou chamar de dificuldades, mas de situações: achar um bom banheiro… o resto é só alegria… A ideia é essa !!! Temos momentos de tensão, de chuva,de calor,alegria, liberdade sem regras…….é ganhar o mundo!!! Os fatores compensadores são poder desfrutar da beleza dos lugares,comer e conhecer a comida típica local com a pessoa amada, vivenciar e dividir histórias

Garupa Mototurista: Existe algum planejamento em comum para as viagens? Ou as viagens são sempre o motociclista, seu marido, quem as propõe?

Sandra Magalhães: Sim, mas na maioria das vezes é ele que sugere o lugar. Ele é fominha por estrada!!! kkk

Garupa Mototurista: Você poderia dar algumas dicas para as "garupas de primeira viagem"?

Sandra Magalhães: Ser alegre e companheira, essa é sem duvida um bom ingrediente para que seu companheiro a queira por perto. Cumprir os horários combinados, ser participativa, não ser reclamona, falar o que está gostando e o que está incomodando…

Garupa Mototurista: O que está achando do encontro em Ilhéus? Vieram de moto? Por que?

Sandra Magalhães: Estou adorando!!! Viemos de carro, para poder receber melhor os amigos, já que a maioria veio de avião.

Garupa Mototurista: Qual é a viagem ou quais são as viagens não realizadas, mas que é aquela viagem dos sonhos?

Sandra Magalhães: As viagens não realizadas e também a dos nossos sonhos são: Machu Picchu, Deserto do Atacama e a Rota 66.

 

Bem, viajar e acompanhar o companheiro em longas viagens realmente requer uma boa dose de disposição, mas a Sandra informalmente disse: você tem que amar muito, gostar muito da pessoa para acompanhá-la em viagens assim… E eu acrescento: vale à pena! Vivências assim acabam fortalecendo a união do casal, é uma cumplicidade que vai se consolidando e fazendo você querer participar sempre. É como se algo fizesse todo o cansaço se dissipar e fazer valer a pena cada km rodado.

Quer contar a sua experiência como garupa? Entre em contato conosco e compartilhe a sua história!

Garupa Sandra e Reinado

Mulher, garupa, aspirante fotógrafa

 

Garupa Fotografa Edilene Ruth, Suzuki GSX650F

Mulher, garupa e aspirante a fotógrafa!
Após “bater papo” com as Garupas no post delas sobre ser garupa, eis que nasce essa ideia. Mas continuarei sendo professora! (risos)

Antes de falar de fotos na estrada, preciso dizer que fotos na minha família é algo que permeia o cotidiano desde sempre. Meu avô fotografava, o pai dele era repórter e surgiu na minha geração vários profissionais da comunicação, minha irmã inclusive. Fora esse povo profissional que são meus parentes, há a paixão comum pelo ato de fotografar e ser fotografado presente nessa família. Acredito ter sido, junto com a minha irmã, dos bebês mais fotografados da face da Terra, mãe compulsiva a nossa, cliques infindáveis em uma época em que cada foto custava dinheiro – do filme e da revelação.

Mas eu vim falar de fotografar na estrada de um lugar privilegiado, a garupa. Às vezes fico olhando as fotos várias vezes e penso, “nossa, até que ficaram boas hein??”. Eu penso que tenho sorte, sorte de apertar o botão na hora certa e sorte de mirar a lente no “alvo” – um bom feeling também, já que adoro fotos. Eu não sou profissional, quem me dera… tenho pretensões de ser, não para fazer disso meu ganha pão, mas sim para poder congelar em imagens os momentos que vou vivendo pela estrada e pela vida.

Chega de enrolação e vamos às dicas que prometi. Primeira coisa, você tem que ter uma câmera decente, não precisa ser um equipamento profissional (ainda terei uma), mas uma boa câmera. Eu uso uma câmera Sony Cyber-shot de 14.1 mega pixels. Viram? Nada de extraordinário. Câmera em punhos literalmente, eu a prendo no pulso e no velcro da jaqueta. A próxima coisa importante é o seu piloto e sua relação com ele – como assim?? Assim olha, se não existir sintonia e confiança entre vocês, adeus fotos. A foto mais f*** que tirei, estávamos a 140km/h… fico olhando e imaginando quando vai sair outra daquela. Eu confio plenamente no meu piloto, e de verdade, não ando de moto com quem não conheça ou não sinta confiança. Outro ótimo recurso são os editores de fotos, não falo de Photoshop, falo de programas fáceis. Tem vários disponíveis para download (uso o Picasa e agora o PhotoScape). Às vezes tem asfalto demais para moto de menos, vai lá e corta o que está de sobra, enquadra no editor. Porque enquadramento perfeito em todas as fotos só sendo profissional mesmo. Lembre-se que geralmente você e o objeto fotografado estarão em alta velocidade, junte também a trepidação e o vento.

Mas a melhor receita é: MIRAR E APERTAR!!!! Mirar e apertar infinitamente, afinal não precisamos comprar filmes, e se não ficou bom é só apagar depois. Em um bate e volta até Ribas do Rio Pardo, por exemplo, eu postei em torno de 90 fotos, porém bati mais de 200.

Minha prioridade sempre são AS MOTOS, elas são as protagonistas sempre. O céu, a paisagem e o asfalto sempre são os convidados especiais que ajudam a abrilhantar a festa.

 

Acessórios, Peças, Ferramentas

Troquei a Yamaha XT660R pela BMW G 650GS, removi os acessórios. As peças novas e usadas, acessórios e ferramentas estão à venda.

Peças e acessórios usados na Yamaha XT660R:

  • Peça acessório: Baú GIVI cor preta, chave vermelha, capacidade 45 litros armazena 2 capacetes com capa de chuva por R$200 + frete
  • Peça acessório: Cavalete central em aço reforçado, cor preta permite a troca de pneu traseiro ou óleo, mesmo com peso no bagageiro, permite manutenção na estrada por R$ 100 VENDIDO + frete
  • Peça acessório: Suporte de bagagem e Base monolock M5, marca GIVI para baú. A base é a peça chave para acoplar baús GIVI de qualquer tamanho por R$ 200 VENDIDO + frete
  • Peça acessório: Parabrisa ou bolha CRISTAL! Única bolha nacional com 3 regulagens de altura, exclusiva para XT660 medindo 50 cm de altura chegando  a 56 cm acima do farol e 46 cm de largura. Parabrisa ideal para viagens longas, 4,0 mm de espessura. Não precisa furar a moto utiliza as posições já existentes de parafusos, com sustentação nos parafusos das bengalas dianteiras, sua instalação pode ser feita em casamantendo ou não a bolha original por R$ 300 VENDIDO + frete
  • Pneus: 3 câmaras de ar, Michelin e Pirelli, sendo: 1 câmara de ar Michelin AirsStop 17MH 140/70, 130/70, 120/90, USADA com 3 remendos e bico ou válvula nova; 1 câmara de ar Pirelli 70/90-21, 80/90-21, 80/100-21 USADA com 1 remendo; 1 câmara de ar do pneu traseiro XT 660 USADA com1 remendo por R$ 50 VENDIDO + frete

Peças NOVAS da Yamaha XT660R:

  • Coroa dentada original VAZ
  • 4 fusíveis originais
  • 2 velas NGK CRB7 e 8BR8ES
  • 8 lâmpadas Farol H4 Yamaha
  • 7 lâmpadas Pisca amarela Yamaha
  • 2 manetes de metal direita e esquerda

Fórum 2Rodas em Ilhéus

Garupas em Fórum 2Rodas IlhéusGarupas de verdade topam qualquer parada. Até sair de Campo Grande-MS, num sábado, ir até Ilhéus-Ba, para um encontro do Fórum 2Rodas, e voltar no dia seguinte. A encantadora Ihéus, a 456 km de Salvador, também  conhecida por carinhosos apelidos como “Princesinha do Sul” ou “Capital do Cacau” nos esperava com um sorriso feito sol e um abraço do tamanho da beleza do mar. 

Bem, a viagem rumo ao encontro do Fórum 2Rodas não foi na garupa da BMW, mas o motivo da viagem foram as duas rodas. Saímos de Campo Grande num sábado de manhã e após uma conexão em Brasília, tivemos um dos voos mais agradáveis que já fiz, sob a responsabilidade do comandante Rolim da Avianca. Foi uma viagem eu diria que agradavelmente cultural, pois em vários momentos o comandante Rolim foi fornecendo aos passageiros, curiosidades não só sobre Ilhéus, mas de outras cidades baianas. Por exemplo, você sabia que toda a batata consumida pela rede McDonald’s no Brasil é fornecida pela Bahia? Que parte do óleo produzido em fazendas daquele estado vai para a Nasa? Após um belíssimo voo panorâmico de deixar qualquer um embasbacado, pousamos no Aeroporto Jorge Amado.

Pronto, chegamos para o encontro do Fórum 2Rodas, criado em 2006 com a finalidade de discutir e trocar informações sobre o motociclismo. Bressan e Lilian de Brasília, Tumatty de Ituverava – SP, Wanda de Vitória – ES, Gargamel e Tânia de Campo Grande – MS e os anfitriões Reinaldo e Sandra de Ipiaú – Ba, marcaram presença no encontro. E que encontro! Um dos mais agradáveis que já pude presenciar. Claro que o cenário ajuda, mas a participação de pessoas tão bacanas, simpáticas, hospitaleiras e receptivas em muito enriqueceu esse breve, mas caloroso encontro.

E como foi uma riqueza de encontro, nosso primeiro destino foi a Praia dos Milionários. Praia limpa, vazia (mas segundo Reinaldo e Sandra, em alta temporada lota), ladeada por coqueiros, uma maravilha! Como fomos os últimos a chegarmos, o restante da turma nos esperava para o almoço, que acabou saindo quase no final da tarde, à beira da piscina do hotel. Quer riqueza maior que isso!? Só a presença do Milionário (Gargamel) e José Rico (Tumatty) rsrsrs e é claro, a riqueza cultural do centro histórico de Ilhéus que visitamos à noite. O Pirilampo era a atração da praça em frente à Igreja São Sebastião. Um carro com 12 mil lâmpadas e penduricalhos! Foto perto do carro pode, foto dentro do carro, só se comprar o DVD contendo todos os programas que seu dono já participou: Jô Soares, novela Renascer, dentre outros.

Pelo centro passamos algumas horas visitando os pontos turísticos e culturais, como o Bar Vesúvio, o famoso Bataclan, uma espécie de centro cultural com várias salas, onde tocava uma banda de rock na Sala dos Artistas e em uma outra sala encontrei até uma mini biblioteca. Observei que os livros estavam organizados (agora vos fala a bibliotecária e não a garupa! rs) e ao indagar a moça que havia feito a classificação, a mesma respondeu: eu! E então lhe perguntei: você é bibliotecária? E ela rapidamente: Não! Mas eu me viro, li, peguei umas apostilas… Bem, ao menos a moça teve boa vontade e a biblioteca é bem organizadinha.

Motociclistas em Fórum 2Rodas Ilhéus

Dia seguinte, após uma chuva gostosa que caiu durante a madrugada, fomos a Olivença, na praia de Batuba… Só um café da manhã regado a cuscuz, suco de cacau, banana da terra frita e muitas outras gostosuras para aguentar o dia agitado na praia.

Como foi um bate e volta e tudo o que é bom dura pouco, nosso passeio do Fórum 2Rodas em Ilhéus chegou ao fim. Dele, voltamos com rugas a menos (porque o sorriso ajuda a preveni-las), com o fortalecimento das amizades e com a certeza de que na segunda-feira estaríamos pensando: puxa, ontem uma hora desses estávamos lá na terra da SEMPRE GABRIÉÉLA!!! E as 2Rodas, o que tem a ver com tudo isso???!!! Bem, a paixão pelo motociclismo é a responsável por tudo isso! E garupas do Fórum 2Rodas em terra de coronéis topam qualquer parada…Até sair de Campo Grande-MS, num sábado, ir até Ilhéus-Ba, para um encontro do Fórum 2Rodas, e voltar no dia seguinte. E confesso, não foi nada difícil! Hehehe 

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Garupas em Moto Casal em Bonito, MS

Garupas em moto casais
A história do Moto Casais em Bonito, MS é mais ou menos assim: evento que nasceu do desejo do casal
Boeira em fazer um passeio juntos um pouco mais longe de Capanema, PR onde moram e acabou ganhando a simpatia de alguns casais do motociclismo.

Nesta edição de 2013, além de uma quantidade razoável de casais – para não dizer que não sei precisar 😉 – participou um ou outro "avulso" (mesmo que solteiro, livre, separado, sozinho). Sim, porque a ideia é confraternizar! Casais que durante o feriado do Carnaval saíram de suas respectivas cidades de moto ou em carros de apoio ( Foz do Iguaçu, Porto Alegre, Três Lagoas, Dourados…) e foram se encontrando ao longo do caminho até chegarem na região de Jardim e Bonito em MS. A primeira grande reunião da turma se deu na noite do domingo de Carnaval em uma pizzaria na cidade de Jardim. Em clima de muita descontração, como costumam ser esses encontros, revi conhecidos, bem como conheci novas pessoas.

Dia seguinte, segundona de Carnaval, a turma reuniu-se no balneário municipal de Bonito para um banho de chuva no Rio Formoso. Como os iguais se atraem, logo na chegada do balneário encontramos um casal de uruguaios que há alguns anos moram no Rio Grande do Sul: Pedro e e sua garupa Rina, casal cheio de histórias e gente boa! Foram apresentados pelo Gargamel aos demais do grupo. Não! Eles não se conheciam, acabaram de se conhecer. Porque é assim, irmandade reconhece irmandade.

Turma reunida, tivemos um dia muito agradável, cheia de riso, troca de experiências e informações de viagens, que nem a chuva foi capaz de estragar. Afinal, quem está na chuva é pra se molhar: motociclistas e garupas que o digam!

À noite, a reunião foi em Guia Lopes da Laguna, onde parte da turma estava hospedada. Lanchonete Lagunão foi o point e recomendadíssimo pelos preços acessíveis e deliciosos pratos de peixe.
Terça, dia de dormir até a hora que desse vontade, tomar café da manhã, e aguardar o Rickão, MotoTurista que saiu de Campo Grande com Gargamel e sua garupa, a que vos fala!

Garupasemmotocasais
Dias deliciosos, vale ressaltar a calorosa recepção em Aquidauana, MS  pelo Nômade e sua família, incluindo seu neto Bruno, que é um jovem motociclista e também colocou a sua garupa na moto participando do Moto Casais. Coisa emocionante foi ver avô e neto nesta aventura!!! Espero encontrar a todos no próximo Moto Casais, em que lugar será? Taí, deixo a enquete: mesma região (Jardim/Bonito) ou quem sabe uma outra cidade dentro ou fora do Mato Grosso do Sul? Não sei o que o idealizador do evento tem em mente, mas o que a turma pensa?
Vamos lá, façam suas apostas!  😉

Próximo destino do Gargamel e sua garupa sem a BMW: Ilhéus, Bahia.

Mulher na garupa da moto

Ao mundo em 2 Rodas:

 Sou uma mulher e engrosso as estatísticas daquele terceiro personagem de uma cena que envolve dois grandes coadjuvantes: a moto e o motociclista, não necessariamente nessa ordem de importância. Depende do ponto de vista e do contexto em que se queira analisar tal colocação. Como a minha intenção não é levantar polêmicas deixo isso para lá, ao menos por hora!

😉 Antes que você arrisque o nome deste terceiro personagem, baú? alforge? capacete?…
Prazer, sou a "garupa"!

Após algumas experiências em viagens sobre 2 rodas, como mulher na garupa da moto e planejando futuras – já que pelo andar da carruagem (ops! da motocicleta), deveremos juntar os "trapos", ops! os baús e alforges, senti necessidade de expor a minha visão do antes,  durante e depois de uma viagem, de um moto passeio, um evento ou atividades ligadas ao motociclismo.

Há quem ame ser garupa. Mas há os que detestam sentar em uma. Há aqueles que viraram motociclistas porque dizem, a sensação de ser garupa não foi suficiente para suprir o seu espírito aventureiro. Há quem considere que pilotar é para o fracos hehehe e ser garupa é que está com tudo! Não importa de que lado hoje você se encontra, quem gosta do motociclismo sempre tem alguma história para contar e compartilhar envolvendo a garupa.

Eu amo ser garupa e ser garupa é uma questão de confiança no parceiro, no piloto, muito além do espírito aventureiro que sabemos pode ser colocado em prática com outras atividades.
Aviso aos leitores do blog MotoTuristas, não tenho nenhuma pretensão científica, editorial ou mesmo rigorosamente técnica. Serão impressões, compartilhamentos, trocas de dicas, experiências e talvez algum outro ponto que agora não esteja me lembrando. Nada de stress! A ideia é tornar prazeroso o registro e a leitura desses registros, cujo formato não segue uma regra: pode ser texto, foto, vídeo e o que a imaginação e a tecnologia permitir…

Então, suba na garupa e pegue carona nesta ideia! Dizem que por trás de um grande homem existe sempre uma grande mulher… Eu diria também que no banco traseiro de um grande piloto existe sempre uma grande garupa.

😀 Brincadeiras à parte, se você é mulher, homem, garupa, motociclista, possui moto ou pretende ter uma, é de moto clube ou não quer saber disso não importa, somos livres para viver o motociclismo em todas as suas possibilidades! Um moto abraço a todos, de uma garupa que por acaso é MULHER!

Mulher nagGarupa das motos

 

Qual a MELHOR marca de motos no Brasil?

RONDA proibe divulgar marca nos BLOGS60 marcas de motos no Brasil, qual a MELHOR? Depende!
Qual o melhor relacionamento com os motociclistas? Já que as mulheres somam 25% dos motociclistas no Brasil, o cuidado no relacionamento pós venda é ouro para o motociclista.
Mas… pode ou não pode divulgar a marca de sua moto na web? Já que é um relacionamento a dois, digamos de amor à primeira vista entre motociclista e sua máquina, será que todas as marcas permitem divulgar sua marca?
Observe a lista de marcas de motos abaixo e escreva pra gente:
Por que uma “marca de moto japonesa” NÃO aparece na lista abaixo?
Qual a MELHOR marca de motos no Brasil?

Em ordem alfabética, 60 marcas de motos no Brasil:

Falta alguma? RONDA?? Como? De onde?

Moto BMW G650GS

BMW 650GS Mototurismo Brasil Video Riders

Você tem BMW G650GS série F, G, X, Challenge ou Sertão?

  • Você tem moto BMW G650GS série F, G, X, Challenge ou Sertão? Elas são raras no Brasil, mas existem. O editor deste blog tem uma BMW G650GS Sertão 2012 / 2013.
  • Está pesquisando ou quer dicas e avaliações da BMW G650GS?
  • Quer comparar BMW G650GS com BMW G650GS Sertão ou outra moto BMW GS?
  • Quer comprar sua moto BMW Trail? Quer vender sua moto BMW G650GS? Quer trocar pela moto BMW F800GS?
  • Você também pode publicar no Blog dos MotoTuristas a sua experiência!

BMW em alemão: Bayerische Motoren Werke
BMW em português: Fábrica de Motores da Baviera

Viagem da Argentina ao Chile em 2 motos BMW

Rally Dakar 2013 Peru Argentina Chile

5 dicas de viagem de moto no fim de ano: da casa de Che Guevara na viagem da Argentina ao Chile no Rally Dakar!

Todos os anos, natal, ano novo e aniversário na estrada, de moto nos países do Cone Sul: Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai.

 

  1. Natal: fuja de festas de rotina, viaje de moto pelo Cone Sul ou só da Argentina ao Chile!
  2. Ano Novo: viaje pela Cordilheira dos Andes sem previsão de stop on the road! Aventure-se! Leve sua moto pra conhecer a os Andes Argentinos ou deixe a moto te levar!
  3. Argentina: Saia do Brasil, atravesse a Argentina até a fronteira com Chile, suba a Cordilheira dos Andes, deça até o deserto do Atacama chileno! Aprenda a falar espanhol on the road!
  4. Rally Dakar Argentina e Chile: Não precisa entrar no Chile pra curtir o Rally Dakar 2013. No dia 11 de janeiro de 2013, os pilotos saem da fronteira chilena para Argentina pela Cordilheira dos Andes! Entrar no Chile na época do Rally Dakar, exige paciência na aduana, seguro chileno Carta Verde, hotéis no Deserto do Atacama são mais caros na alta temporada, câmbio de moedas argentinas e chilenas, pense bem se seu cartão de crédito aguenta tanta adrenalina!
  5. Aniversário do MotoTurista: não bebe cerveja, não gosta de presentes pra carregar na bagagem, então, não se preocupe com grana pra festa, vamos curtir o niver em alguma “Ruta Argentina” assistindo a largada de Lima, do Rally Dakar Peru dia 5 de janeiro via telão gigante com vários moto turistas na Argentina!

Antes da Moto Viagem:

2 Moto Turistas Brazil Riders, MotoTurista e Glauco planejam sair de Mato Grosso do Sul até o deserto do Atacama na fronteira chilena pra curtir o Rally Dakar 2013 em 2 BMW G 650 GS modelo 2012. Como faz todos os anos, MotoTurista evita passar natal e ano novo no Brasil. Os dois moto turistas têm experiência com moto big trail on the road. Resumo dos últimos meses em moto big trail:

  • MotoTurista tinha uma Yamaha XT 6660R 2006 depois de arrebentar a corrente 3 vezes em uma semana, voltando do Moto Capital Brasília 2012, passando por Minas Gerais e São Paulo.,Trocou a XT660R por uma BMW G 650 GS modelo 2012 na concessionária Raviera Motors.
  • Glauco tinha uma BMW G 650 GS 2010, aquela de 1 farol só com rodas raiadas. Acidentou no trânsito de Campo Grande, MS e a seguradora deu perda total dando outra BMW 650 GS em 2011, modelo 2012, já com farol duplo e rodas de liga leve.
  • 2 BMW G 650 GS brancas com diferença so na kilometragem e cor do banco, o que diferencia o  ano de fabricação: 2011 e 2012 e 10.000 Km rodados a mais na moto do Glauco comprada em 2011. As 2 motos têm rodas de liga leve sem câmara de ar, a mesma autonomia de combustível, enfim, as mesmas condições pra viajar pelo Argentina até o Rally Dakar.

Rota em dezembro/2012: Brasil à Argentina

12 dias de Dezembro 2012: 2.700 Km

A rota está focada em rodar de moto somente no norte argentino começando pela casa de Che Guevara, onde ele teve sua infância. Só ao final de dezembro subimos a cordilheira argentina. Em janeiro de 2013 finalizamos pela Ruta 52 até Paso de Jama antes da fronteira chilena que continua no Deserto de Atacama. Não vamos visitar o Chile. Que vida dura! (risos chilenos) Voltando pela Ruta 52, encontraremos o Rally Dakar que entra na Argentina. As paradas de até 3 dias darão muita informação do Mototurismo argentino aos motociclistas do Cone Sul. Lembrando que o fim de ano em Salta, não vamos ao Tren de las Nubes pois janeiro e fevereiro, época de chuvas o trem mais alto do mundo não anda nas nuvens com raios e trovoadas (risos argentinos). Clique nas Rutas de Mapas abaixo pra nos acompanhar!

Data da ViagemDESTINOMAPASKm
1º dia, 20 de dezembro de 2012, 5ª feiraPrevisão: 640 Km
Campo Grande, MS
Moto do Glauco, revisão 20.000 Km
BMW - Star News Av. Brasil, 4986

Cascavel, PR, Brasil
BR 163 e 467
PR 163

640
2º dia, 21 de dezembro de 2012, 6ª feiraPrevisão: 200 Km
BMW StarNews Av. Brasil 4986
Cascavel, PR, Brasil
Visita ao Gargamel na Fronteira
Dionísio Cerqueira, SC, Brasil
BR 182
PR 182 e 281
PR 163

200
3º dia, 22 de dezembro de 2012, sábadoPrevisão: 350 Km
Dionísio Cerqueira, SC, BrasilAduana Argentina
Bernardo de Irigoyen, Argentina
BR 16310
Bernardo de Irigoyen,
Misiones, Argentina
Casa de Che Guevara
Caraguatay,Misiones,
Depto. Montecarlo, Argentina
Ruta 14
Ruta 17
Ruta 12


160
Caraguatay, Misiones,
Depto. Montecarlo, Argentina
Posadas,
Misiones, Argentina
Ruta 12180
4º dia, 23 de dezembro de 2012, domingoPrevisão: 930 Km
Posadas, Misiones, ArgentinaResistencia, Chaco, ArgentinaRuta 12340
Resistencia, Chaco, ArgentinaQuimili,
Santiago del Estero, Argentina
Ruta 11, 89390
Quimili,
Santiago del Estero, Arg.
Santiago del Estero,
Santiago del Estero, Argentina
Ruta 89, 34
200
5º dia, 24 de dezembro de 2012, 2ª feiraPrevisão: 70 Km
Santiago del Estero, ArgentinaEmbalse Rio Hondo, Termas de Río Hondo,
Santiago del Estero, Argentina
Ruta 970
7º dia, 26 de dezembro de 2012, 4ª feiraPrevisão: 400 Km
Termas de Río Hondo,
Santiago del Estero, Argentina
BMW - Berlin Autos, Yerba Buena
Av. Aconquija 1475
0381-4255612, 0381-4252818, 0381-4316056
San Miguel de Tucumán, Argentina
Ruta 990
San Miguel de Tucumán,
Argentina
Embalse El Cadillal
San Miguel de Tucumán, Argentina
Ruta 9, 34830
Embalse El Cadillal,
San Miguel de Tucumán,
Sr. Hector e Maria, Hostal Yatasto,
Salta, Argentina
Ruta 348, 9280
12º dia, 31 de dezembro de 2012, 2ª feiraPrevisão: 110 Km
Salta, ArgentinaBarrio Los Perales, Sr. Miguel Liendo,
irmão Brazil Rider e Big Trail
San Salvador de Jujuy, Jujuy, Argentina
Ruta 9110
 TOTAL em 12 dias de Dezembro de 2012:2.700 Km

Rota em janeiro/2013: Paso de Jama ao Brasil

16 dias de Janeiro 2013:  Km

Começando a subir a Cordilhiera dos Andes, vamos comemorar meu aniversário de 52 anos na Ruta 52 dia 5 de janeiro. Dia 11 é o dia do encontro com Rally Dakar saindo do Chile no Deserto de Atacama, entrando na Argentina. Dali voltamos ao Brasil em menos de uma semana. Acompanhe nossa rota clicando nos Mapas de Rutas.

Data da ViagemDESTINOMAPASKm
14º dia,  2 de janeiro de 2013, 4ª feiraPrevisão: 190 Km
Barrio Los Perales, Sr. Miguel Liendo
San Salvador de Jujuy, Jujuy, Argentina
Lagunas de Yala, Jujuy
Cordilheira dos Andes
Ruta 9
Ruta 4
30
Lagunas de Yala, Jujuy
Cordilheira dos Andes
Cordilheira dos Andes
Purmamarca, Jujuy, Argentina
Ruta 9
Ruta 52
60
Purmamarca, Jujuy
Mapa via Ruta 52
Salar Salinas Grandes
Entre Purmamarca e Susques
Ruta 5265
Salar Salinas Grandes
Entre Purmamarca e Susques
Bar Caf'e Pastos Chicos
Susques, Jujuy, Argentina
Ruta 5265
17º dia, 5 de janeiro de 2013, sábado,
Aniversário do Gargamel, 52 anos na Ruta 52
Previsão: 270 Km
Aniversário do Gargamel
Bar Caf'e Passos Chicos

Susques, Jujuy, Argentina
Fronteira Argentina e Chile
Paso de Jama, Jujuy, Argentina
Ruta 52155
Fronteira Argentina e Chile
Paso de Jama, Jujuy, Argentina
Aniversário do Gargamel
Bar Caf'e Pastos Chicos

Susques, Jujuy, Argentina
Ruta 52155
18º dia 6 de janeiro de 2013, domingoPrevisão: 210 Km
Bar Caf'e Pastos Chicos
Susques, Jujuy, Argentina
Barrio Los Perales, Sr. Miguel Liendo
Irmão Brazil Riders e Big Trail

San Salvador de Jujuy, Jujuy, Argentina
Ruta 52
Ruta 9
210
23º dia 11 de janeiro de 2013, 6ª feiraPrevisão: 100 Km
Barrio Los Perales, Sr. Miguel Liendo
Irmão Brazil Riders e Big Trail

San Salvador de Jujuy, Jujuy, Argentina
Rally Dakar
Salta, Argentina
Ruta 9100
24º dia, 12 de janeiro de 2013, sábadoPrevisão: 100 Km
Barrio Los Perales, Sr. Miguel Liendo
San Salvador de Jujuy, Jujuy, Argentina
Rally Dakar
Salta, Argentina
Ruta 9100
25º dia, dia 13 de janeiro de 2013, domingoPrevisão: 820 Km
Rally Dakar
Salta, Argentina
Resistência, Chaco, ArgentinaRuta 9
Ruta 16
820
26º dia, dia 14 de janeiro de 2013, 2ª feiraPrevisão: 640 Km
Resistência, Chaco, ArgentinaPuerto Iguazu, Misiones, ArgentinaRuta 12640
27º dia, dia 15 de janeiro de 2013, 3ª feiraPrevisão: 770 Km
Puerto Iguazu, Misiones, ArgentinaMedianeira, PR, BrasilBR 27775
Medianeira, PR, BrasilMarechal Rondon, PR, BrasilPR 495125
Marechal Rondon, PR, BrasilCampo Grande, MS, BrasilBR 163570
 TOTAL em 15 dias de Janeiro de 2013:3.100 Km

Rota finalizada em 15 de janeiro de2013 no Brasil

Próxima Etapa:Classificar fotos e vídeos de 6.000 Km

Começando a classificar fotos e vídeos na última semana de janeiro de 2013 para compartilhar no Blog dos MotoTuristas.
Parabéns pela sua paciência até aqui, (risos brasileiros)! Comente abaixo e dê sugestões pra nossa viagem!

Rally Dakar Peru Chile Argentina

Dakar 2012 Bandeiras da Argentina, Chile e PeruBaixe o mapa da América do Sul com cronograma e Rota do Rally Dakar Oficial 2012. Rally Dakar Peru Chile Argentina Voltando por Paraguai até o Brasil

Cronograma MotoViagem Rally Dakar 2012

Cronograma MotoViagem rota Rally Dakar 2012 no Peru, Chile e Argentina
Tempo:25 dias de 28 de dezembro de 2011 a 21 de janeiro de 2012
Rota:1. Brasil via MS, MT, RO, AC
2. Peru via Machu Picchu + Titicaca + Rally Dakar
3. Chile via Deserto Atacama
4. Argentina via Chaco Argentino
5. Brasil via Foz do Iguaçu, PR até MS
3.300 Km
2.000 Km
1.000 Km
1.500 Km
0.700 Km
Total:4 países, 4 estados brasileiros em 1 mês8.500 Km

Brasil ao Peru via Acre em 1 semana

DataOrigemDestinoDistância
4ª feira 28/12/2011MS Campo GrandeMT Várzea Grande710 Km
5ª feira 29/12/2011MT Várzea GrandeRO Vilhena710 Km
6ª feira 30/12/2011RO VilhenaRO Ji-Paraná330 Km
Sábado 31/12/2011RO Ji-ParanáFELIZ ANO NOVO 2012...
Domingo 01/01/2012RO Ji-ParanáRO Porto Velho380 Km
Domingo 01/01/2012RO Porto VelhoAM Humaitá Transamazônica210 Km
3ª feira 03/01/2012AM Humaitá TransamazônicaRO Vista Alegre do Abunã440 Km
4ª feira 04/01/2012RO Vista Alegre do AbunãAC Xapuri e AC Brasileia440 Km
5ª feira 05/01/2012AC BrasileiaPERU, Puerto Maldonado460 Km
Duração: 9 diasMato Grosso do SulPERUCampo Grande, MS
a Puerto Maldonado, PERU: 3.220 Km

Peru ao Chile via TrasnOceânica + Machu Picchu + Rally Dakar em Arequipa

DataOrigemDestinoDistância
6ª feira 06/01/2012Puerto Maldonado, PERUCusco, PERU540 Km
Sábado 07/01/2012 a
3ª feira 10/12/2012
1. Cusco, PERU
2. Norton Red Rats Pub
3ª feira 10/01/2012Cusco, PERUPuno, PERU390 Km
3ª feira 10/01/20121. Puno, PERU
2. Lago Titicaca
4ª feira 11/01/2012Puno, PERUMoquegua, PERU400 Km
4ª feira 11/01/2012Rally Dakar às 5h da manhã
4ª feira 11/01/2012Moquegua, PERUIquique, CHILE
Via Oceano Pacífico
500 Km
PERU ao CHILE em 12 diasPuerto Maldonado, Madre de Dios, PERUIquique, CHILEPERU ao CHILE: 2.000 Km

Chile à Argentina + 5 noites no Deserto do Atacama

DataOrigemDestinoDistância
5ª feira 12/01/2012
a sábado 14/01/2012
Arica, CHILE
domingo 15/01/2012Arica, CHILECalama, CHILE680 Km
2ª feira 16/01/2012Calama, CHILESan Pedro de Atacama, CHILE100 Km
2ª a 5ª feiraSan Pedro Atacama, CHILE 1. Deserto Atacama
2. Salares Chilenos
3. Valle de la Luna
4. Geiser y Machuca
5. Laguna Cejar
5ª feira 19/01/2012San Pedro de Atacama, CHILESan Salvador de Jujuy ou Salta, ARGENTINA480 Km
Viagem 8 diasIquique, CHILESan Salvador de Jujuy ou Salta, ARGENTINATotal: 1.300 Km

Argentina ao Brasil via Paraguai até Campo Grande MS

Argentina ao BrasilOrigemDestinoDistâncias
Viagem 2 ou 3 diasSan Salvador de Jujuy ou Salta, ARGENTINACampo Grande, MS, Brasil1.820 Km
6ª feira 20/01/2012San Salvador de Jujuy ou Salta, ARGENTINAFormosa, ARGENTINA920 Km
Sábado 21/01/2012Formosa, ARGENTINA, via PARAGUAYCampo Grande, MS, BRASIL900 Km

 

Tablet, Produtividade, MotoTurismo

Nem celular, nem notebook ou netbook:
Tablet, Produtividade = MotoTurismo
Tablet ou Nebook ou Smartphone ?

A tecnologia está avançando no mototurismo e seus mais recentes ”habitantes” são os tablets produtividade, que começam a tomar o lugar dos notebooks, netbooks e até mesmo de alguns celulares da categoria smartphone.

Wi-Fi, GPS, Bluetooth, 3G/4G, HDMI, dual-core, quad-core são alguns dos atrativos dos aparelhos. Até o 3D está presente nos tablets produtividade, como é o caso do LG Optimus 3D.

Dentre os mais famosos disponíveis no mercado brasileiro, citamos o Motorola XOOM, os Samsung Galaxy Tabs de 7”, 8.9” e 10.1”, Acer Iconia, Toshiba myPad, ZTE V9, Huawei Ideos, Asus Transformer. Suas características variam em:

  • tamanho: com telas de 7” a 10”; processamento: desde single-cores até quad-core;
  • câmeras: as frontais com 1.3 / 3 mp e as câmeras traseiras 3.2 / 12 mp;
  • conexões: Wi-Fi, 3G, USB, Bluetooth.

Tudo isso voltado para a produtividade do motociclista durante e depois da motoviagem. Mas quais seriam os usos de um tablet produtividade? Várias. Você pode fazer anotações durante uma reunião. Fazer checklist antes de uma MotoViagem ou inventário de peças e ferramentas para viagem de moto. Apresentações rápidas. Demonstração rotas alternativas e hoteis da região ou produtos regionais. Há várias utilizades para os tablets produtividade, não somente ver vídeos, tirar fotos e navegar na internet. É apenas questão de começar a usá-lo.

  • E a produtividade para o MotoTurismo?
  • Por que os usuários não pensam neste assunto?
  • Por que ainda não vemos estes dispositivos em uso no MotoTurismo?

Imagine numa reunião de planejamento de MotoViagem, você é pego de surpresa para apresentar aquele gráfico e está no seu PC ou notebook. Com um tablet produtividade seria mais fácil, bastaria acessar a rede corporativa ou doméstica e carregar a apresentação ou o slide. Existem adaptadores que permitem ligar o tablet a projetores ou TVs LCD. Ou então, saiu pra uma viagem mas, não levou o notebook e precisa ver os e-mails. Hoje o MS Exchange já vem integrado no sistema Android. O VoIP permite que você leve seu ramal onde você estiver. Está tudo alí. Existem poderosos aplicativos de produtividade para viagem de turismo, Evernote para anotações, Documents To Go, QuickOffice, etc. Precisa digitar um texto mas não gosta do teclado touch? Existem muitas opções de teclados e mouses Bluetooth que funcionam muito bem nos tablets produtividade.

Colaboração: Rodrigo Speller e Allan Robson @Clube_Android

 

 

Rede Brazil Riders Brasil Argentina Paraguai

Rede Brazil Riders Brasil Argentina Paraguai

Rede Brazil Riders reunida na tríplice fronteira Brasil, Argentina e Paraguai em Foz do Iguaçu, Puerto Iguazu e Ciudad del Este.

“Só é Brazil Rider quem realmente viaja!” A cada ano, nos reunimos em Estados diferentes. Hoje vamos mostrar como foi a convenção dos Brazil Riders e m 2010, na tríplice fronteira, nas cidades de Foz do Iguaçu, Paraná que faz fronteira com Puerto Iguazu em Missiones, Argentina que também faz  fronteira com Ciudad del Este, Paraguai. Daí o tútulo tão grande dessa matéria postada. Nosso encontro ou convenção em 2010 foi no feriadão de 15 de novembro. Hospedamos em Foz do Iguaçu para centralizarmos nossas confraternizações e eventos de mototurismo. E haja fila de motos pra juntar todos de hotel em hotel, até em camping.
Saimos de Campo Grande, MS, tres Brazil Riders: eu (Rodrigo) na Yamaha TDM 850, Nelito do MC Motors Vivos  na Suzuki DR 800 e Aurican, o Chiapas na Honda Sahara 350. Todos Brazil Riders de Campo Grande, MS. Uma coisa interessante no motociclismo virtual é que eu Conheci o Chiapas no dia da viagem, ou melhor, às 5 horas da manhã no posto de gasolina, depois de trocar e-mails com ele por 3 anos na mesma cidade e nunca nos vimos ou falamos pessoalmente, porque ele viaja de carro a serviço semanalmente. O Nelito, me conhece desde 2003, quando viajei pra Chapada dos Guimarães, MT e me encontrei com ele em Cuiabá, MT. Cada um com sua Yamaha Virago 250, há 8 anos atrás.

As estradas de MS e PR na ida a Foz do Iguaçu: Saimos de Mato Grosso do Sul pela BR 163, entrando no Paraná pela cidade de Guaíra. Antes de chegar ao Paraná, em MS, passamos ao lado da fronteira com Paraguai. Em plena BR 163 havia fila dupla de brasileiros que compram produtos importados na cidade de Salto del Guaira. Como era véspera de feriadão de 15 de novembro, em MS nos perdemos um do outro no congestionamento. Entre MS e PR, a dica é filmar os quase 4 km da ponte Ayrton Senna sobre o rio Paraná e seus 5.000 veículos por dia. Depois de Cascavel a auto-estrada é um show de asfalto na Rodovia das Cataratas, a BR 277 que corta todo o estado do Paraná até Foz do Iguaçu. A BR 277 é mantida pela concessionária Ecovia, tem vários postos de pedágio, sinal de celular em toda a rodovia,  SAU – Serviço de Atendimento ao Usuário pelo telefone 0800-410-277, uma das vantagens da BR 277 pedagiada.

As estradas na volta de Foz do Iguaçu ao MS: Nossa intenção não é voltar pagando pedágio, mas fotografar, então  pagamos só um pedágio em São Miguel do Iguaçu, PR e saindo da BR 277. O pedágio na BR 277 mais caro é justamente o mais próximo de Foz do Iguaçu, em São Miguel do Iguaçu, Km 704. Em setembro de 2011 reconferi os preços: Carros a R$9,80 e Motos R$4,90.
Voltamos por um percurso menor, pela rodovia estadual PR 495, cheia de fazendinhas, chácaras, muitas curvas, pequenos povoados e, claro, sem auto-estrada. Esse atalho paranaense  vai de Medianeira até Marechal Cândido Rondon. A rodovia estadual PR 495 sai da BR 277 no Km 672 na cidade de Medianeira, PR. Conheça o trecho de 122 Km:

 

Início: BR 277, Km 672

  1. Medianeira
  2. Missal
  3. Santa Helena
  4. São Clemente
  5. Entre Rios do Oeste
  6. Pato Bragado
  7. Iguiporã
  8. Marechal Cândido Rondon

Fim: BR 163

Mapa Parana Foz do Iguaçu a Marechal Candido Rondon
Entre Medianeira e Marechal Cândido Rondon pela PR 495 e PR 239, são 122 Km, apesar que Google Maps não mostra os rios nesse trecho, existem várias pontes sobre as cheias originadas de Itaipu. Inclusive balneários à beira da rodovia, verdaderio festival de MotoTurismo sobre as águas,opções de camping e pousadas.

 

BIGA | Triciclo para Cadeirantes PNE

No dia do motociclista, 27 de julho de 2011, tive um acidente de moto e quebrei o cotovelo. Fui submetido a cirurgia, meu cotovelo ganhou 2 pinos de platina e um arame de amarração interna. Fotos antes e depois da cirurgia. Agora, com o braço imobilizado e suspenso numa tipoia pendurada no pescoço, não tenho habilidade pra manobrar uma moto até o final do ano. Pensei em testar um triciclo e descobri que em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o  professor de mecânica industrial do SENAI, Oraci Silva da Costa inventou e patenteou o BIGA em 2007. Um triciclo para cadeirantes. E já está lançando o nomvo modelo 2012. As primeiras fotos do novo modelo 2012 sairão aqui no Blog dos MotoTuristas ainda em 2011.

O primeiro triciclo para cadeirante, como surgiu?
“Eu e meu sócio Oraci, gostamos de moto, meu sócio fez o desenho, fizemos um protótipo e o tricilo foi melhorando, até chegar ao que é hoje”, conta o advogado Paulo Tadeu de Barros Mainardi Nagata, sobre o professor de mecânica industrial do Senai, em Mato Grosso do Sul, por 35 anos Oraci Silva da Costa.
Depois, homologaram no DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito, registrando como triciclo Biga. Utilizaram o sistema de freio, sinalização, iluminação, suspensão exigidos por lei. Montaram a fábrica, e usam como forncedor de peças a Honda Biz e Honda Titan. A ignição ou partida é elétrica e o motor, a gasolina. O projeto do triciclo para PNE tem tecnologia de Mecânica Automotiva, Mecânica Motocicleta, Mecânica Geral, Tornearia, Soldas e Conhecimentos de Física em Resistência de Materiais. Aliás, para evitar o recurso do empurraozinho, o sistema de marchas tem até marcha a ré.

Usando o triciclo BIGA:
O cadeirante sentado na cadeira de rodas, sobe a rampa traseira do triciclo, aciona os dois parafusos de segurança que prendem a cadeira ao BIGA, colocado o capacete, é só dar a partida elétrica com a chave e o botão, já o assento é sua própria cadeira de rodas e como demonstra o vídeo abaixo: 

Quer saber mais? Comente abaixo e Oraci responderá pessoalmente.

Harley-Davidson | Curiosidades, Bom Humor

Harley-Davidson Motorcycle
O inventor da motocicleta Harley-Davidson, Arthur Davidson, morreu e foi para o céu. 
Nos portões do céu, São Pedro disse a Arthur:
– Como você foi um homem tão bom e as tuas motocicletas mudaram o mundo, o seu prêmio é que pode se encontrar com quem você quiser.
Arthur Davidson pensou um pouco,depois disse: 
– Eu quero me encontrar com Deus.
 
São Pedro levou Artur Davidson até a sala do trono e o apresentou a Deus. Deus reconheceu Arthur Davidson e disse:
– Então você é o kara que inventou a Motocicleta Harley-Davidson?
Arthur disse: – É, sou eu…
Deus então fez o seguinte comentário:   
– Grande coisa inventar a motoca: tão instável, faz muito barulho e poluição e não pode se locomover sem uma estrada?
Arthur Davidson ficou meio sem jeito, mas finalmente disse:
– Desculpe-me mas não foi você que inventou a mulher?
Deus respondeu: – Sim fui eu
– Bem, disse Arthur Davidson, de profissional para profissional, você também tem grandes defeitos na sua invenção!
Harley-Davidson-Mulher 1. Há muita inconsistencia na suspensão dianteira;
Harley-Davidson Mulher 2. É muito barulhenta e tagarela em altas velocidades;
Harley-Davidson Mulher

3. Na maioria dos casos, a suspensão traseira é muito macia e vibra demais;

 

4. A área de recreação está localizada perto demais da área de reciclagem;

Harley-Davidson Mulher 5. Os custos de manutenção são exorbitantes!!!
Deus ficou pensando, depois disse: 
– Você pode ter bons argumentos, mas espere um pouco. 
Deus foi até o supercomputador celestial, digitou algumas palavras e esperou pela resposta. 
O computador imprimiu a resposta e Deus leu o mesmo: 
– Sim, é verdade que o meu invento tem defeitos, mas de acordo com estes resultados, tem mais homens montados na minha invenção do que na sua!
 
Depois de rir com bom humor, um vídeo de fevereiro de 2011 saudando os executivos da Harley-Davidson nos Estados Unidos aos brasileiros, legendado em português. Os executivos Harleiros são Willy G. Davidson, vice-presidente sênior e diretor-chefe de design e seu filho, Bill Davidson, vice-presidente do Harley-Davidson Museum.
Fonte: Moto.com.br

Motoqueiros Selvagens | Wild Hogs

Wild Hogs (Motoqueiros Selvagens, no Brasil) é um filme norte-americano de 2007 do gênero Comédia dirigido por Walt Becker.

Sinopse Doug Madsen (Tim Allen) é um dentista com complexo de inferioridade tão grande que sempre se apresenta como médico. Woody Stevens (John Travolta) é um executivo rico e carismático que foi a falência depois que foi abandonado pela esposa. Bobby Davis (Martin Lawrence) é um encanador dominado pela esposa, Karen (Tichina Arnold), que decidiu ficar sem trabalhar por um ano para tentar, sem sucesso, tornar-se uma escritora, mas teve que voltar ao trabalho. Dudley Frank (William H. Macy) é um solteirão que é também um gênio da informática mas desajeitado, sempre se metendo em situações constrangedoras

Cada um dos quatro leva sua vida frustrados e nos fins-de-semana eles se reúnem para andar de motocicleta. Woody, que não contou seus problemas aos amigos, influencia o grupo a agitar as coisas com a realização de uma viagem de motocicleta, sem destino definido. Os outros três conseguem tirar uma folga de seus trabalhos e vão para a viagem, sendo que ao iniciá-la não têm a menor idéia do que está por vir. Com o tempo eles começam a dividir segredos, até que enfrentam uma gangue de motoqueiros chamada Del Fuegos, liderada por Jack (Ray Liotta).

Direção: Walt Becker Roteiro: Brad Copeland Gênero: comédia Ano: 2007
Idioma dublado: Português Idioma original: inglês

Fonte: Descrição e sinopse acima do artigo do Wikipedia Motoqueiros Selvagens, licenciado sob Creative Commons, licença CC-BY-SA

Diários de Motocicleta | The Motorcycle Diaries

Diários de motocicleta, (original: Diarios de motocicleta) é um filme de 2004 produzido pela Argentina, Brasil, Chile, Reino Unido, Peru, Estados Unidos da América, Alemanha, França e Cuba, dos gêneros aventura e drama biográfico, com direção de Walter Salles.

Sinopse: Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem foi estudante de Medicina que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Pichu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.

Direção: Walter Salles Roteiro: José Rivera Gênero: Aventura, drama biográfico
Elenco original: Gael García Bernal, Rodrigo de La Serna, Mía Maestro, Gustavo Bueno, Mercedes Morán
Idioma dublado: Português Idioma original: espanhol, quechua Ano: 2004

Fonte: Descrição e sinopse acima do artigo do Wikipedia Diários de Motocicleta, licenciado sob Creative Commons, licença CC-BY-SA

Revistas Motociclismo

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  • Salão de Motos: revista virtual completa.
    Maior Salão de Motos do Rio Grande do Sul.
  • Veja Revista – acervo digital da editora Abril desde 1968 disponível sem cortes na web.

 

Livros do MotoTurista Chardô

Chardô, como é conhecido, escreveu 2 livros sobre MotoTurismo:

 

  1. Machu Picchu – Uma aventura de moto à cidade sagrada dos Incas, cruzando os Andes e o Deserto de Aracama
  2. Ushuaia – Uma aventura de moto à Terra do Fogo, cruzando os Andes e a Carretera Austral

  1. Machu Picchu

O livro é o relato de uma viagem de moto iniciada com mais dois motociclistas, que seria um passeio e se transformou em uma aventura. Um antigo sonho de chegar a Machu Picchu, cruzando os Andes e o deserto de Atacama, o mais árido do mundo, por uma das regiões mais inóspitas, o Passo de Sico.

Chardô deixou com sua moto uma cruz no deserto, atravessando de leste a oeste, até o Pacífico, e de norte a sul pelo meio do Atacama, onde também viajou à noite para ver e sentir a deslumbrante natureza do deserto. Passou para o Peru e subiu para leste em direção ao lago navegável mais alto do mundo e o maior da América do Sul, o Titicaca, de onde surgiu a lenda do Império Inca. Entrou na Bolívia rumo a La Paz e retornou ao Peru de balsa, atravessando o Titicaca pelo estreito de Tiquina. Subiu até Cusco onde finalmente visitou Machu Picchu, a cidade sagrada dos Incas, onde o mistério se preserva. Numa alteração de roteiro foi surpreendido por uma forte nevasca a 4.450m de altitude, nos Andes, o que lhe causou sérios riscos. Foram 10.500km percorridos de moto passando por Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Uruguai e retornando ao Brasil. A viagem também foi um encontro, como Chardô fala:

  • “Foi uma grande oportunidade de me encontrar e reorganizar internamente, a chance de me compreender melhor. Foi como ter viajado num território sagrado onde as montanhas são catedrais. Acho que encontrei o Caminho de Santiago na América do Sul, com um adicional, o deserto mais árido do mundo como parte desse caminho.”

O livro possui mapa e roteiro detalhado com locais para abastecimento nas regiões menos povoadas, muitas dicas, todos os preparativos e tudo o que é necessário levar na viagem (lista de remédios, alimentos, equipamentos, roupas e documentos), bem como a cotação da moeda nos países percorridos. São 224 páginas com 66 fotos coloridas tiradas no percurso e adesivo da aventura. Exemplar autografado pelo autor, em seu nome ou a quem você deseja presentear.

  • Custo: R$ 36,00, já incluída despesa de envio para o Brasil e o MERCOSUL. Envie seu nome  e endereço completo com CEP para o Chardô ou compre pelo Pag Seguro UOL.

  1. Ushuaia

Novamente em uma viagem solo, Chardô narra sua aventura de motocicleta, agora rumo ao sul do continente sul-americano, Ushuaia.

Foram três saídas do Brasil com o objetivo de concluir, desta vez, o seu sonho de cruzar vários passos na Cordilheira dos Andes, fronteiras entre Chile e Argentina, a Carretera Austral, a Patagônia, a Terra do Fogo e chegar por terra ao ponto final da rodovia que penetra mais ao sul do continente sul-americano.

Na primeira saída, cruzou os Andes pelo passo El Planchón, local próximo de onde caiu o avião com o time uruguaio de rúgbi e que ficou conhecido como “Os sobreviventes dos Andes”. Num encontro inesperado de Chardô com Jakye em frente à casa de praia de Pablo Neruda, voltada para o Pacífico, em Isla Negra, Chile, sua viagem foi abortada. Após longa recuperação física, saiu em busca de sua moto e foi impedido de cruzar os Andes pelo passo de San Francisco, devido à neve.

Novamente na estrada, após um ano, conseguiu cruzar os Andes em vários passos, percorrer a Carretera Austral, no Chile, Ruta 40, na Patagônia argentina, e chegar a Ushuaia, o “fim do mundo” ou o “começo de tudo”. E para tal feito rodou mais de 20 mil quilômetros.

Neste livro Chardô narra, com seu estilo pessoal e agradável, curiosidades dos lugares, situações engraçadas, suas dificuldades, seu encantamento no alto da Cordilheira, dicas, encontros e desencontros para chegar com sua motocicleta ao seu objetivo, a cidade mais austral do continente sul-americano, Ushuaia. Este parágrafo do livro exprime bem a visão de Chardô sobre viagens:

  • "Sempre é bom quando estamos nesta condição em que a vida parece ser feita para tal fim: viajar.

Ah, se todos pudessem fazer o mesmo, o mundo seria um eterno viajar; viajaríamos por todos os países e todos se cumprimentariam. Seria uma eterna troca de lugares, assim como viajamos no cosmos. Obedeceríamos a princípios naturais, assim como é da natureza do universo o eterno deslocamento no espaço, a viagem do sistema solar no éter."

São 226 páginas de pura viagem, mostrando imagens em mais de 70 fotos, mapa e roteiro detalhado, e toda quilometragem diária percorrida. Se você gostou de Machu Picchu, vai adorar ainda mais Ushuaia… E ainda receberá o adesivo da aventura…

  • Custo: R$ 37,00, já incluída despesa de envio para o Brasil e o MERCOSUL. Envie seu nome e endereço completo com CEP para o Chardô ou compre pelo Pag Seguro UOL.

Rodovia do Pacífico Brasil Peru

Machu Picchu www.MotoTuristas.Blog.brDe Mato Grosso do Sul ao Chile via Acre, pela Rodovia do Pacífico Brasil Peru:

De Campo Grande-MS, Gargamel na Yamaha XT 660. Pelo Brasil, Iko de Rio Branco-AC nos acompanha desde Chapada dos Guimarães-MT até o Acre, onde ele mora.

Geolocalização: Brasil: MS, MT, RO e AC | Peru: Cusco na ida e Lago Titicaca na volta Chile: Cidade de Arica, a 18 Km do Peru. Projeto final: 9.400 Km de mototurismo em 25 dias.

Objetivo no Peru: percorrer a rodovia Interoceânica até o Oceano Pacífico, explorar pontos turísticos na ida e na volta, conhecer a 4ª Maravilha do Mundo que é o Santuário de Machu Picchu (dados da UNESCO), entre as cidades de Cusco e Águas Calientes no Peru e chegar ao Oceano Pacífico, voltando pelo Lago Titicaca. Viajar para do Peru ao Chile

Objetivo no Brasil: refazer o trajeto que fiz em dezembro de 2005 pelas BRs 163 e 364 entre Mato Grosso do Sul a fronteira peruana no Acre: no carnaval descansar na Chapada dos Guimarães em Mato Grosso, rever a Estrada de Ferro Madeira Mamoré em Abunã, Rondônia, visitar a casa de Chico Mendes em Xapuri no Acre, enfim, além destes pontos turísticos, explorar novas opções que nasceram depois da inauguração da rodovia interoceânica. Viajar do Brasil ao Peru e ou Viajar do Chile e Peru ao Brasil

Observações sobre a Rodovia Interoceânica:

  1. Da Fronteira Brasil-Peru a Puerto Maldonado, são 230 Km até a Ponte Billinghurst sobre o rio Madre de Dios que deverá ficar pronta em abril de 2011.  Essa é a única pendência da “Carretera Interoceânica Sur” no Peru, segundo a Construtora Odebrecht.
  2. A Rodovia Interoceânica tem 1.500 Km no Brasil e no Peru a “Carretera Interoceânica Sur” tem 1.100 Km somando 2.600 Km, atinge na Cordilheira dos Andes 4.800 metros de altitude, passa por 51 povos indígenas peruanos, tem 207 pontes, custou quase 2 bilhões de dólares, empregou 3.800 trabalhadores de setembro de 2005 até 2011 e foi construída pelas construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão.
  3. A “Carretera Interoceânica Sur” não passa por Machu Picchu, nem Águas Calientes. Machu Picchu está a 80 Km ou 50 milhas a noroeste da cidade de Cusco. Para chegar à Cidade Inca de Machu Picchu a 2.400 metros de altitude há um trem de 4 horas de Cusco a 3.400 metros de altitude até Águas Calientes ou por trilha.  Saúde é o que interessa! Haja trilha!

Brasil ao Peru via Acre + 4 noites em Chapada dos Guimarães MT

DataOrigemDestinoDistância
Sábado, 5/03/2011MS Campo GrandeMT Chapada dos Guimarães700 Km
Domingo a 3ª feira
CARNAVAL
MT Chapada dos Guimarães
4ª feira, 9/03/2011MT Chapada dos GuimarãesRO Pimenta Bueno960 Km
5ª feira, 10/03/2011RO Pimenta BuenoRO Porto Velho510 Km
5ª feira, 10/03/2011RO Porto VelhoRO Porto VelhoAlmoço às 13horas
5ª feira, 10/03/2001RO Porto VelhoAC Rio Branco500 Km
6ª feira, 11/03/2001AC Rio BrancoAC Assis Brasil330 Km
Total: 7 diasMS Campo GrandeAC Assis BrasilTotal de Campo Grande, MS
a Assis Brasil, AC: 3.000 Km

Peru ao Brasil via Acre + 3 noites em Itapuã do Oeste RO

DataOrigemDestinoDistância
5ª feira, 24/03/2011AC Assis BrasilAC Rio Branco330 Km
6ª feira, 25/03/2011AC Rio BrancoAC Xapuri170 Km
6ª feira, 25/03/2011AC XapuriRO Porto Velho620 Km
Sábado, 26/03/2011RO Porto VelhoRO Cacoal480 Km
DomingoRO Itapuã do Oeste
2ª feira, 28/03/2001RO Itapuã do Oeste570 Km
3ª feira
4ª feira, 30/03/2001MS Campo Grande830 Km
Total: 7 diasAC Assis BrasilMS Campo GrandeTotal: 3.000 Km

Entrevistas de Sid Mort, o Big Trail que viajou ao Peru em outubro/2008 , autor do livro “Machu Picchu, uma nova aventura”:

aos 2 minutos: documentação;

aos 6 minutos: alfândegas;

aos 11 minutos: Polícia Caminera Argentina;

aos 13 minutos: início de altitude em Marcapata, Peru;

aos 17 minutos: utilidade das folhas de coca na viagem.

aos 0 minutos: subida na Carretera Transoceânica Sur;

aos 8 minutos: como é a sensação no deserto;

aos 13 minutos: Machu Picchu;

aos 13 minutos: Clube Big Trail.

Paraguai, Emboscada de Cordillera

Quarta-Feira, 29 de dezembro de 2011, saindo de manhã de Asunción, capital do Paraguay pela Ruta 3, avisto um posto de pedágio de Emboscada. Moto não paga pedágio no Paraguai, pelo menos até janeiro de 2011, como mostra a imagem abaixo com valores em Guarani. Nesta data, 1 Real valia 2.700 Guaranis. O posto de pedágio de Emboscada é o nº 13 na tabela abaixo. Emboscada também concentra a maior penitenciária paraguaia. Mera coincidência?

Paraguai Peaje Pedagio Tarifas

Passado o pedágio, 30 Km depois de Asunción, em Emboscada, Departamento de Cordillera, uma bifurcação na Ruta 3 que tem lombadas e placas indicando velocidade máxima de 40 Km/h. Como sempre, ao passar por cidades na rodovia, observo a velocidade máxima pra evitar problemas com radares. Não é de bom senso passar acima de 40 Km/h com bagagem no banco da garupa, baú no bagageiro, 220Kg da moto e meu peso, totalizando 350Kg.

Ao final da bifurcação, surge o primeiro policial fardado, pedindo uma parada obrigatória. Desliguei, tirei capacete, saí da moto pra tirar documentos. Mostrei apenas habilitação brasileira e Carta Verde, que é o seguro obrigatório no MERCOSUL. Nele constam dados do veículo, além do tempo autorizado para o veículo no permanecer nos países do MERCOSUL.

Surpresa! O policial fardado não se interessou pelos documentos, disse algumas coisas decoradas bem baixinho como "excesso de velocidade". (isso, numa bifurcação com placas de 40 Km/h e lombadas) Parecia que ele já estava cansado de repetir as mesmas frases várias vezes a todos que passavam por ali. Isso era de manhã, imagino como ele repetiria toda aquela argumentação igualzinha ao último condutor ao final do dia. Pediu para eu pegar os documentos no trailler branco ao lado da rodovia com o "Jefe de la Policia Municipal de Transito de Emboscada". No mapa abaixo, a 3ª seta vermelha indica o local da abordagem da Polícia Municipal de Trânsito de Emboscada.

 

Bati na porta do trailler, o "Jefe" de camiseta preta ordenou entrar. Dentro do trailler, as janelas eram lacradas com saco plástico preto nas janelas, tinha uma impressora com formulário de multa pronto pra ser preenchido pelo computador. A atendente era Sra. Blanca Zara, li na camisa preta da Policia Municipal de Transito ou P.M.T. de Emboscada. Já, o "Jefe", falava rápido e mostrava uma tabela na mesa com valores de 1 milhão e 20 mil Guaranis. Eu disse que não tinha aquele dinheiro todo e não estava a mais de 40 Km/h. Sem perder tempo, mostrou outra alternativa de pagamento por 500 mil Guaranis e faria o formulário para ser pago na Prefeitura Municipal de Emboscada. Aceitei, assim eu poderia esclarecer a situação na prefeitura e procurar meus direitos. Eu não tinha celular internacional naquele momento e não havia telefone público por ali.

Outra Surpresa! Ele perguntou quanto eu tinha no bolso, disse pra pagar ali mesmo. Eu disse que precisava de um pouco de dinheiro devido à dificuldade em encontrar postos de gasolina que aceitassem cartão de crédito. concedeu o favor, mostrou o câmbio do dia no jornal e pediu uma nota de 50 Reais. Paguei a multa com 250 mil Guaranis e a nota de 50 Reais. Depois deu um documento impresso no computador, sem nome dos funcionários, um carimbo enorme "PAGADO" e sem autenticação mecânica, apesar de ter computador, impressora e um ventilador ultra mega power eficiente, pois as janelas eram lacradas.

Detalhe: a Carta Verde da moto foi emitida antes de entrar na Argentina e Paraguai com a numeração da placa errada, vejam a Carta Verde abaixo, mas… isso é um detalhe que não interessa ao "Jefe", certo?Paraguai Emboscada Ruta 3 Carta Verde www.MotoTuristas.Blog.br

Paraguai Emboscada Ruta 3 Multa  www.MotoTuristas.Blog.br

Você foi extorquido no Paraguai? Comente, entre em CONTATO
MidiaMax 1: Multa do "olhômetro" no Paraguai
MidiaMax 2: Professor paga propina em Ciudad del Este
Sopa Brasiguaia 1: Secretária de Turismo de Paraguai denuncia Polícia Municipal de Emboscada
Sopa Brasiguaia 2: Motociclista brasileiro extorquido em Ciudad del Este
Secretaria Nacional de Turismo del Paraguay: Denúncias
Tá escrito OTÁRIO na minha testa, ARGENTINOS?

Argentina, Chile e Paraguai

Roteiro de motoviagem do oeste do Brasil ao norte da Argentina, passando no Paraguai
Partindo de Mato Grosso do Sul, saindo pelo Paraná até a fronteira com Argentina , nosso destino final era Santiago, no Chile, atravessando a Cordilheira dos Andes ao noroeste da Argentina e  na volta, acompanhando o Rally Dakar nos dias 2, 3, 4 e 5 de janeiro de 2011 na Argentina em Córdoba, San Miguel de Tucumán e San Salvador de Jujuy.
Mas, porém, todavia, resolvi voltar um dia antes do natal quando já estava na Província de Córdoba na cidade turística de Mina Clavero. Os três motivos foram:

  1. Barulho da corrente no pinhão a cada rotação da transmissão. Será que na Cordilheira dos Andes no Chile, pilotando entre a 1ª e 2ª marcha, a corrente esticada aguentaria?
  2. Smartphone MotoDext Android da Motorola foi devolvido à cintura depois que fotografei uns escaladores montanhistas, antes de Mina Clavero, na província de Córdoba, a 2.200 metros de altitude. Em 30 Km de curvas sem acostamento perdi o celular da Claro. De noite caiu uma tempestade e lá se foi a esperança de reencontrar minha companhia eletrônica;
  3. Saudade da minha cama, meu quarto, meu canto, meu Brasil, meu idioma português,  minha namorada, meus filhos, amigos… Semana de natal, famílias reunidas em festa, faltava uma semana para o aniversário da minha filha Eneida. Sem celular pra enviar mensagem de aniversário ou de socorro…

Fonte: Rally Dakar 2011 Percurso Oficial (até dia 5 de janeiro, meu niver):
01/01 – Buenos Aires a Victoria – Argentina
Não Fui -> 02/01 – Victoria a Córdoba – Argentina
Não Fui -> 03/01 – Córdoba a San Miguel de Tucumán – Argentina
Não Fui -> 04/01 – San Miguel de Tucumán a San Salvador de Jujuy – Argentina
Não Fui -> 05/01 – San Salvador de Jujuy a Calama – Chile
06/01 – Calama a Iquique – Chile
07/01 – Iquique a Arica – Chile
08/01- Dia de descanso Rally Dakar
09/01 – Arica a Antofagasta – Chile
10/01 – Antofagasta a Copiapó – Chile
11/01 – Copiapó a Copiapó – Chile
12/01 – Copiapo a Fiambalá – Argentina
13/01 – Fiambalá a San Juan – Argentina
14/01 – San Juan a Córdoba – Argentina
15/01 – Córdoba a Buenos Aires – Argentina – Chegada do Rally Dakar 2011
Fonte Oficial: Rally Dakar 2011

Dia 5 de janeiro, meu aniverário 50 anos no planeta Terra. Pensei em curtir o niver no Rally Dakar pra acender a vela do cinquentenário, mas resolvi voltar antes ecomemorei o niver em Campo Grande, MS. Como seria aniversariar 50 anos na rota do Roteiro Rally Dakar, sem nunca ter estado nessa estrada? Essa é uma experiência que jamais imaginei, não tenho previsão como seria e nunca fiz aniversário fora do Brasil, sem celular, longe dos filhos, familiares e amigos.

Distância total ida e volta na Yamaha TDM 850 ano 2000: 5.000 Km. Abaixo, tabelas para cada país, roteiro, distâncias e cronograma oficial do Rally Dakar 2011. A ida da província de Santa Fé até a província de Córdoba fiz com o casal amigo Nari Bocchi e Claudete Bocchi na BMW GS1200. A volta, fiz sozinho encurtando caminho pelo Paraguai.

Google Maps

 

Brasil à Argentina: saindo de Mato Grosso do Sul

Saída do BrasilDistânciasEstradas no BrasilOrigemDestino
Distância no Brasil730 Km de idaCampo Grande, MS, BrasilPuerto Iguazu, Argentina
6ª feira, 17/12/2010220 KmBR 163Campo Grande, MS, BrasilDourados, MS, Brasil
sábado, 18/12/2010510 KmBR 163, BR 272, PR 495, BR 277Dourados, MS. BrasilPuerto Iguazu, Argentina

Argentina ao Chile: entrando por Puerto Iguazu até a fronteira chilena

Argentina ao ChileDistânciasEstradas ArgentinasOrigemDestino
Total na Argentina e Chile2.360 Km de idaArgentinaChile
domingo, 19/12/2010310 KmRuta 12Puerto Iguazu, ArgentinaPosadas, Argentina
domingo, 19/12/2010320 KmRuta 12Posadas, ArgentinaCorrientes, Argentina
2ª feira, 20/12/2010560 KmRuta 11 ou 12 (+ 40Km)Corrientes, ArgentinaSanta Fe, Argentina
3ª feira, 21/12/2010350 KmRuta 19Santa Fe, ArgentinaCórdoba, Argentina
21 a 24/12/2010Hotel Holliday InnCórdoba, ArgentinaCórdoba, ArgentinaCórdoba, Argentina
6ª feira, 24//12/2010610 KmRuta 20 e Ruta 142Córdoba, ArgentinaMendoza, Argentina
NATAL, 24 a 28/12/2010NATAL - Hotel IbisMendoza, ArgentinaMendoza, ArgentinaMendoza, Argentina
3ª feira 28/12/2010210 KmRuta 7Mendoza, ArgentinaFronteira Argentina-Chile

Chile: ida e volta da argentina pelas Rutas 7 e 57 dia 1º de janeiro de 2011

Chile IDA e VOLTADistânciasEstradas ArgentinasOrigemDestino
Total no Chile ida e volta350 KmRuta 57 ChileFronteira Argentina-ChileFronteira Chile-Argentina
3ª feira, 28/12/2010150 KmRuta 57 ChileFronteira Chile-ArgentinaSantiago, Chile
28/12/2010 a 01/01/201150 KmANO NOVO - Hotel IbisSantiago, ChileSantiago, Chile
6ª feira, 01/01/2011150 KmRuta 57 ChileSantiago, ChileFronteira Chile-Argentina

Argentina ao Brasil: passando pelo Rally Dakar dias 2, 3 e 4 de janeiro

Argentina ao BrasilDistânciasEstradas ArgentinasOrigemDestino
Volta da Argentina3.070 KmFronteira Argentina-ChilePuerto Iguazu, Argentina
Sábado, 01/01/2011220 KmRuta 7Fronteira Chile-ArgentinaMendoza, Argentina
domingo, 02/01/2011410 Km
Rally Dakar
Rutas 40, 142, 20
Rally Dakar
Mendoza, ArgentinaCórdoba, Argentina
Rally Dakar
2ª feira, 03/01/2011560 Km
Rally Dakar
Rutas 9, 60, 157
Rally Dakar
Córdoba, Argentina
Rally Dakar
San Miguel de Tucumán, Argentina
Rally Dakar
3ª feira, 04/01/2011 330 KmRutas 9
Rally Dakar
San Miguel de Tucumán, ArgentinaSan Miguel de Jujuy, Argentina
4ª feira, 05/01/2011
ANIVERSÁRIO
50 Km
50 anos
ANIVERSÁRIO 50 anosSan Miguel de Jujuy, ArgentinaSan Miguel de Jujuy, Argentina
5ª feira, 06/01/2011860 KmRutas 66, 34, 16San Miguel de Jujuy, ArgentinaCorrientes, Argentina
6ª feira, 07/01/2011330 KmRuta 12Corrientes, ArgentinaPosadas, Misiones, Argentina
sábado, 08/01/2011310 KmRuta 12Posadas, Misiones, ArgentinaPuerto Iguazu, Argentina

Brasil: de volta pra casa entrando por Foz do Iguaçu - PR

Volta ao BrasilDistânciaEstradas no BrasilOrigemDestino
sábado, 08/01/2011700 KmPR 495, BR 272, BR 163Foz do Iguaçu, PR, BrasilCampo Grande, MS, Brasil

Feriadão de novembro no Brasil

Férias do blog em novembro 2010 6ª feira, 12 de novembro com  feriadão emendando a 2ª feira, saímos de férias por 10 dias depois de uma longa campanha pela votação no blog dos MotoTuristas, conseguimos nos classificar no Top 100 em 2010 na categoria turismo, graças aos leitores.  Viajamos com Brazil Riders em Foz do Iguaçu e Puerto Iguazu.

Agradeço a você, leitor e seu voto no resultado do TOP BLOG 2010. Abaixo um vídeo produzido pela Yamaha, mas não sou eu, nem minha TDM 850.  O vídeo abaixo tem mais de 99.000 visualizações! Assista e fuja de moto:

Relato das férias de 2010 com os Brazil Riders em Foz do Iguaçu e Puerto Iguazu.

Acidentes: Álcool? Drogas?

A maioria dos acidentes de moto ou carro, que matam ou sequelam são causados por motoristas que dirigem alcoolizados, sob o efeito de drogas ou com sono. O texto e o vídeo abaixo foram recebidos por e-mail. O autor é a TAC Victoria – Transport Accident Commission – Victoria of Australia.  Faça de tudo para que o maior número possível de pessoas o veja. Republique esse link, espalhe pelo Twitter, Google Buzz, FaceBook, reproduza em seu blog, encaminhe a quem possa compartilhar novamente no Brasil.  Emocionalmente, essas imagens são muito fortes, mas é melhor assisti-las do que vivê-las… Agora!

Nota do autor do vídeo australiano:

Depois de assistir ao vídeo, você vai entender o porquê que 40% dos ingleses deixou de usar drogas e se alcoolizar, pelo menos nas datas comemorativas. O vídeo foi visto por mais de 4 milhões de pessoas até a data de publicação neste blog, só no YouTube, fora em outras mídias. O autor é a  australiana TAC – Transport Accident Commission e a divulgação foi feita por uma das maiores empresas de marketing da Inglaterra. Como não temos este tipo de iniciativa aqui no Brasil, mesmo que você não se alcoolize ou use drogas, assista e passe para os seus contatos este blog.

 

Vídeo: TAC Campaign | 20 year Anniversary "Everybody Hurts" music by REM TV

 

Bonito Motorcycle

Bonito-MSO melhor evento mototurístico de 2010 foi em Bonito – MS, na Serra da Bodoquena a 290 Km de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul. Lembro quando fomos em Bonito – MS, representando a AMO-MS – Associação de Motociclistas de MS em dezembro de 2004. Idealizamos um moto-encontro na cidade ecologicamente correta, mas acabamos na burocracia da prefeitura local. Lá, conhecemos o Taboa, o bar noturno onde as paredes têm assinaturas de cada cliente que por ali passou e experimentou a cachaça de mel e pó de guaraná com rock’n roll da Banda Rivers. Assim nasceu a  ideia do moto-encontro que não foi adiante por motivos burocráticos municipais daquela gestão.

Mas depois de 6 anos, outra gestão municipal, aeroporto inaugurado, vemos um sonho se estruturar com empreendedores comerciais com opções de pacotes de passeios ecológicos, ambiente amplamente preservado trazendo centenas de motociclistas, mototuristas, ecoturistas em suas motos além dos amantes do mototurismo.

Como Chegar à cidade de Bonito em MS:
Bonito já conta com aeroporto desde o abril de 2009, um terminal de passageiros com capacidade para 120 mil passageiros ao ano. Recebe vôos comerciais que ligam o município a duas capitais. O trecho é operado pela Trip Linhas Aéreas, sendo três vôos por semana, dois vôos regulares que ligam o município a Campo Grande, capital de MS, Corumbá em MS e um vôo de São Paulo a Bonito. A cidade é conhecida internacionalmente por suas águas cristalinas e um ecossistema protegido por belezas naturais, oferecendo mais de 50 atrações de ecoturismo para todas as idades, rede hoteleira com mais de 4 mil leitos. Bonito – MS está localizada a 290 km da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.

Se preferir seguir por via terrestre ou translado para quem chega de avião até Campo Grande, existem empresas de transporte que fazem esse translado à Bonito diariamente:

Vanzella Transportes
Horário de saída de Campo Grande: 14h30. Valor: R$ 80,00 (por pessoa).
Maiores informações pelo telefone: (67) 3255-3005 ou www.vanzellatransportes.com.br

Cooper Van
Horário de saída de Campo Grande: Segunda à sexta-feira: 15h30. Sábados às 14 horas.
Valor: R$ 49,00 (por pessoa). Maiores informações: (67) 3255-1601.

Cruzeiro do Sul
Horário de saída de Campo Grande: 07h00/ 09h00/ 11h00/ 15h30 (exceto domigo)/ 16h00.
Valor: R$ 52,00 (por pessoa). Maiores informações: (67) 3312-9700

O Ecoturismo é o grande atrativo, onde destacamos alguns dos mais de 50 atrativos:
Abismo Anhumas, Aquário Natural, Arvorismo, Baia Bonita, Balneário do Sol, Boca da Onça, Boia-Cross, Bonito Aventura, Buraco das Araras, Ceita Curé, Estância Mimosa Ecoturismo, Fazenda San Francisco, Gruta do Lago Azul, Parque Ecológico Rio Formoso, Passeio de Bote no Rio Formoso, Praia da Figueira, Recanto Ecológico Rio da Prata, Rio do Peixe, Rio Sucuri ou melhor, explicando alguns:
  • Arborismo | São trilhas arbóreas sustentadas por cordas presas às árvores em níveis diferentes de acessibilidade.
  • Balneário | Áreas de lazer com cabanas, churrasqueiras e beira de rios, dentro ou fora das pousadas.
  • Boia Cross | São câmaras de pneu de trator infladas e amarradas que descem o rio Formoso.
  • Bote Inflável | Não são o mesmo que “rafting”. São botes infláveis com guia turístico descendo o rio Formoso.
  • Cachoeiras | Através das trilhas, agendando com os guias turísticos pode-se nadar, filmar, fotografar a natureza.
  • Cavalgada | Evento interno das pousadas rurais agendado nas agências de turismo ou nas pousadas.
  • Flutuação nos rios | Usando máscara e “snorkel” o turista desce pelos rios observando a flora e fauna aquáticas.
  • Grutas | Visitação agendada nas agências de turismo para captura de imagens por fotografia ou filmagem.
  • Mergulho | São eventos aquáticos com equipamentos alugados, como roupas de neoprene e cilindro de oxigênio.
  • Rapel | São passeios radicais feitos em cavernas ou a partir descendo de plataformas superiores.
  • Trilhas Ecológicas | São inúmeros passeios na fazendas mais exóticas com nomes indígenas.

Para quem possui carteira dos Albergues da Juventude ou Hostel, uma boa opção é Bonito Hostel com ambiente acolhedor para hóspedes de apartamento ou campistas que usam barracas de camping com infra estrutura. O  Bonito Hostel faz parte também da rede Hostelling International e atende seus conveniados dentro do mais alto padrão de satisfação.

Convido os MotoTuristas, EcoTuristas e demais MotoCiclistas a conhecerem o projeto curtindo esse cenário de preservação ambiental na cidade de Bonito em Mato Grosso do Sul. O encontro de motos será nos dias 23 a 26 de setembro de 2010, tendo no sábado, como atração musical principal, a Banda Blitz de Evandro Mesquita na praça do evento,  onde será o palco das atrações,  a exposição de carros antigos e dos shows que animarão as noites desse evento.

Programação do Bonito MotorCycle:

23/09/2010 – Quinta-Feira | Local: Praça de Eventos
18h00 as 22h00 – Cerimônia e coquetel de Abertura

24/09/2010 – Sexta-Feira | Local: Parque Ecológico Rio Formoso – Restaurante da Lagoa
08h00 as 12h00 – Credenciamento
12h00 as 16h00 – Almoço de Boas Vindas
18h00 as 22h00 – Local: Praça de Eventos – DJ´s e Show

25/09/2010 – Sábado
10h00 – Passeio de Moto pela Cidade – Local: Praça das Piraputangas
12h00 as 16h00 – Local: Zagaia Resort Hotel – Feijoada com música ao vivo
18h00 – Encontro das Motos – Local: Praça de Eventos
20h00 as 00h00 – Local: Praça de Eventos – Show Principal

26/09/2010 – Domingo
Local: Balneário Municipal de Bonito
11h00 as 16h00 – Festa de Encerramento

Yamaha TDM no Brasil

TDM 850 Rodrigo www.MotoTuristas.BLOG.br

Yamaha TDM Brasil, Dicas de proprietários.

Troca de informações sobre peças, dicas e ideias, temos uma lista de motociclistas usuários da moto Yamaha TDM no Brasil. São proprietários das TDM 225, TDM 850, TDM 900 que deixou de ser importada pela Yamaha do Brasil. Se você é proprietário de uma TDM da Yamaha, entre em CONTATO para figurar nessa lista de amigos da TDM no Brasil. Assim, sabemos quem tem a mesma moto, na mesma cidade, no mesmo Estado no Brasil e nos ajudar.
Se você não mora na mesma cidade ou Estado, a distância é o que menos importa pra TDM da Yamaha, até porque, o consumo dela é baixíssimo em relação às big trails e a ausência de trepidação dessa moto em viagem torna o percurso um passeio agradável. Além do mais, esse modelo de moto nas estradas asfaltadas não gera manutenção extra.

 

Lista de proprietários da TDM, Yamaha e EX-proprietários:

Altrão, São Paulo – SP, Fórum TDM Brasil
Bareta, Foz do Iguaçu – PR, Brazil Riders
Carlão, Brasília – DF, Brazil Riders
Carlos Zappa, Campina Grande do Sul – PR, Brazil Riders
Cristina Noskoski, Passo Fundo – RS, Brazil Riders
Fião, Taquaritinga – SP, Brazil Riders, Lesmas Raiders MC
Marco Turci, TDM Roxa 1994, 2RODAS.org, Clube Big Trails
Paulinho Mattioli, Belo Horizonte – MG, Brazil Riders
Turco, Xaxim – SC, Brazil Riders, Perdidos no Asfalto MC
Edson Mesadri, Florianópolis – SC, Brazil Riders
Getulio Bin, Fernandópolis – SP, Brazil Riders, Tribo do Asfalto MC
Gilmar Luedtke, São Leopoldo – RS, Fórum TDM Brasil
Gustavo Clam, Campo Largo – PR, Fórum TDM Brasil
Hanno Spieweck, Rio do Sul – SC, Brazil Riders
Ismael Moura, Americana – SP, Brazil Riders
Nelson Seixas, Porto Alegre – RS, Fórum TDM Brasil

MotoTuristas são motociclistas do MotoTurismo que viajam de moto criando dicas de turismo com a garupa ou família que também dão suporte ao MotoTurismo! Melhores videos e fotos de motoviagem, estão no olhar fotográfico de uma garupa video rider. Viajamos de moto e compartilhamos o prazer de viajar!