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Editor de MotoTurismo e Viagem de Moto MotoTour: moto CB500 X, antes era BMW 650GS Sertão, Yamaha XT 660R e Yamaha TDM 850. Video maker, fotografia, câmera GOPRO Hero3. Fotografei o Brasil com smartphone desde Mato Grosso do Sul até as serras da América do Sul, Rally Dakar, Cordilheira dos Andes. As fotos e vídeos são livres para compartilhar citando a fonte.

Feliz Aniversário, Frase de motociclista

Feliz Aniversário, escrito por um motociclista em frase vertical! Leia na VERTICAL essa frase de motociclista, viva mais tempo viajando.

F aça de cada dia uma
E tapa na construção buscando
L iberdade pra caminhar
I niciativa pra chegar
Z ele por suas crenças

A prender novas coisas
N ovos caminhos
I nventar novos jeitos
V er o q está além
E levando-se à rotina
R eunir tudo isso
S ignifica ter a certeza
Á ureos dias estão pela frente
R ealizações são conquistadas
I sso tudo se resume:
O melhor da vida é viver

Esse Feliz Aniversário é uma frase de motociclista dedicada a todos nós, motociclistas, motoqueiros (as), estradeiros (as), garupas, turistas, mochileiros (as),  guias de turismo, estudantes, professores, leitores…

Feliz Aniversário a todos que acreditam que as viagens não precisam ser só de moto, porque a vida é a viagem! Dedico a todos que viajam de moto, bike, triciclo ou aprendem com o mototurismo.

Sonhamos viajar como os cachorros que correm atrás do pneu da moto ou da bike latindo, mas quando param de perseguir, imaginam o destino que uma viagem pode alcançar. Se o seu aniversário é como o meu, na primeira semana do ano, perto do natal e ano novo, Feliz Aniversário!

A moto não soma dias nem anos à sua vida, mas dá vida aos nossos dias. Motociclistas não andam de moto para esquecer da vida, mas para lembrarmos que ela existe em cada aniversário. Porque não queremos morrer andando de moto. Nesse aniversário, queremos andar de moto comemorando um Feliz Aniversário até morrer! Motociclistas não viajam para fugir da vida. Viajamos para a vida não fugir de cada aniversário. O melhor presente, é poder sonhar, viajar, alcançar destinos.

Feliz Aniversário, frase de um motociclista!

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Feliz Aniversário: Frase de Motociclista

 

Rodovia Transamazônica BR 230 BR 319

Rodovia Transamazônica BR 230 4.100 Km
Lábrea , Amazonas a Marabá, Pará: 2.250 Km
Lábrea, Amazonas a João Pessoa, PB: 4.100 Km

Rodovia Transamazônica é a estrada que liga o Amazonas ao litoral da Paraíba passando por sete Estados: Amazonas, Pará, Maranhão, Tocantins, Ceará, Piauí e Paraíba. A Rodovia Transamazônica deveria cruzar o Brasil do litoral até o Acre, mas a rodovia acaba em Lábrea, cidade no extremo sul do Amazonas, na divisa estadual com o Acre. Construída por militares, o objetivo era interligar a região Norte ao Nordeste do Brasil ocupando a Amazônia e o lema dos militares em 1970 era “Integrar para não entregar”. Foi inaugurada na época da seca, fora do período das chuvas, em 30 de agosto de 1972. Em outubro começam as chuvas e em janeiro fica intransitável até junho. Chove de outubro a abril! Em Lábrea, no Amazonas, a Rodovia Transamazônica recebeu a sigla BR 230 até o litoral. Dali até Manaus, a estrada tem uma bifurcação antes de Humaitá, pela BR 319 que vem de Porto Velho. De Lábrea até Manaus a distância é 850 Km desviando antes de Humaitá.

Rodovia Transamazônica BR 319
Manaus a Lábrea, distância: 852 Km
Manaus a Porto Velho, distância: 888 Km

Quando viajei ao Peru, por Porto Velho, Rondônia, conheci a Rodovia Transamazônica, BR-319 nesse trecho que liga Porto Velho a Humaitá e fui um pouco mais até o desvio entre Lábrea a Manaus. Esse desvio, fica a 33 Km depois de Humaitá.

Rodovia Transamazônica BR319 Manaus, Humaitá, Lábrea

Eu não precisava passar pela Rodovia Transamazônica para ir ao Peru. Como eu estava em Rondônia, já em Porto Velho, vi uma placa regional, bem simples: “Transamazônica” a 2 quadras do Bar do Max que tinha a Yamaha TDM 900 e como Porto Velho ficava ao lado da divisa estadual com o Estado do Amazonas separada pelo rio Madeira… Foram 210 km até Humaitá onde um irmão motociclista, o “Minotauro” me aguardava também de XT660. Conheci na rede social da época: Orkut! No dia seguinte, reforcei as botas no sapateiro da BR 319 pra pegar a Rodovia Transamazônica úmida, chovia sem parar, era a primeira semana de janeiro de 2012. Bota impermeável? Que nada! Olha a sapataria em Humaitá, na BR-319 com asfalto! Esse asfalto acaba 5 km depois de Humaitá indo pra Manaus, logo após o quartel do BIS: Batalhão de Infantaria da Selva.

No dia seguinte, saiu o sol. Peguei a bagagem e fui até o desvio pra Manaus. Um bate e volta. Meu raciocínio:
– Tem sol, quente demais, secou a lama!
– Bota reforçada pra brigar com peso da moto!
– Spray de encher pneu disponíveis e ferramentas!
– ERROS: faltou água mineral e protetor solar!!!
– ERRO MAIOR: bagagem alta na extremidade da moto!

Transamazônica BR319 Manaus BR230 Marabá

Viajando em 2015 pela Rodovia Transamazônica

Nosso irmão Bressan do Motogrupo El Bando saiu de Brasília dia 24 de setembro de 2015 numa Royal Enfield Classic 500 para a Rodovia Transamazônica. Sim, as 2 estradas: BR319 e BR230 e ainda as BR163, BR070 e BR010.
Acompanhe onde está o Bressan nessa página!
Rodovia Transamazonica 2015 Viagem de Moto

Acidente de moto em Campo Grande

Acidente de moto em Campo Grande
Como é depois dos 50 anos?

Fiquei em casa quieto 6 meses, pagando prestação da moto zero. Vendi a BMW Sertão, troquei por Honda Falcon 400 ano 2007, com 1 semana, de uso, troquei por Honda CB 300 ano 2009 e parei os passeios, tranquei os relatos de moto turismo, enfim, não viajei mais, a garupa guardou as roupas de viagem no fundo do alforje, financiamos um apartamento na Caixa Econômica Federal, casamos com uma prestação de R$ 1.700 + R$ 300 de condomínio + R$ 1.600 de IPTU + R$2.000 de cartório e passamos a andar a pé e ainda trocamos a BMW G650GS por uma Honda CB 300 ZERO com pinça de 2 pistões no freio ABS dianteiro e traseiro e  andar só no asfalto de Campo Grande. Olha a foto dela, branquinha, caída no asfalto na faixa de pedestre! Previsão de revisão dos 4.000 Km? Só com 9 meses (andando na cidade) ! Lavar a moto? 1 vez por mês. Comprei pra andar na cidade no lugar do ônibus, Dica de Moto Street! Economia de guerrilha! Muito bem! Fiquei em casa quieto. Sem acidente de moto!

Num sábado de manhã, depois de 7 meses com a moto, resolvi conhecer a loja Helmet de capacetes perto de casa, conhecer a loja de capacetes do Tiago Ferzeli. Subindo a Av. Zahran, sábado de manhã, sempre de calça jeans, nunca uso bermuda, sempre de luvas, saindo pra conhecer a Helmet, super loja de capacetes, resultado: um Corsa sem placa dianteira conseguiu enfiar a rabeta inteira da Honda CB300 entre a roda e o banco da garupa me jogando na faixa de pedestre porque parei no semáforo amarelo! E eu, só pude dar a cambalhota em câmara lenta em cima da minha idade cinquentenária, hehehe! Nem lembrava mais como  cair em acidente de moto!

Acidente de moto CB300R no semáforo da Av. Zahran em Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Pausa! Cedo, minha digna garupa que ficou em casa me disse: te amo, mais que tudo, vai dar um passeio, sai, vai rever os amigos, você precisa respirar, se reanimar, essas coisas. Sabe, aquele apoio moral estilo alvará de sábado? hehehe! Sol de Mato Grosso do Sul, lá fui eu levar uma cacetada na pista dupla e fechar o trânsito. O que a gente pensa na hora duma empurrada por trás de moto caindo de cambalhota por cima da faixa de pedestre? Você que etá lendo, pensa! Sábado, alegre, livre pra rodar, te derrubam com um empurram e você beija o asfalto na frente te de todo mundo nu cruzamento! Difícil pensar na hora de um acidente de moto quando lembra o que sua amada desejou um passeio feliz… Veio a vontade de chorar dentro do capacete, uma sensação de frustração, pra quem eu ia ligar? A canela doía, andava com dificuldade até a calçada! Não tenho parentes de Campo Grande! Pensa num acindente de moto sem parentes!!!

Cumprimentamos, piloto e motorista, ele estava desempregado, voltava da entrevista de emprego e tinha acabado de arrumar o para choque porque tinha batido em outro carro recentemente. E o acidente de moto com a Honda CB300 com apenas 3.000 Km rodados de cabeça pra baixo no asfalto ralada. Chamei o corretor de seguros que me acompanha há 5 anos. Franquia de R$ 2.000, não daria pra cobrir.  Passou uma motociclista Brazil Rider parou, ajudou e agilizou contato com o gestor de 2015 da irmandade Brazil Riders em Mato Grosso do Sul.

Enquanto isso, o motorista que causou o acidente ligou pro pastor da igreja dele e antes do Juizado de Trânsito esse pastou chegou e resolveu o B.O. do acidente de moto: Vamos resolver isso antes do Juizado sem motoclube e sem Juizado de Trânsito, topa? Quanto é o prejuízo: eu disse que a moto nova faria orçamento na concessionária Honda, gastando mão de obra pra arrumar enquanto ficaria a pé. Pastor acertou o orçamento, guinchou o Corsa, nosso irmão Brazil Rider chegou com a  carretinha, guinchou a moto e o sol continuou brilhando pra todos nós. Oficializamos o Boletim de ocorrência na viatura do Juizado de Trânsito e aqui estou cheio de hematomas do joelho pra baixo contando pra vocês que:

  • Por mais que faça sol, uso calça comprida;
  • mesmo que seja pertinho, uso luvas de couro;
  • sandália, chinelo, tênis aberto, nunca, sempre uso sapato fechado;
  • até pra ir perto de moto, aviso onde vou, nunca sabemos o que pode acontecer daqui a 5 minutos, porque não tenho parentes em Mato Grosso do Sul, nossa família são as pessoas que convivem no dia a dia, na família ou na irmandade, mesmo que virtualmente num smartphone ou num blog que você está lendo agora! Família é convivência. Parente distante, é saudade cada vez maior e menos presente que fica mais longe a cada semana, se você não regar essa planta, esse familiar, deixa de ser parente, some com o tempo!!! Dê valor a quem está por perto.

Gratidão aos que passaram na avenida, me viram e me ajudaram. Nem colete eu tinha. Motociclista não é feito só de colete, mas de irmandade e pele, sentimento, solidariedade, essas coisas, sabe…
Muita paz e tranquilidade o baiano do Corsa que teve a chance de ter um pastor ajudando por ele.

Passeios de Moto em MS

Passeios de moto em MS, Campo Grande

Nosso último passeio de moto em 2014 foi em agosto, feriadão. Voltamos de Assunção numa 3ª feira em Campo Grande com a turma Big Trail da BMW, 2 Kawasaki e 1 Honda CBR600, uma viagem de moto turismo. Fomos 15 pessoas saindo de Campo Grande em Mato Grosso do Sul, MS até capital do Paraguai. Além das motos, 1 camionete de Bandeirantes, MS se juntou na viagem e até trouxe uma das nossas Kawasaki acidentada na volta de Assunção. Seis meses se passaram, vendi a BMW 650GS Sertão, comprei uma Honda CB300R ABS em 2014 por causa da crise econômica brasileira. Já saímos da crise? 8-0

Moto Casais em MS

Voltando aos passeios de moto em MS, passamos o carnaval 2015 sem gastar nada além da despesa diária de um casal motociclista. Em 2014, nos inscrevemos antecipadamente no Moto Casais em MS. Assim viajamos em 2015 por em 3 cidades de Mato Grosso do Sul: Bonito, Jardim e Guia Lopes da Laguna, onde fica a hospedagem mais barata, a 5 km de Jardim. Já participamos do Moto Casais em MS antes, lembram? Levamos a CB300 pra revisão dos 1.000 Km na concessionária Honda em Jardim na 2ª feira de carnaval, voltando na semana santa de chuva pra descansar o motor na 4ª feira de cinzas! (risos)

Depois do carnaval com passeios de moto em MS, foi a vez de voltar aos passeios de moto de fim de semana com os amigos das motos big trail e custom. Falo dos amigos que ficaram com suas BMW, já que vendi a BMW, indo pra Honda, mais econômica, a CB300R. E, por acaso, na foto que clicamos, os amigos na BR262, no posto Correntes, onde fica o restaurante Redondo, percebi que a foto tinha 3 motociclistas de BMW e 3 pilotando CBs diferentes da Honda. Coincidência?

Motociclistas de Mato Grosso do Sul

Sergio Lampião Honda CB650, Sônia Honda CB500X, Hilton BMW F800GS marrom dourada, Fernando F800GS Adventure, Eu Honda CB300R e Bruno F800GS marrom dourada.
Sergio Lampião, Sônia da CB, Hilton, Fernando, Eu e BrunoUma turma continuou pra Aquidauana, 40 Km a frente, e nossas BMWs e CBs da Honda de volta a Campo Grande, 100 Km de pista na BR 262. Adrenalina é isso, voltar a pilotar com os amigos e compartilhar no Blog dos MotoTuristas!

Moto point em Campo Grande, MS

Chegamos em Campo Grande e fomos ao Parque dos Poderes, na rua do Poeta tem o “postinho do parque” às 11 horas de domingo. Tava cheio de capacete refrescando com uma Budweiser ou água mineral, depende quem vai pilotar ou quem vai na garupa, claro! No Postinho gerenciado pela amiga Vânia, predominam as HDs Harley-Davidson. O espaço é de todos assim como já brinquei de BMW, hoje ando numa Honda CB300R.
Então, estamos de volta ao blog em 2015! Valeu pelo passeio e companhia, pessoal! Alguns motociclistas foram para Aquidauana a 135 km de Campo Grande. Semana que vem tem mais publicação no blog.
Comentem sugerindo assuntos…

Da Ásia, Moto BMW 1200 GS

Da Ásia, Cingapura, moto BMW 1200 GS.

Mapa Chile Peru Bolivia Argentina Paraguai BrasilDa Ásia, pilotada pelo casal Charlie Tseng e Cecilia a moto BMW 1200 GS laranja. Ele, com 59 anos é o piloto, mecânico, borracheiro, faz tudo sozinho e deu o nome de SG Adventourer à sua moto BMW 1200 GS de Cingapura. Entraram pela cidade de Valparaíso no Chile, país integrante do Mercosul. Assim, passaram pela província chilena de Antofagasta, subindo até Arica, entrando na fronteira com Peru, subiram mais ainda, entrando na Bolívia, quando resolveram ir ao Salar de Uyuni boliviano. Pra encurtar o caminho, atravessou a estrada de areia entre Oruro e Uyuni, a Ruta 30. Nessa primeira semana de agosto, ele escolheu colocar as malas de alumínio da moto BMW 1200 GS num carro que passava e deu carona pra Cecília Tseng, assim ele poderia andar com mais agilidade nas areias bolivianas até Uyuni. Já era de tarde, mas o carro que deu a carona a ela, se adiantou e Charlie ficou pra tás.

Acidente na Bolívia com sua moto BMW 1200 GS: sem pneus off road atolou nas areias bolivianas e Charlie teve uma lesão nos dedos.  Com o tombo e sem forças pra levantar a moto pesada e com a lesão na mão, veio a dor, a demora em se recompor da dor, o frio chegando, e ele sabia que a temperatura cairia pra 6 graus negativos à noite. Sua barraca estava na bagagem das malas de alumínio que foram no carro da Cecília. Um carro veio em sentido contrário e ajudou a levantar a moto. Ele só não poderia deixar a moto cair de novo antes de escurecer por mais 120 Km. Foi para a delegacia e um carro da polícia levou Charlie Tseng para o hospital. Até ele que viu Cecilia gritando por ele no hospital e o médico queria mandá-lo pra Potosi tirar Raio-X a 200 Km.
Mapa Bolivia Uyuni Ruta30 PotosiO casal pediu pra descansar no hotel até melhorar. (Sabem como são os orientais e suas meditações, né?) Descansaram, passearam alguns dias sem a moto e Charlie se recuperou pra vir ao Brasil por Tarija na Bolívia, entrando no norte da Argentina e Puerto Iguazu e Foz do Iguaçu no Paraná.
Mapa MS Bonito Campo Grande Chapadao do Sul
Ainda no mês de agosto passou por Mato Grosso do Sul. Vindo de Foz do Iguaçu e Cascavel, passaram por Dourados, onde Rafael Neto do Moto Clube Tribos do Asfalto e Carlos Schwiners, membro da AMEBR de MS, Apoio ao Motociclista Estradeiro em Dourados receberam o casal de Cingapura e avisaram às outras irmandades em Campo Grande. Seguiram para cidade de Bonito-MS onde Floribal  da ISF-MS já  esperava por eles para auxiliar nas rodovias de Mato Grosso do Sul. Chegaram em Campo Grande, capital de MS num sábado, hospedaram com a família de Floribal e fomos pra Feira Central onde se reúnem os descendentes de orientais e servem comidas como Sobá, Yakisobah, Yakimeshi, Rolinho Primavera e comidas típicas japonesas. Em Mato Grosso do Sul, ou melhor, no Brasil, a receptividade e o carinho em Mato Grosso do Sul a eles foi um sucesso! Podemos ver pelas fotos no álbum ao final dessa postagem. Depois de Campo Grande, o casal de Cingapura seguiu na sua moto BMW 1200 GS pra o norte de Mato Grosso do Sul, divisa com Goiás, até Chapadão do Sul, onde se encontrou com o Moto Clube Chapadão. Foram acolhidos muito bem. Dali a 65 km foram a Costa Rica em Mato Grosso do Sul visitar o Parque Nacional do Sucuriú e suas cachoeiras. Foram recebidos em Costa Rica por um guia, Fabiano e Josana, indicados pelo prefeito local e solicitados pela AMEBR-MS. Charlie Tseng e Cecilia agradeceram essa organização e receptividade em seu sua rede social. Foram a Cassilândia ainda em MS e voltaram ao Moto Clube de Chapadão do Sul pra uma super despedida pra Goiânia, capital de Goiás.  Mais uma vez o Moto Clube de Chapadão que se reúne às quintas-feiras, reabriu a sede no domingo e se fez presente na despedida coletiva quando o casal saiu de Mato Grosso do Sul. Também agradeceram ao Orquidário Antonelli de Chapadão do Sul. E publicaram ainda na sua rede social um agradecimento especial a todos que recepcionaram em MS, também à AMEBR-MS, Brazil Riders MS e ISF MS.

Compartilhe este álbum de fotos AQUI!

Moto Turismo no Brasil

Moto Turismo no Brasil é:

viajar de moto pilotando, guiando ou na garupa fotografando, filmando, relatando nas mídias, redes sociais, compartilhando a quem vai viajar de moto, oferecendo dicas de passeios, mostrando as melhores rotas, serras  e caminhos alternativos a quem vai curtir o Moto Turismo no Brasil. E por falar em curtir, nossa comunidades estão aí pra vocês curtirem e compartilharem suas viagens e relatos, enviar fotos e videos nas nossas comunidades de Moto Turismo no Brasil:

Tabela FIPE de motos

Tabela FIPE - Ferramenta para compra e venda de motosTabela FIPE de motos.
Ferramenta para compra e venda de motos.

Considerado um órgão importantíssimo, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) é responsável, entre outras coisas, para atuar como uma ferramenta de apoio institucional ao Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da renomada Universidade de São Paulo (USP).

Portanto, vamos apresentar a Tabela FIPE de motos que é uma das mais famosas ferramentas fornecidas por este órgão tão importante, que pode servir para ajudar na compra e também na venda de motos. usadas Vamos conhecê-la!

O que faz a FIPE?

Criada em 1973, a FIPE é um órgão que estuda fenômenos econômicos e também de ordem social, tomando sempre como base o instrumental teórico e também metodológico da Economia, tal como disciplina.

Por este motivo, sua Tabela FIPE de motos é uma das ferramentas mais utilizadas por quem deseja realizar boas compras e também boas vendas de veículos, como por exemplo, as motos usadas.

Como funciona a Tabela FIPE?

Por ser uma ferramenta altamente procurada pelos consumidores de todo o Brasil, a Tabela FIPE de motos é uma ferramenta que também permite que se possam verificar motos, entre outras coisas.

A verificação é feita de modo bem simples, bastando ao usuário acessar a Tabela FIPE de Motos inserir a tabela de referência, que pode a atual (mês atual), ou pode ser outra, como por exemplo, a do mês de janeiro de 2014.

Depois disto, o usuário insere o código FIPE, e depois a marca, o modelo e o ano de fabricação da moto desejada, para que seja realizada a pesquisa, que irá servir de base para que a compra ou a venda de motos usadas seja feita de modo prático e efetivo.

E como o site é extremamente completo, há ainda a possibilidade de fazer verificação de outros modelos, bem como de outras categorias, como carros, caminhões, entre outros.

Portanto, é correto afirmar que a Tabela FIPE de motos é realmente uma das mais importantes e efetivas da atualidade, especialmente para quem deseja realizar boas compras de motos, bem como realizar boas vendas de motos usadas também.

Portanto, se você ainda não conhece a Tabela FIPE de motos, procure acessar o site da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas para visualizar a ferramenta e começar agora mesmo a fazer as suas pesquisas.

Acessar a Tabela FIPE de Motos

 

DVD Long Way Round

 Em abril de 2004, Ewan McGregor e Charley Boorman, que conheceu na filmagem de The Serpent's Kiss, os atores de Moulin Rouge, o junky de Trainspotting, ou o Obi-Wan Kenobi de A Guerra das Estrelas partiram de Londres em duas BMW para uma viagem de 30.000 km até Nova Iorque. 
A conversa começou em volta de uma Moto Guzzi que Ewan tinha, os dois amigos atravessaram águas geladas na Sibéria, foram seguidos por paparazzi no Cazaquistão, acompanhados por homens armados na Ucrânia e assediados pela Polícia, mas descobriram a hospitalidade dos povos de algumas das mais isoladas regiões da África d dos dois desertos. Em 15 semanas, percorreram as estradas da Europa, Ucrânia, Cazaquistão, Mongólia, Sibéria e Rússia, atravessando o Pacífico até ao Alasca, e desceram do Canadá até os Estados Unidos. Atravessaram 19 zonas de fuso horário, em 3 continentes e dois desertos. Diariamente, percorriam distâncias  com o equipamento necessário à sobrevivência do homem e da máquina por 3 meses.

O resultado da viagem com fotografias e diários escritos chama-se O Caminho Mais Longo ou  Long Way Down. A viagem foi mostrada na série de TV, em um conjunto de DVDs e um livro editado em 2005. Quando foi lançado como DVD, quebrou o recorde de vendas na Inglaterra. Eles viajaram de 12 de maio até 5 de agosto de 2007 com a mesma equipe desde a Escócia até a Cidade do Cabo na África do Sul.

DVDs Long Way Down: Composto de 3 dvds com 3 horas de duração os dois primeiros e 2 horas o terceiro disco, dividido em 10 episódios e o 'extra' (entrevista um ano depois da viagem). O documentário está em idioma inglês e legenda em português.
MotoViagem: 25.000 Km em 85 dias passando por 14 países, a maioria na África.

Música, Letra e Tradução:  Long Way Round

Remember me my love, I'm the one you're dreaming of. // Lembre-se de mim meu amor, é comigo que você sonha
Going for a ride, I'll keep you warm inside. // Dando um passeio, eu a manterei aquecida por dentro
I'm Gonna roll up the sidewalk, I'm gonna tear up the ground // Vou enrolar toda a calçada, eu vou destruir todo o chão
Comin' round to meet you, The long way round. // Estou chegando para conhecê-la, dando a volta

Bah, Bah – rah – rah – rah! etc.

Sooner or later, I'll get me off this track. // Mais cedo ou mais tarde, eu desviarei da rota
Gotta do what it is that I do and then I'm – coming back. // Tenho que fazer o que eu sempre faço e depois eu voltarei
Got sun in my face, sleeping rough on the road. // O sol na minha cara, dormindo na estrada
I'll tell you all about it, when I get home. // Vou lhe contar tudo quando chegar em casa
Gonna roll up the sidewalk, I'm gonna tear up the ground // Vou enrolar toda a calçada, eu vou destruir todo o chão
Comin' round to meet you, The long way round. // Estou chegando para conhecê-la, dando a volta

Bah, Bah – rah – rah – rah! etc

Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul ?

Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul ?

Saindo de Mato Grosso do Sul ao Mato Grosso de moto, ou melhor, de MT ao MS, qual o 1º destino de ecoturismo que encontramos? Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são diferentes??? A Wikipedia diz na 1ª linha de Mato Grosso do Sul: Não confunda com Mato Grosso! Mas quais as opções de mototurismo entre MS e MT? Vamos conferir na última viagem de 2013 de MS ao MT.

Terminando o natal de 2013, os mototuristas saem de Campo Grande – MS às 6 horas da manhã em direção ao MT pela BR-163 e BR 060, logo depois pelas rodovias MS 306 e em Mato Grosso na rodovia MT-100 até a cidade de Alto Taquari no Estado de Mato Grosso. Chegando em Alto Taquari, instalam sua base do sossego, digamos assim, pra conhecer Alto Araguaia a 60 Km dali e Alto Garças a mais 65 Km, no dia seguinte. Em Alto Araguaia queremos conhecer pelo menos:
1 de suas cachoeiras ou corredeiras. Essa é a ideia antes de 2014!

dia
 
Campo Grande – MS a Alto Taquari – MT
 
480 Km 
 
BR 163 BR 060 MS306 MT 100
 
dia
 
Alto Taquari a Alto Araguaia e Alto Garças (Mato Grosso ida e volta) 250 Km 
 
MT 100 BR 364 e Cachoeiras
 
dia
 
Alto Taquari – MT a Costa Rica – MS
 
90 Km 
 
MT 100 MS306
 
dia
 
Parque Salto Sucuriú, Costa Rica – MS
 
2 Km 
 
Costa Rica – MS
 
dia
 
Costa Rica a Campo Grande – MS
 
400 Km 
 
MS 306 BR 060 BR 163
 
  Total do último passeio moto de 2013: 1.222 Km   

 

Ao sair do Estado de MT, passamos por Costa Rica em Mato Grosso do Sul, vamos explorar:
O Parque Natural do Salto do Sucuriú. O parque é municipal, fica ao lado da cidade, cerca de 2 Km de caminhada e não funciona às 2ªs feiras. Espoirtes radicais como tirolesa, rapel, rafting, arvorismo e trilhas na mata são comuns dentor do Parque Natual do Salto do Sucuriú com suas cachoeiras e quedas dágua no rio Sucuriú. Então, como disse a Wikipedia: Não confunda Mato Grosso do Sul com Mato Grosso!

Costa Rica, Mato Grosso do Sul por MT: Alto Taquari, Alto Araguaia e Alto Garças

Passeio Noturno de Bike

Pedal Noturno Bike, Campo Grande, MS
Passeio noturno de Bike, pedal noturno organizado por ciclistas que usam a bicicleta  à noite em encontros urbanos. Nosso blog de moto usa BIKE ou bicicleta? Já que chamamos moto e bicicleta de BIKE, o que é uma BIKE?

Bike é usada por Bikers que são motociclistas no estilo americano ou europeu. Os ciclistas também chamam a bicicleta de Bike. Liberdade de expressão? No Brasil, é comum escolher o nome mais curto pra definir algo, então, BIKE é moto ou bicicleta.

E porque um blog de moto resolveu falar de bicicleta? Tem a ver com mototurismo? Isso mesmo: Turismo Noturno em 2 Rodas, mas de bicicleta, ou melhor, de BIKE. A bicicleta dá preparo físico a quem pratica mototurismo fora da cidade. E como temos 3 viagens programadas em setembro, sendo uma delas no pantanal sul-mato-grossense, resolvi praticar cicloaventura e pedal noturno para me preparar físicamente para as próximas viagens de moto:

  • Estrada Parque Pantanal Corumbá, Mato Grosso do Sul no feriado de 7 de setembro;
  • Cachoeiras de Prudentópolis e Guarapuava no Paraná;
  • Curso Big Trail de pilotagem de motos em Florianópolis em Santa Catarina.

1ª dica: sair do chão!!! Fiz o passeio noturno de bike em Campo Grande, MS durante 2 horas e meia por 26 Km de asfalto, sendo 2 Km a mais por brinde de Sopa de Pedra (risos), mesmo sem eu ter comprado bicicleta. Aluguei uma Bike GTS com capacete por R$30,00 com direito a 3 guias que ajudavam quem atrasasse o grupo do pedal noturno, todos da equipe Sopa de Pedra. Saímos pela ciclovia da Orla Morena em frente à Bliss Bike ciente que as subidas de bike seriam prova de resistência naquela noite. Não pedalo 25 Km há 26 anos, metade da minha vida! Mas, 1 vez por ano brinco de bike em alguma pousada ou quando em férias. Conta fácil: tenho 52 anos, metade deles, sem pedalar longas distâncias, são 26 anos! Não pratico academia, nem corro pra manter a forma, mas pratico diariamente caminhadas urbanas e muito alongamento pra viajar de moto.

2ª dica: avaliar as dificuldades! Na loja Bliss Blike ouvi opiniões dos bikers do pedal noturno. Depois de meia hora de opiniões, resolvi: Não vou suportar as subidas nos 24 Km, e ainda ganhamos mais 2 km de Sopa de Pedra (risos)! Analisei a rota 3 vezes, até que faltando meia hora pra começar, resolvi assumir o risco. Ouvi relatos de quem voltou a pedalar depois de anos de sedentarismo, ouvi sobre quedas de bike, tombos em trilhas, desistências nas subidas, ou melhor, nas "subidinhas", pra isso, analisei a rota dessa pedalada noturna:

  • 1ª subida em frente à Câmara Municipal;
  • 2ª subida na ciclovia em direção ao Parque das Nações Indígenas;
  • 3ª subida atravessa o parque com descida e subida, afinal, tudo que desce, sobe (risos);
  • 4ª subida saindo do Parque das Nações até a Av. Mato Grosso;
  • 5ª subida na Av. Hiroshima até Av. Aracruz no bairro Novos Estados;
  • Daí em diante, começam as descidas!!! (Com discretas subidinhas, hehehe)

3ª dica: dificuldades superadas! Começam as descidas em direção ao parque Sóter, Av. Via Park e… de repente uma leve subida pela rua Amazonas pra alcanar o bairro São Francisco. Superados os 20 Km entre subidas, descidas, 2 garrafinhas de água mineral, empurrão do Alex pra evitar atrasos, chegamos ao paraíso: centro de Campo Grande! Faltam 5 Km!

4ª dica: alcançar pequenas metas SEMPRE! Os trechos de bike ou pedal noturno envolvem pequenas distâncias a serem percorridas que somadas, são longas distâncias que exercitam nossa mente pra superar metas SEMPRE! Isso é prazeroso e dá uma sensação tão animadora quanto viajar grandes trechos de mototurismo. Semana que vem, se não chover, vou pesquisar outro pedal noturno antes de viajar pro Pantanal Sul-Mato-Grossense. Chuva e trânsito noturno é perigo constante!

5ª dica: amizade! Agradecido por ter conhecido a equipe Sopa de Pedra e o Walmir que contou em detalhes como saiu da zona de conforto, passando por uma bike baratinha, que caiu, tropeçou, depois de 1 semana comprou uma Caloi 29, emagreceu 12 kilos em 3 meses. Quando passava por mim no pedal noturno, ele perguntava: "Porque será que sempre te encontro na subida?" Obrigado Alex pelo resgate, Nil e Lili pela organização!

Pedal Noturno de Bike, Campo Grande, MS,  Homer Simpson

Bagageiro Fazer 600 e afastadores

Bagageiro para moto Fazer 600 Yamaha, suporte em solução artesanal
Bagageiro Fazer 600 e afastadores de alforges: Solução Artesanal

Mesmo sem bagageiro para moto e afastador de alforge, sou um feliz proprietário de uma moto Fazer 600 ou Yamaha FZ6S ano 2006, cuja moto foi descontinuada pela fabricante em 2009, mas que ainda hoje é bastante procurada por motociclistas que necessitam de uma moto robusta para estrada e versátil para a cidade, cujo custo de manutenção é baixíssimo comparada a outros modelos de marca da mesma concessionária.

Pois é, já diz o ditado: quem não tem cão, caça com gato, inspirado nisso, compartilho a minha dificuldade em adquirir um bagageiro e afastadores de alforje para a moto Yamaha FZ6S, propondo uma solução artesanal de baixo custo. A maior dificuldade e a única a meu ver para esse modelo, são que determinadas peças e acessórios, não são encontrados no Brasil, dificultando bastante equipar esse modelo Fazer 600 da Yamaha.

Após garimpar muito na internet atrás de um bagageiro e afastadores de alforje, descobri que a única marca que comercializa é a conhecida GIVI. A minha surpresa não estava apenas nesta particularidade, e sim, no valor destes acessórios, pasmem, senhores; e como base para o meu baú Givi não era compatível teria que trocá-lo, + R$ 191,00;

Suporte Baú Traseiro R$ 620,00
Suporte de Alforje R$ 347,00
Base Baú Fazer 600 R$ 191,00
Total R$ 1.158,00

OBS.: sem contar que o fornecedor é de fora do país, e só teria disponibilidade cerca de 30 dias após o pagamento, e agora Rickão? crying O jeito foi fazer bagageiro e afastadores artesanais com um colega que monta triciclos em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, vejam o resultado com excelente custo beneficio;

Quem precisar, comente abaixo das fotos e passarei o telefone de quem confeccionou essas peças em Campo Grande,MS.
Rickão MotoTuristas

Bagageiro para moto Fazer 600 Yamaha suporte
Bagageiro para moto Fazer 600 Yamaha e afastadores de alforge

 

Acessórios, Peças, Ferramentas

Troquei a Yamaha XT660R pela BMW G 650GS, removi os acessórios. As peças novas e usadas, acessórios e ferramentas estão à venda.

Peças e acessórios usados na Yamaha XT660R:

  • Peça acessório: Baú GIVI cor preta, chave vermelha, capacidade 45 litros armazena 2 capacetes com capa de chuva por R$200 + frete
  • Peça acessório: Cavalete central em aço reforçado, cor preta permite a troca de pneu traseiro ou óleo, mesmo com peso no bagageiro, permite manutenção na estrada por R$ 100 VENDIDO + frete
  • Peça acessório: Suporte de bagagem e Base monolock M5, marca GIVI para baú. A base é a peça chave para acoplar baús GIVI de qualquer tamanho por R$ 200 VENDIDO + frete
  • Peça acessório: Parabrisa ou bolha CRISTAL! Única bolha nacional com 3 regulagens de altura, exclusiva para XT660 medindo 50 cm de altura chegando  a 56 cm acima do farol e 46 cm de largura. Parabrisa ideal para viagens longas, 4,0 mm de espessura. Não precisa furar a moto utiliza as posições já existentes de parafusos, com sustentação nos parafusos das bengalas dianteiras, sua instalação pode ser feita em casamantendo ou não a bolha original por R$ 300 VENDIDO + frete
  • Pneus: 3 câmaras de ar, Michelin e Pirelli, sendo: 1 câmara de ar Michelin AirsStop 17MH 140/70, 130/70, 120/90, USADA com 3 remendos e bico ou válvula nova; 1 câmara de ar Pirelli 70/90-21, 80/90-21, 80/100-21 USADA com 1 remendo; 1 câmara de ar do pneu traseiro XT 660 USADA com1 remendo por R$ 50 VENDIDO + frete

Peças NOVAS da Yamaha XT660R:

  • Coroa dentada original VAZ
  • 4 fusíveis originais
  • 2 velas NGK CRB7 e 8BR8ES
  • 8 lâmpadas Farol H4 Yamaha
  • 7 lâmpadas Pisca amarela Yamaha
  • 2 manetes de metal direita e esquerda

Qual a MELHOR marca de motos no Brasil?

RONDA proibe divulgar marca nos BLOGS60 marcas de motos no Brasil, qual a MELHOR? Depende!
Qual o melhor relacionamento com os motociclistas? Já que as mulheres somam 25% dos motociclistas no Brasil, o cuidado no relacionamento pós venda é ouro para o motociclista.
Mas… pode ou não pode divulgar a marca de sua moto na web? Já que é um relacionamento a dois, digamos de amor à primeira vista entre motociclista e sua máquina, será que todas as marcas permitem divulgar sua marca?
Observe a lista de marcas de motos abaixo e escreva pra gente:
Por que uma “marca de moto japonesa” NÃO aparece na lista abaixo?
Qual a MELHOR marca de motos no Brasil?

Em ordem alfabética, 60 marcas de motos no Brasil:

Falta alguma? RONDA?? Como? De onde?

Moto BMW G650GS

BMW 650GS Mototurismo Brasil Video Riders

Você tem BMW G650GS série F, G, X, Challenge ou Sertão?

  • Você tem moto BMW G650GS série F, G, X, Challenge ou Sertão? Elas são raras no Brasil, mas existem. O editor deste blog tem uma BMW G650GS Sertão 2012 / 2013.
  • Está pesquisando ou quer dicas e avaliações da BMW G650GS?
  • Quer comparar BMW G650GS com BMW G650GS Sertão ou outra moto BMW GS?
  • Quer comprar sua moto BMW Trail? Quer vender sua moto BMW G650GS? Quer trocar pela moto BMW F800GS?
  • Você também pode publicar no Blog dos MotoTuristas a sua experiência!

BMW em alemão: Bayerische Motoren Werke
BMW em português: Fábrica de Motores da Baviera

Viagem da Argentina ao Chile em 2 motos BMW

Rally Dakar 2013 Peru Argentina Chile

5 dicas de viagem de moto no fim de ano: da casa de Che Guevara na viagem da Argentina ao Chile no Rally Dakar!

Todos os anos, natal, ano novo e aniversário na estrada, de moto nos países do Cone Sul: Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai.

  1. Natal: fuja de festas de rotina, viaje de moto pelo Cone Sul ou só da Argentina ao Chile!
  2. Ano Novo: viaje pela Cordilheira dos Andes sem previsão de stop on the road! Aventure-se! Leve sua moto pra conhecer a os Andes Argentinos ou deixe a moto te levar!
  3. Argentina: Saia do Brasil, atravesse a Argentina até a fronteira com Chile, suba a Cordilheira dos Andes, deça até o deserto do Atacama chileno! Aprenda a falar espanhol on the road!
  4. Rally Dakar Argentina e Chile: Não precisa entrar no Chile pra curtir o Rally Dakar 2013. No dia 11 de janeiro de 2013, os pilotos saem da fronteira chilena para Argentina pela Cordilheira dos Andes! Entrar no Chile na época do Rally Dakar, exige paciência na aduana, seguro chileno Carta Verde, hotéis no Deserto do Atacama são mais caros na alta temporada, câmbio de moedas argentinas e chilenas, pense bem se seu cartão de crédito aguenta tanta adrenalina!
  5. Aniversário do MotoTurista: não bebe cerveja, não gosta de presentes pra carregar na bagagem, então, não se preocupe com grana pra festa, vamos curtir o niver em alguma “Ruta Argentina” assistindo a largada de Lima, do Rally Dakar Peru dia 5 de janeiro via telão gigante com vários moto turistas na Argentina!

Antes da Moto Viagem:

2 Moto Turistas Brazil Riders, MotoTurista e Glauco planejam sair de Mato Grosso do Sul até o deserto do Atacama na fronteira chilena pra curtir o Rally Dakar 2013 em 2 BMW G 650 GS modelo 2012. Como faz todos os anos, MotoTurista evita passar natal e ano novo no Brasil. Os dois moto turistas têm experiência com moto big trail on the road. Resumo dos últimos meses em moto big trail:

  • MotoTurista tinha uma Yamaha XT 6660R 2006 depois de arrebentar a corrente 3 vezes em uma semana, voltando do Moto Capital Brasília 2012, passando por Minas Gerais e São Paulo.,Trocou a XT660R por uma BMW G 650 GS modelo 2012 na concessionária Raviera Motors.
  • Glauco tinha uma BMW G 650 GS 2010, aquela de 1 farol só com rodas raiadas. Acidentou no trânsito de Campo Grande, MS e a seguradora deu perda total dando outra BMW 650 GS em 2011, modelo 2012, já com farol duplo e rodas de liga leve.
  • 2 BMW G 650 GS brancas com diferença so na kilometragem e cor do banco, o que diferencia o  ano de fabricação: 2011 e 2012 e 10.000 Km rodados a mais na moto do Glauco comprada em 2011. As 2 motos têm rodas de liga leve sem câmara de ar, a mesma autonomia de combustível, enfim, as mesmas condições pra viajar pelo Argentina até o Rally Dakar.

Rota em dezembro/2012: Brasil à Argentina

12 dias de Dezembro 2012: 2.700 Km

A rota está focada em rodar de moto somente no norte argentino começando pela casa de Che Guevara, onde ele teve sua infância. Só ao final de dezembro subimos a cordilheira argentina. Em janeiro de 2013 finalizamos pela Ruta 52 até Paso de Jama antes da fronteira chilena que continua no Deserto de Atacama. Não vamos visitar o Chile. Que vida dura! (risos chilenos) Voltando pela Ruta 52, encontraremos o Rally Dakar que entra na Argentina. As paradas de até 3 dias darão muita informação do Mototurismo argentino aos motociclistas do Cone Sul. Lembrando que o fim de ano em Salta, não vamos ao Tren de las Nubes pois janeiro e fevereiro, época de chuvas o trem mais alto do mundo não anda nas nuvens com raios e trovoadas (risos argentinos). Clique nas Rutas de Mapas abaixo pra nos acompanhar!

Saimos de Campo Grande, capital de MS na 5ª feira, 20 de dezembro de 2012 num percurso de 640 km até a cidade de Cascavel, Estado do Paraná.  Depois de rodar pelas estradas BR 163 e 467
PR 163, a BMW g 650GS do Glauco, fez revisão de 20.000 km na concessionária BMW – Star News na  Av. Brasil,  4986. No dia seguinte, 6ª feira, dia 21 de dezembro de 2012, rodamos 200 km até a fronteira com Argentina, em Dionísio Cerqueira, Estado de Santa Catarina. Conhecemos o Gargamel e sua loja a poucos metros da aduana Do outro lado da fronteira está a cidade de Bernardo de Irigoyen, Argentina. Sábado saímos de Dionísio Cerqueira passando por Bernardo de Irigoyen, Argentina. Viajamos pelas estradas da Ruta 14, Ruta 17 e Ruta 12. Final da tarde chegamos em Casa à casa onde Che Guevara morou durante sua infância em Caraguatay, Misiones, Depto. Montecarlo,  Argentina. Ates de chegar à casa que hoje é um museu, encontramos 5 km de terra solta além dos 160 km da fronteira brasileira. Chegamos em Posadas, pela Ruta 12, ainda na Província de Misiones depois de 180 km de retas de asfalto muito bom.  no 4º dia, 23 de dezembro de 2012, um domingo viajamos 930 Km de Posadas até o Resistência, o Chaco argentino pela Ruta 12. 340 km de sol, seca e pousos postos da YPF. Chegamos em Quimili ao fim da tarde. Pelo menos já estávamos em Santiago del Estero. Fomos pelas Rutas 11, 89 390.  No dia seguinte, em Quimili tivemos um pneu furado dentro da cidade e esperamos chegar a gasolina no posto da YPF. Viajamos 200 km pelas Rutas 89, 34 até a capital de Santiago del Estero, Rodovias sem acostamento.  No 5º dia, era natal, 24 de dezembro de 2012, depois de 70 Km pela Ruta 9, chegamos em Termas de Río Hondo, onde se localiza o autódromo internacional e o museu de carros antigos. Descansamos 3 noites até que no 7º dia, 26 de dezembro de 2012, uma 4ª feira, viajamos 400 km até San Miguel de Tucumán, pelas Rutas 9 e Ruta 90. Tínhamos o endereço da concessionária BMW de Tucumán por precaução: BMW – Berlin Autos, Yerba Buena, Av. Aconquija, 1475. Nem fomos lá. Ficamos até o ano novo em Tucumán. Saímos de San Miguel de Tucumán, pelas Rutas 9, 348 e Ruta 30. Fomos para Salta, la linda da Argentina pelas Rutas 348 e Ruta 9 por 280 km. Hospedamos no Hostal Yatasto do amigo Hector. As motos dormiram no quarto, ao lado das camas. Dia seguinte, viajamos para San Salvador de Jujuy pela Ruta 9. Foram 110 km de asfalto por uma estrada estreita com muitas curvas, vacas, um show de natureza. A lâmpada da lanterna traseira da moto não acendia, então quem vinha atrás não sabia se eu estava freando nessas curvas. Comecei a perder as contas, mas acredito que viajamos em 12 dias de Dezembro de 2012 uma distância de 2.700 Km. Era o fim do ano, 31 de dezembro de 2012! conhecemos Miguel Liendo no Barrio Los Perales.  Passamos o ano novo com ele e mais 2 amigos que conhecia do Clube Big Trails: o Zeca numa BMW F800GS e o Luiz, dentista numa Suzuki DR800. Ambos de São Paulo.

Cordilheira dos Andes até o Chile

Viajando de moto por 190 km, já no 14º dia, 2 de janeiro de 2013, 4ª feira saímos de San Salvador de Jujuy pela cordilheira conhecendo Purmamarca. Pela Ruta 9 até chegar nesse ponto da cordilheira foram 60 km (não tenho certeza) de curvas. Continuando pela Ruta 52 conhecemos o Salar Salinas Grandes antes de Susques65 km depois de Purmamarca. Colamos os tradidionais adesivos na única bomba de gasolina no Bar Café Pasos Chicos em
Susques, Província de Jujuy. Hospedamos quase em frente. Continuando a ida ao Chile, 17º dia, 5 de janeiro de 2013, um sábado, eu completava 52 anos na Ruta 52. Até aqui viajamos 270 Km desde … Faltavam 155 km até a fronteira em Paso de Jama, fronteira chilena. A ideia era ir até Paso de Jama e voltar. Resolvemos entrar no Chile. Éramos 3 motos BMW 650 GS!  Passamos a aduana chilena ao final da tarde. Ficamos em San Pedro de Atacama em 2 motos.O outro brasileiro, voltou para o Rio de Janeiro, de onde partiu.

Rota em janeiro/2013: Paso de Jama ao Brasil

16 dias de Janeiro 2013

Dia 11 seria o dia do encontro com Rally Dakar uns 60 km depois da fronteira argentina, para quem sai de San Pedro de Atacama. Conhecemos Jean Azevedo da equipe HRC, Honda Racing Team. Então, aproveitamos bem o tempo com passeios perto de San Pedro. Ainda voltamos a tempo na mesma pousada ou hostel na Ruta 52. No 23º dia, em 11 de janeiro de 2013, 6ª feira voltamos de Susques, perto do Salar Salinas Grandes para San Salvador de Jujuy quase 100 Km.  Dia seguinte, de volta a Salta, la linda Argentina pela Ruta 9, viajamos 100 km.  Saímos de Salta no 25º dia de viagem, dia 13 de janeiro de 2013, um domingo com 820 Km de sol.  Continuando a viagem, o 26º dia, dia 14 de janeiro de 2013, uma 2ª feira, viajamos 640 km de Resistência, Chaco argentino até Puerto Iguazu. No caminho pagamos uma “multa municipal” na Ruta 12.  Último dia de viagem, 27º dia, dia 15 de janeiro de 2013, chegamos numa 3ª feira em Mato Grosso do Sul. Viajamos 770 Km passando por Medianeira, Estado do Paraná na BR 277. Até ali, 75 km. De Medianeira, PR até Marechal Rondon, PR pela PR 495 viajamos mais 125 km. Terminamos a viagem de Marechal Rondon a Campo Grande, MS, pela BR 163 que ainda não era pedagiada com 570 km.

Rota finalizada em 15 de janeiro de2013 no Brasil

Próxima Etapa:Classificar fotos e vídeos de 6.000 Km

Começando a classificar fotos e vídeos na última semana de janeiro de 2013 para compartilhar no Blog dos MotoTuristas.
Parabéns pela sua paciência até aqui, (risos brasileiros)! Comente abaixo e dê sugestões pra nossa viagem!

Rally Dakar Peru Chile Argentina

Dakar 2012 Bandeiras da Argentina, Chile e Peru

Cronograma MotoViagem Rally Dakar 2012

25 dias de 28 de dezembro de 2011 a 21 de janeiro de 2012:
Brasil atravessando os Estados de MS, MT, RO, AC a distância brasileira de 3.300 Km.
2. Peru via Machu Picchu + Titicaca + Rally Dakar: 2.000 Km;
3. Chile via Deserto Atacama: 1.000 Km;
4. Argentina via Chaco Argentino: 1.500 Km;
5. Brasil via Foz do Iguaçu, PR até MS: 700 Km.
Total:. 4 países, 4 estados brasileiros em 1 mês totalizando 8.500 Km.

Brasil ao Peru via Acre em 1 semana

Saindo de moto 4ª feira 28/12/2011 de MS Campo Grande ao MT, até Várzea Grande por 710 km. Dia seguinte, 5ª feira 29/12/2011 de Várzea Grande até Vilhena, a primeira cidade ao sul de Rondônia por 710 km.

Dia seguinte, 6ª feira 30/12/2011, até Ji-Paraná, cidade também em Rondônia por 330 km. Sábado 31/12/2011 de Ji-Paraná, RO, passaria o ano novo de 2012 em casa de amigos Brazil Riders. Domingo 01/01/2012 pilotando até Porto Velho, capital de Rondônia por 380 Km. Pegaria a balsa para a Transamazônica amazonense até a cidade de Humaitá .  Foram 210 Km com a Yamaha XT 660.  Descansei 2ª feira e 3ª feira 03/01/2012 saí da Transamazônica até Vista Alegre do Abunã em Rodônia. Segunda balsa no mesmo dia. Foram 440 Km. Dia seguinte, 4ª feira 04/01/2012 saí de Vista Alegre do Abunã até o Acre nas cidades de Xapuri e Brasileia. Também 440 Km. Comemorando 1 ano acima dos 50 anos, 5ª feira 05/01/2012, saí de Brasileia até o Peru em, Puerto Maldonado uns 460 Km, não estou certo dessa distância. Tive um contratempo… A duração de 9 dias foi alterada em Rio Branco, capital do Acre. A previsão era: Campo Grande, MS
a Puerto Maldonado, cidade peruana, percorrendo 3.220 Km.

Peru ao Chile via TrasnOceânica + Machu Picchu + Rally Dakar em Arequipa

Sairia 6ª feira 06/01/2012 de Puerto Maldonado, a Cusco percorrendo 540 Km. Sábado 07/01/2012 a
3ª feira 10/12/2012 ficaria em Cusco, onde conheci  Norton Red Rats Pub com Genghis, motociclista de Manaus. Na 3ª feira 10/01/2012 saí de Cusco a Puno, no Peru por 390 Km. Conheci o Lago Titicaca e os policiais peruanos 🙂  Na 4ª feira 11/01/2012 a idiea era sair de Puno até Moquegua, também no Peru. Detalhe: Rally Dakar às 5h da manhã. Postei o meu primeiro vídeo sem editar, direto no YouTube. 🙂  4ª feira 11/01/2012 parti de Mocquegua, passei pela fronteira chilena até Iquique a 20 km da fronteira, quase no Oceano Pacífico. Forma 500 Km de aventura.  A ideia inicial era partir de Puerto Maldonado, Madre de Dios, no Peru até Iquique, por 2.000 Km.

Com uma pequena mudança na viagem, em vez de ir a Iquique, fui até Arica, antes de Iquique, mais perto da fronteira peruana. Fiquei em Arica entre 5ª feira 12/01 a sábado 14/01/2012.  No domingo dia 15 de janeiro, saí de Arica até Calama, região norte do Chile. Viajei 680 km de moto sozinho. Conheci um motociclista bombeiro de mina em Calama que me deu hospedagem. Saí no dia seguinte, 2ª feira 16/01/2012 até San Pedro Atacama, por 100 km. Asfalto ótimo.

Chile, Deserto de Atacama

Na manhã de 2ª feira procurei hotel em San Pedro, pois não fiz reserva. Fiquei até 5ª feira dia 19 de janeiro. Visitei vários lugares:
1. Deserto de Atacama
2. Salares Chilenos
3. Valle de la Luna
4. Geiser y Machuca, a cidade de 16 habitantes
5. Laguna Cejar

A partida de San Pedro previa passar pelo Paso de Jama, fronteira argentina onde começa a Ruta 52. Apesar de ter chegado sozinho ao Chile, saí acompanhado de duas motos: conheci o casal Guina Salve de Piracicaba numa Suzuki V-Strom e outro casal, o Marcelo Konga de Manaus na sua BMW F800GS. Fomos até San Salvador de Jujuy, chegamos de noite. Dia seguinte, fomos para  ou Salta, la linda Argentina. Viajamos cerca de 480 km em três motos. Essa viagem de 8 dias no Chile teve um percurso de 1.300 Km.

Argentina ao Brasil via Paraguai

Saímos 6ª feira 20/01/2012 de Salta com destino ao leste argentino viajando pelo norte da Argentina. Um cenário de abandono por 920 km de estradas, com pouco combustível disponível pela YPF que ainda não tinha sido nacionalizada pela presidenta Cristina. No sábado, 21/01/2012 saímos de Formosa que também estava sem gasolina na hora do almoço. Tomei duas horas de sol na fila. Seriam mais 900 Km até minha cidade, mas chegamos em Pedro Juan Caballero debaixo de chuva no Paraguai. Fizemos os trâmites aduaneiros no dia seguinte em Pedro Juan Caballero, cidade dividida por uma avenida com a brasileira Ponta Porã em Mato grosso do Sul. Voltei a Campo Grande e os dois casais seguiram até o oeste paulista. Essa volta da Argentina deu entre 1.820 km e 2.000 km. Não fiz esse registro.

Tablet, Produtividade, MotoTurismo

Nem celular, nem notebook ou netbook:
Tablet, Produtividade = MotoTurismo
Tablet ou Nebook ou Smartphone ?

A tecnologia está avançando no mototurismo e seus mais recentes ”habitantes” são os tablets produtividade, que começam a tomar o lugar dos notebooks, netbooks e até mesmo de alguns celulares da categoria smartphone.

Wi-Fi, GPS, Bluetooth, 3G/4G, HDMI, dual-core, quad-core são alguns dos atrativos dos aparelhos. Até o 3D está presente nos tablets produtividade, como é o caso do LG Optimus 3D.

Dentre os mais famosos disponíveis no mercado brasileiro, citamos o Motorola XOOM, os Samsung Galaxy Tabs de 7”, 8.9” e 10.1”, Acer Iconia, Toshiba myPad, ZTE V9, Huawei Ideos, Asus Transformer. Suas características variam em:

  • tamanho: com telas de 7” a 10”; processamento: desde single-cores até quad-core;
  • câmeras: as frontais com 1.3 / 3 mp e as câmeras traseiras 3.2 / 12 mp;
  • conexões: Wi-Fi, 3G, USB, Bluetooth.

Tudo isso voltado para a produtividade do motociclista durante e depois da motoviagem. Mas quais seriam os usos de um tablet produtividade? Várias. Você pode fazer anotações durante uma reunião. Fazer checklist antes de uma MotoViagem ou inventário de peças e ferramentas para viagem de moto. Apresentações rápidas. Demonstração rotas alternativas e hoteis da região ou produtos regionais. Há várias utilizades para os tablets produtividade, não somente ver vídeos, tirar fotos e navegar na internet. É apenas questão de começar a usá-lo.

  • E a produtividade para o MotoTurismo?
  • Por que os usuários não pensam neste assunto?
  • Por que ainda não vemos estes dispositivos em uso no MotoTurismo?

Imagine numa reunião de planejamento de MotoViagem, você é pego de surpresa para apresentar aquele gráfico e está no seu PC ou notebook. Com um tablet produtividade seria mais fácil, bastaria acessar a rede corporativa ou doméstica e carregar a apresentação ou o slide. Existem adaptadores que permitem ligar o tablet a projetores ou TVs LCD. Ou então, saiu pra uma viagem mas, não levou o notebook e precisa ver os e-mails. Hoje o MS Exchange já vem integrado no sistema Android. O VoIP permite que você leve seu ramal onde você estiver. Está tudo alí. Existem poderosos aplicativos de produtividade para viagem de turismo, Evernote para anotações, Documents To Go, QuickOffice, etc. Precisa digitar um texto mas não gosta do teclado touch? Existem muitas opções de teclados e mouses Bluetooth que funcionam muito bem nos tablets produtividade.

Colaboração: @MotoTuristas e Allan Robson @Clube_Android

 

 

Rede Brazil Riders Brasil Argentina Paraguai

Rede Brazil Riders Brasil Argentina Paraguai

Rede Brazil Riders reunida na tríplice fronteira Brasil, Argentina e Paraguai em Foz do Iguaçu, Puerto Iguazu e Ciudad del Este.

“Rede Brazil Rider pra quem realmente viaja!” A cada ano, nos reunimos em Estados diferentes. Hoje vamos mostrar como foi a convenção da Rede Brazil Riders e m 2010. Viajamos de moto até a tríplice fronteira, nas cidades de Foz do Iguaçu, Paraná que faz fronteira com Puerto Iguazu em Missiones, Argentina que também faz  fronteira com Ciudad del Este, Paraguai. Daí o nome grande dessa matéria publicada.

Nosso encontro ou convenção em 2010 foi uma confraternização internacional no feriadão de 15 de novembro. Hospedamos em Foz do Iguaçu para centralizarmos nossas confraternizações e eventos de mototurismo. E haja fila de motos pra juntar todos de hotel em hotel, até em camping.

Saimos de Campo Grande, MS, tres motociclistas na Rede Brazil Riders: eu na Yamaha TDM 850, Nelito do MC Motors Vivos  na sua Suzuki DR 800 e Aurican, o Chiapas na sua Honda Sahara 350. Uma coisa interessante no motociclismo virtual! Só conheci o Chiapas no dia da viagem, às 5 horas da manhã no posto de gasolina. Isso, depois de trocar e-mails com ele por 3 anos na mesma cidade e nunca nos vimos pessoalmente. O Nelito, conheci em 2003, quando viajei pra Chapada dos Guimarães, MT e me encontrei com ele em Cuiabá, MT. Cada um com sua Yamaha Virago 250, há 8 anos atrás.

As estradas de MS e PR na ida a Foz do Iguaçu:

Saímos de MS pela BR 163, entrando no Paraná pela cidade de Guaíra. Antes de chegar ao Paraná, em MS, passamos ao lado da fronteira com Paraguai. Em plena BR 163 havia fila dupla de brasileiros que compram produtos importados na cidade de Salto del Guaira. Era véspera de feriadão de 15 de novembro, em MS nos perdemos um do outro no congestionamento.

Entre MS e PR, a dica é filmar os quase 4 km da ponte Ayrton Senna sobre o rio Paraná e seus 5.000 veículos por dia. Depois de Cascavel a rodovia é pedagiada, um show de asfalto! A Rodovia das Cataratas, a BR 277 que corta todo o estado do Paraná até Foz do Iguaçu. A BR 277 é mantida pela concessionária Ecovia, tem vários postos de pedágio, sinal de celular em toda a rodovia,  SAU – Serviço de Atendimento ao Usuário pelo telefone 0800-410-277, uma das vantagens da BR 277 pedagiada.

As estradas na volta de Foz do Iguaçu ao MS: Nossa intenção não é voltar pagando pedágio, mas fotografar, então  pagamos só um pedágio em São Miguel do Iguaçu, PR e saindo da BR 277. O pedágio na BR 277 mais caro é justamente o mais próximo de Foz do Iguaçu, em São Miguel do Iguaçu, Km 704. Em setembro de 2011 conferi os preços: carros a R$9,80 e Motos R$4,90.

Estrada alternativa entre PR e MS

Voltamos por um percurso menor, pela rodovia estadual PR 495, cheia de fazendinhas, chácaras, muitas curvas, pequenos povoados e, claro, sem auto-estrada. Esse atalho paranaense  vai de Medianeira até Marechal Cândido Rondon. A rodovia estadual PR 495 sai da BR 277 no Km 672 na cidade de Medianeira, PR. Conheça o trecho de 122 Km:

 

Início: BR 277, Km 672

  1. Medianeira
  2. Missal
  3. Santa Helena
  4. São Clemente
  5. Entre Rios do Oeste
  6. Pato Bragado
  7. Iguiporã
  8. Marechal Cândido Rondon

Fim: BR 163

Mapa Parana Foz do Iguaçu a Marechal Candido Rondon
Entre Medianeira e Marechal Cândido Rondon pela PR 495 e PR 239, são 122 Km, apesar que Google Maps não mostra os rios nesse trecho, existem várias pontes sobre as cheias originadas de Itaipu. Inclusive balneários à beira da rodovia, verdaderio festival de MotoTurismo sobre as águas,opções de camping e pousadas.

 

BIGA | Triciclo para Cadeirantes PNE

No dia do motociclista, 27 de julho de 2011, tive um acidente de moto e quebrei o cotovelo. Fui submetido a cirurgia, meu cotovelo ganhou 2 pinos de platina e um arame de amarração interna. Fotos antes e depois da cirurgia. Agora, com o braço imobilizado e suspenso numa tipoia pendurada no pescoço, não tenho habilidade pra manobrar uma moto até o final do ano. Pensei em testar um triciclo e descobri que em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o  professor de mecânica industrial do SENAI, Oraci Silva da Costa inventou e patenteou o BIGA em 2007. Um triciclo para cadeirantes. E já está lançando o nomvo modelo 2012. As primeiras fotos do novo modelo 2012 sairão aqui no Blog dos MotoTuristas ainda em 2011.

O primeiro triciclo para cadeirante, como surgiu?
“Eu e meu sócio Oraci, gostamos de moto, meu sócio fez o desenho, fizemos um protótipo e o tricilo foi melhorando, até chegar ao que é hoje”, conta o advogado Paulo Tadeu de Barros Mainardi Nagata, sobre o professor de mecânica industrial do Senai, em Mato Grosso do Sul, por 35 anos Oraci Silva da Costa.
Depois, homologaram no DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito, registrando como triciclo Biga. Utilizaram o sistema de freio, sinalização, iluminação, suspensão exigidos por lei. Montaram a fábrica, e usam como forncedor de peças a Honda Biz e Honda Titan. A ignição ou partida é elétrica e o motor, a gasolina. O projeto do triciclo para PNE tem tecnologia de Mecânica Automotiva, Mecânica Motocicleta, Mecânica Geral, Tornearia, Soldas e Conhecimentos de Física em Resistência de Materiais. Aliás, para evitar o recurso do empurraozinho, o sistema de marchas tem até marcha a ré.

Usando o triciclo BIGA:
O cadeirante sentado na cadeira de rodas, sobe a rampa traseira do triciclo, aciona os dois parafusos de segurança que prendem a cadeira ao BIGA, colocado o capacete, é só dar a partida elétrica com a chave e o botão, já o assento é sua própria cadeira de rodas e como demonstra o vídeo abaixo: 

Quer saber mais? Comente abaixo e Oraci responderá pessoalmente.

Harley-Davidson | Curiosidades, Bom Humor

Harley-Davidson Motorcycle
O inventor da motocicleta Harley-Davidson, Arthur Davidson, morreu e foi para o céu. 
Nos portões do céu, São Pedro disse a Arthur:
– Como você foi um homem tão bom e as tuas motocicletas mudaram o mundo, o seu prêmio é que pode se encontrar com quem você quiser.
Arthur Davidson pensou um pouco,depois disse: 
– Eu quero me encontrar com Deus.
 
São Pedro levou Artur Davidson até a sala do trono e o apresentou a Deus. Deus reconheceu Arthur Davidson e disse:
– Então você é o kara que inventou a Motocicleta Harley-Davidson?
Arthur disse: – É, sou eu…
Deus então fez o seguinte comentário:   
– Grande coisa inventar a motoca: tão instável, faz muito barulho e poluição e não pode se locomover sem uma estrada?
Arthur Davidson ficou meio sem jeito, mas finalmente disse:
– Desculpe-me mas não foi você que inventou a mulher?
Deus respondeu: – Sim fui eu
– Bem, disse Arthur Davidson, de profissional para profissional, você também tem grandes defeitos na sua invenção!
Harley-Davidson-Mulher 1. Há muita inconsistencia na suspensão dianteira;
Harley-Davidson Mulher 2. É muito barulhenta e tagarela em altas velocidades;
Harley-Davidson Mulher

3. Na maioria dos casos, a suspensão traseira é muito macia e vibra demais;

 

4. A área de recreação está localizada perto demais da área de reciclagem;

Harley-Davidson Mulher 5. Os custos de manutenção são exorbitantes!!!
Deus ficou pensando, depois disse: 
– Você pode ter bons argumentos, mas espere um pouco. 
Deus foi até o supercomputador celestial, digitou algumas palavras e esperou pela resposta. 
O computador imprimiu a resposta e Deus leu o mesmo: 
– Sim, é verdade que o meu invento tem defeitos, mas de acordo com estes resultados, tem mais homens montados na minha invenção do que na sua!
 
Depois de rir com bom humor, um vídeo de fevereiro de 2011 saudando os executivos da Harley-Davidson nos Estados Unidos aos brasileiros, legendado em português. Os executivos Harleiros são Willy G. Davidson, vice-presidente sênior e diretor-chefe de design e seu filho, Bill Davidson, vice-presidente do Harley-Davidson Museum.
Fonte: Moto.com.br

Motoqueiros Selvagens | Wild Hogs

Wild Hogs (Motoqueiros Selvagens, no Brasil) é um filme norte-americano de 2007 do gênero Comédia dirigido por Walt Becker.

Sinopse Doug Madsen (Tim Allen) é um dentista com complexo de inferioridade tão grande que sempre se apresenta como médico. Woody Stevens (John Travolta) é um executivo rico e carismático que foi a falência depois que foi abandonado pela esposa. Bobby Davis (Martin Lawrence) é um encanador dominado pela esposa, Karen (Tichina Arnold), que decidiu ficar sem trabalhar por um ano para tentar, sem sucesso, tornar-se uma escritora, mas teve que voltar ao trabalho. Dudley Frank (William H. Macy) é um solteirão que é também um gênio da informática mas desajeitado, sempre se metendo em situações constrangedoras

Cada um dos quatro leva sua vida frustrados e nos fins-de-semana eles se reúnem para andar de motocicleta. Woody, que não contou seus problemas aos amigos, influencia o grupo a agitar as coisas com a realização de uma viagem de motocicleta, sem destino definido. Os outros três conseguem tirar uma folga de seus trabalhos e vão para a viagem, sendo que ao iniciá-la não têm a menor idéia do que está por vir. Com o tempo eles começam a dividir segredos, até que enfrentam uma gangue de motoqueiros chamada Del Fuegos, liderada por Jack (Ray Liotta).

Direção: Walt Becker Roteiro: Brad Copeland Gênero: comédia Ano: 2007
Idioma dublado: Português Idioma original: inglês

Fonte: Descrição e sinopse acima do artigo do Wikipedia Motoqueiros Selvagens, licenciado sob Creative Commons, licença CC-BY-SA

Diários de Motocicleta | The Motorcycle Diaries

Diários de motocicleta, (original: Diarios de motocicleta) é um filme de 2004 produzido pela Argentina, Brasil, Chile, Reino Unido, Peru, Estados Unidos da América, Alemanha, França e Cuba. Gêneros aventura e drama biográfico, com direção de Walter Salles.

Sinopse de Diários de Motocicleta: Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem foi estudante de Medicina. Em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Picchu, a dupla conhece uma colônia de leprosos. Passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.

Direção: Walter Salles Roteiro: José Rivera Gênero: Aventura, drama biográfico
Elenco original: Gael García Bernal, Rodrigo de La Serna, Mía Maestro, Gustavo Bueno, Mercedes Morán
Idioma dublado: Português Idioma original: espanhol, quechua Ano: 2004

Fonte de Diários de Motocicleta: Descrição e sinopse acima do artigo do Wikipedia Diários de Motocicleta, licenciado sob Creative Commons, licença CC-BY-SA

Revistas de Moto

Revistas de Moto em Português:

Revistas de Moto

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Livros do MotoTurista Chardô

Chardô, como é conhecido, escreveu 2 livros sobre MotoTurismo:

 

  1. Machu Picchu – Uma aventura de moto à cidade sagrada dos Incas, cruzando os Andes e o Deserto de Aracama
  2. Ushuaia – Uma aventura de moto à Terra do Fogo, cruzando os Andes e a Carretera Austral

  1. Machu Picchu

O livro é o relato de uma viagem de moto iniciada com mais dois motociclistas, que seria um passeio e se transformou em uma aventura. Um antigo sonho de chegar a Machu Picchu, cruzando os Andes e o deserto de Atacama, o mais árido do mundo, por uma das regiões mais inóspitas, o Passo de Sico.

Chardô deixou com sua moto uma cruz no deserto, atravessando de leste a oeste, até o Pacífico, e de norte a sul pelo meio do Atacama, onde também viajou à noite para ver e sentir a deslumbrante natureza do deserto. Passou para o Peru e subiu para leste em direção ao lago navegável mais alto do mundo e o maior da América do Sul, o Titicaca, de onde surgiu a lenda do Império Inca. Entrou na Bolívia rumo a La Paz e retornou ao Peru de balsa, atravessando o Titicaca pelo estreito de Tiquina. Subiu até Cusco onde finalmente visitou Machu Picchu, a cidade sagrada dos Incas, onde o mistério se preserva. Numa alteração de roteiro foi surpreendido por uma forte nevasca a 4.450m de altitude, nos Andes, o que lhe causou sérios riscos. Foram 10.500km percorridos de moto passando por Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Uruguai e retornando ao Brasil. A viagem também foi um encontro, como Chardô fala:

  • “Foi uma grande oportunidade de me encontrar e reorganizar internamente, a chance de me compreender melhor. Foi como ter viajado num território sagrado onde as montanhas são catedrais. Acho que encontrei o Caminho de Santiago na América do Sul, com um adicional, o deserto mais árido do mundo como parte desse caminho.”

O livro possui mapa e roteiro detalhado com locais para abastecimento nas regiões menos povoadas, muitas dicas, todos os preparativos e tudo o que é necessário levar na viagem (lista de remédios, alimentos, equipamentos, roupas e documentos), bem como a cotação da moeda nos países percorridos. São 224 páginas com 66 fotos coloridas tiradas no percurso e adesivo da aventura. Exemplar autografado pelo autor, em seu nome ou a quem você deseja presentear.

  • Custo: R$ 36,00, já incluída despesa de envio para o Brasil e o MERCOSUL. Envie seu nome  e endereço completo com CEP para o Chardô ou compre pelo Pag Seguro UOL.

  1. Ushuaia

Novamente em uma viagem solo, Chardô narra sua aventura de motocicleta, agora rumo ao sul do continente sul-americano, Ushuaia.

Foram três saídas do Brasil com o objetivo de concluir, desta vez, o seu sonho de cruzar vários passos na Cordilheira dos Andes, fronteiras entre Chile e Argentina, a Carretera Austral, a Patagônia, a Terra do Fogo e chegar por terra ao ponto final da rodovia que penetra mais ao sul do continente sul-americano.

Na primeira saída, cruzou os Andes pelo passo El Planchón, local próximo de onde caiu o avião com o time uruguaio de rúgbi e que ficou conhecido como “Os sobreviventes dos Andes”. Num encontro inesperado de Chardô com Jakye em frente à casa de praia de Pablo Neruda, voltada para o Pacífico, em Isla Negra, Chile, sua viagem foi abortada. Após longa recuperação física, saiu em busca de sua moto e foi impedido de cruzar os Andes pelo passo de San Francisco, devido à neve.

Novamente na estrada, após um ano, conseguiu cruzar os Andes em vários passos, percorrer a Carretera Austral, no Chile, Ruta 40, na Patagônia argentina, e chegar a Ushuaia, o “fim do mundo” ou o “começo de tudo”. E para tal feito rodou mais de 20 mil quilômetros.

Neste livro Chardô narra, com seu estilo pessoal e agradável, curiosidades dos lugares, situações engraçadas, suas dificuldades, seu encantamento no alto da Cordilheira, dicas, encontros e desencontros para chegar com sua motocicleta ao seu objetivo, a cidade mais austral do continente sul-americano, Ushuaia. Este parágrafo do livro exprime bem a visão de Chardô sobre viagens:

  • "Sempre é bom quando estamos nesta condição em que a vida parece ser feita para tal fim: viajar.

Ah, se todos pudessem fazer o mesmo, o mundo seria um eterno viajar; viajaríamos por todos os países e todos se cumprimentariam. Seria uma eterna troca de lugares, assim como viajamos no cosmos. Obedeceríamos a princípios naturais, assim como é da natureza do universo o eterno deslocamento no espaço, a viagem do sistema solar no éter."

São 226 páginas de pura viagem, mostrando imagens em mais de 70 fotos, mapa e roteiro detalhado, e toda quilometragem diária percorrida. Se você gostou de Machu Picchu, vai adorar ainda mais Ushuaia… E ainda receberá o adesivo da aventura…

  • Custo: R$ 37,00, já incluída despesa de envio para o Brasil e o MERCOSUL. Envie seu nome e endereço completo com CEP para o Chardô ou compre pelo Pag Seguro UOL.

Rodovia do Pacífico Brasil Peru

Rodovia do Pacífico Brasil Peru via Acre

De Mato Grosso do Sul ao Peru via Acre, pela Rodovia do Pacífico:

De Campo Grande-MS,  na Yamaha XT 660. Pelo Brasil, o amigo Iko de Rio Branco, Estado do Acre nos acompanhou desde a Chapada dos Guimarães em Mato Grosso até o Acre, onde ele morava.

Geolocalização: Brasil: MS, MT, RO e AC | Peru: Cusco na ida e Lago Titicaca na volta Chile: Cidade de Arica, a 18 Km do Peru. Projeto final: 9.400 Km de mototurismo em 25 dias.

Objetivo no Peru: percorrer a rodovia Interoceânica até o Oceano Pacífico, explorar pontos turísticos na ida e na volta, conhecer a 4ª Maravilha do Mundo que é o Santuário de Machu Picchu (dados da UNESCO), entre as cidades de Cusco e Águas Calientes no Peru e chegar ao Oceano Pacífico, voltando pelo Lago Titicaca. Viajar para do Peru ao Chile

Objetivo no Brasil: refazer o trajeto que fiz em dezembro de 2005 pelas BRs 163 e 364 entre Mato Grosso do Sul a fronteira peruana no Acre: no carnaval descansar na Chapada dos Guimarães em Mato Grosso, rever a Estrada de Ferro Madeira Mamoré em Abunã, Rondônia, visitar a casa de Chico Mendes em Xapuri no Acre, enfim, além destes pontos turísticos, explorar novas opções que nasceram depois da inauguração da rodovia interoceânica. Viajar do Brasil ao Peru e ou Viajar do Chile e Peru ao Brasil

Observações sobre a Rodovia Interoceânica:

  1. Da Fronteira Brasil-Peru a Puerto Maldonado, são 230 Km até a Ponte Billinghurst sobre o rio Madre de Dios que deverá ficar pronta em abril de 2011.  Essa é a única pendência da “Carretera Interoceânica Sur” no Peru, segundo a Construtora Odebrecht.
  2. A Rodovia Interoceânica tem 1.500 Km no Brasil e no Peru a “Carretera Interoceânica Sur” tem 1.100 Km somando 2.600 Km, atinge na Cordilheira dos Andes 4.800 metros de altitude, passa por 51 povos indígenas peruanos, tem 207 pontes, custou quase 2 bilhões de dólares, empregou 3.800 trabalhadores de setembro de 2005 até 2011 e foi construída pelas construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão.
  3. A “Carretera Interoceânica Sur” não passa por Machu Picchu, nem Águas Calientes. Machu Picchu está a 80 Km ou 50 milhas a noroeste da cidade de Cusco. Para chegar à Cidade Inca de Machu Picchu a 2.400 metros de altitude há um trem de 4 horas de Cusco a 3.400 metros de altitude até Águas Calientes ou por trilha.  Saúde é o que interessa! Haja trilha!

Mato Grosso do Sul ao Acre, 4 noites em Chapada dos Guimarães, MT

Sábado, dia 5 de março de 2011 viajei com a Yamaha XT660R de Campo Grande, MS até a Chapada dos Guimarães pela BR 163 até Rondonópolis em MT. Ainda não tinha concessionária nessa rodovia. Nem pedágios. Dali passei por estradas menores até chegar na Chapada dos Guimarães. Foram 700 km de asfalto, sem pedágios em 2011.
Passei o carnaval na Chapada. Quarta-feira, dia 9 de março, viajei para Rondônia. 960 km até Pimenta Bueno. Quase 1.000 Km numa estrada quase solitária. Quinta-feira, dia 10, fui até Porto Velho: 510 Km. Final de semana ia viajar para o Acre. Resolvi experimentar a Transamazônica sem ter planejado. Saí de Porto Velho no sábado, dia 12 de março, direto pra Humaitá no Amazonas. Voltei a Porto Velho e viajei mais 500 km até Rio Branco no dia 15.

Dia 15, saí de Humaitá para Rio Branco, capital do Acre. Antes de chegar em Rio Branco… pensei em ir direto até Assis Brasil, quase na fronteira peruana. No dia seguinte, dia 16, cheguei em Assis Brasil depois de 330 km de asfalto. Havia planejado 3.000 km até Assis Brasil. Como fui ali na Transamazônica, rodei bem mais (risos).

A volta do Peru ao Brasil via Acre

A ideia era viajar de moto dia 24 de março, quinta-feira de 2011, 330 km de Assis Brasil até Rio Branco. Depois, ainda no Acre, visitaria até Xapuri conhecer a Fundação Chico Mendes, dali a Porto Velho, daria mais 620 km. Já era mais de 3h da tarde, domingo, dia 27 de março, quando estava a 130 km/hora, distante 100 km de Porto Velho. A corrente da moto arrebentou. Consegui frear até a moto parar no acostamento. Logo outra moto passou e ajudou a remover a moto. Resultado: Dormi em Itapuã do Oeste na casa de um casal motocilista. Segunda-feira, greve de caminhoneiros em Rondônia. Saí dia 30 de março, quarta-feira no meio da tarde. Acho que dormi em Cacoal a 380 km de Itapuã do Oeste. Entrei em MT, Cáceres, pantanal, passei por fora de Cuiabá. Cheguei em Campo Grande sexta-feira ou sábado. Lembro que era o primeiro final de semana de abril! Estava em casa. Essa volta deveria ter 3.000 km. Deu mais (risos).

Referências que busquei antes de viajar:

Entrevistas de Sid Mort, conheci no Clube Big Trails que viajou ao Peru em outubro/2008 , autor do livro “Machu Picchu, uma nova aventura”. Ouvi sua entrevista de 5 minutos à rádio CBN de Campinas de 12/junho/2010.

aos 2 minutos: documentação;
aos 6 minutos: alfândegas;
aos 11 minutos: Polícia Caminera Argentina;
aos 13 minutos: início de altitude em Marcapata, Peru;
aos 17 minutos: utilidade das folhas de coca na viagem.

aos 0 minutos: subida na Carretera Transoceânica Sur;
aos 8 minutos: como é a sensação no deserto;
aos 13 minutos: Machu Picchu;
aos 13 minutos: Clube Big Trail.

Paraguai, Emboscada de Cordillera

Quarta-Feira, 29 de dezembro de 2011, saindo de manhã de Asunción, capital do Paraguay pela Ruta 3, avisto um posto de pedágio de Emboscada. Moto não paga pedágio no Paraguai, pelo menos até janeiro de 2011, como mostra a imagem abaixo com valores em Guarani. Nesta data, 1 Real valia 2.700 Guaranis. O posto de pedágio de Emboscada é o nº 13 na tabela abaixo. Emboscada também concentra a maior penitenciária paraguaia. Mera coincidência?

Paraguai Peaje Pedagio Tarifas

Passado o pedágio, 30 Km depois de Asunción, em Emboscada, Departamento de Cordillera, uma bifurcação na Ruta 3 que tem lombadas e placas indicando velocidade máxima de 40 Km/h. Como sempre, ao passar por cidades na rodovia, observo a velocidade máxima pra evitar problemas com radares. Não é de bom senso passar acima de 40 Km/h com bagagem no banco da garupa, baú no bagageiro, 220Kg da moto e meu peso, totalizando 350Kg.

Ao final da bifurcação, surge o primeiro policial fardado, pedindo uma parada obrigatória. Desliguei, tirei capacete, saí da moto pra tirar documentos. Mostrei apenas habilitação brasileira e Carta Verde, que é o seguro obrigatório no MERCOSUL. Nele constam dados do veículo, além do tempo autorizado para o veículo no permanecer nos países do MERCOSUL.

Surpresa! O policial fardado não se interessou pelos documentos, disse algumas coisas decoradas bem baixinho como “excesso de velocidade”. (isso, numa bifurcação com placas de 40 Km/h e lombadas) Parecia que ele já estava cansado de repetir as mesmas frases várias vezes a todos que passavam por ali. Isso era de manhã, imagino como ele repetiria toda aquela argumentação igualzinha ao último condutor ao final do dia. Pediu para eu pegar os documentos no trailler branco ao lado da rodovia com o “Jefe de la Policia Municipal de Transito de Emboscada”. No mapa abaixo, a 3ª seta vermelha indica o local da abordagem da Polícia Municipal de Trânsito de Emboscada.

 

Bati na porta do trailler, o “Jefe” de camiseta preta ordenou entrar. Dentro do trailler, as janelas eram lacradas com saco plástico preto nas janelas, tinha uma impressora com formulário de multa pronto pra ser preenchido pelo computador. A atendente era Sra. Blanca Zara, li na camisa preta da Policia Municipal de Transito ou P.M.T. de Emboscada. Já, o “Jefe”, falava rápido e mostrava uma tabela na mesa com valores de 1 milhão e 20 mil Guaranis. Eu disse que não tinha aquele dinheiro todo e não estava a mais de 40 Km/h. Sem perder tempo, mostrou outra alternativa de pagamento por 500 mil Guaranis e faria o formulário para ser pago na Prefeitura Municipal de Emboscada. Aceitei, assim eu poderia esclarecer a situação na prefeitura e procurar meus direitos. Eu não tinha celular internacional naquele momento e não havia telefone público por ali.

Outra Surpresa! Ele perguntou quanto eu tinha no bolso, disse pra pagar ali mesmo. Eu disse que precisava de um pouco de dinheiro devido à dificuldade em encontrar postos de gasolina que aceitassem cartão de crédito. concedeu o favor, mostrou o câmbio do dia no jornal e pediu uma nota de 50 Reais. Paguei a multa com 250 mil Guaranis e a nota de 50 Reais. Depois deu um documento impresso no computador, sem nome dos funcionários, um carimbo enorme “PAGADO” e sem autenticação mecânica, apesar de ter computador, impressora e um ventilador ultra mega power eficiente, pois as janelas eram lacradas.

Detalhe: a Carta Verde da moto foi emitida antes de entrar na Argentina e Paraguai com a numeração da placa errada, vejam a Carta Verde abaixo, mas… isso é um detalhe que não interessa ao “Jefe”, certo?Paraguai Emboscada Ruta 3 Carta Verde www.MotoTuristas.Blog.br

Paraguai Emboscada Ruta 3 Multa www.MotoTuristas.Blog.br

Você foi extorquido no Paraguai? Comente, entre em CONTATO
MidiaMax 1: Multa do “olhômetro” no Paraguai
MidiaMax 2: Professor paga propina em Ciudad del Este

Tá escrito OTÁRIO na minha testa?

Argentina, Chile e Paraguai

Argentina, voltando por Paraguai

Roteiro de motoviagem do oeste do Brasil ao norte da Argentina, passando no Paraguai
Partindo de Mato Grosso do Sul, saindo pelo Paraná até a fronteira com Argentina , nosso destino final era Santiago, no Chile, atravessando a Cordilheira dos Andes ao noroeste da Argentina e  na volta, acompanhando o Rally Dakar nos dias 2, 3, 4 e 5 de janeiro de 2011 na Argentina em Córdoba, San Miguel de Tucumán e San Salvador de Jujuy.
Mas, porém, todavia, resolvi voltar um dia antes do natal quando já estava na Província de Córdoba na cidade turística de Mina Clavero. Os três motivos foram:

  1. Barulho da corrente no pinhão a cada rotação da transmissão. Será que na Cordilheira dos Andes no Chile, pilotando entre a 1ª e 2ª marcha, a corrente esticada aguentaria?
  2. Smartphone MotoDext Android da Motorola foi devolvido à cintura depois que fotografei uns escaladores montanhistas, antes de Mina Clavero, na província de Córdoba, a 2.200 metros de altitude. Em 30 Km de curvas sem acostamento perdi o celular da Claro. De noite caiu uma tempestade e lá se foi a esperança de reencontrar minha companhia eletrônica;
  3. Saudade da minha cama, meu quarto, meu canto, meu Brasil, meu idioma português,  minha namorada, meus filhos, amigos… Semana de natal, famílias reunidas em festa, faltava uma semana para o aniversário da minha filha Eneida. Sem celular pra enviar mensagem de aniversário ou de socorro…

Fonte: Rally Dakar 2011 Percurso Oficial (até dia 5 de janeiro, meu niver):
01/01 – Buenos Aires a Victoria – Argentina
Não Fui -> 02/01 – Victoria a Córdoba – Argentina
Não Fui -> 03/01 – Córdoba a San Miguel de Tucumán – Argentina
Não Fui -> 04/01 – San Miguel de Tucumán a San Salvador de Jujuy – Argentina
Não Fui -> 05/01 – San Salvador de Jujuy a Calama – Chile
06/01 – Calama a Iquique – Chile
07/01 – Iquique a Arica – Chile
08/01- Dia de descanso Rally Dakar
09/01 – Arica a Antofagasta – Chile
10/01 – Antofagasta a Copiapó – Chile
11/01 – Copiapó a Copiapó – Chile
12/01 – Copiapo a Fiambalá – Argentina
13/01 – Fiambalá a San Juan – Argentina
14/01 – San Juan a Córdoba – Argentina
15/01 – Córdoba a Buenos Aires – Argentina – Chegada do Rally Dakar 2011
Fonte Oficial: Rally Dakar 2011

Dia 5 de janeiro, meu aniverário 50 anos no planeta Terra. Pensei em curtir o niver no Rally Dakar pra acender a vela do cinquentenário, mas resolvi voltar antes ecomemorei o niver em Campo Grande, MS. Como seria aniversariar 50 anos na rota do Roteiro Rally Dakar, sem nunca ter estado nessa estrada? Essa é uma experiência que jamais imaginei, não tenho previsão como seria e nunca fiz aniversário fora do Brasil, sem celular, longe dos filhos, familiares e amigos.

Distância total ida e volta na Yamaha TDM 850 ano 2000: 5.000 Km. Abaixo, tabelas para cada país, roteiro, distâncias e cronograma oficial do Rally Dakar 2011. A ida da província de Santa Fé até a província de Córdoba fiz com o casal amigo Nari Bocchi e Claudete Bocchi na BMW GS1200. A volta, fiz sozinho encurtando caminho pelo Paraguai.

Google Maps

 

Saída do Brasil, data provável: 6ª feira, 17/12/2010 rodando 220 km pela BR 163 até Dourados, MS. Já no sábado, 18/12/2010, de Dourados, MS até Puerto Iguazu já no norte da Argentina. Meta pilotando pelas estradas: BR 163, BR 272, PR 495, BR 277. Distância total na ida até Argentina: 730 Km de moto.

Argentina ao Chile: entrando por Puerto Iguazu até a fronteira chilena tem uma distância prevista de 2.360 Km somente de ida. Saindo domingo, dia 19/12/2010 de Puerto Iguazu, Argentina até a cidade de Posadas pela Ruta 12 pilotando 310 km. No mesmo dia, de Posadas, Misiones até Corrientes são 320 km continuando pela Ruta 12.  No dia seguinte, ou 2ª feira, 20/12/2010, saindo de Corrientes até a cidade de Santa Fé, capital da Província de Santa Fé pela Ruta 16 até Resistência entrando na Ruta 11 são 560 km.

Já na 3ª feira, 21/12/2010 sairia de Santa Fé até a cidade de Córdoba são 350 km pela Ruta 19. Descansando dias 21 a 24/12/2010 no Hotel Holliday Inn. 6ª feira, 24//12/2010, dia de retomar a estrada pelas Ruta 20 e Ruta 142 por 610 km até Mendoza, Argentina.

A previsão era passar o natal de24 a 28/12/2010 em Mendoza no Hotel Ibis. Seguido a viagem de moto, 3ª feira 28/12/2010 pilotando mais 210 Km pela Ruta 7 até a Fronteira Argentina-Chile. Assim, completaria 2.360 Km só de ida pela Argentina.

Chile: ida e volta da Argentina pelas Rutas 7 e 57 dia 1º de janeiro de 2011

Continuando a 3ª feira, 28/12/2010 pilotando mais 150 km pela Ruta 57 desde a Fronteira Chile-Argentina até Santiago, capital chilena.  Ficaria 3 noites em Santiago e 6ª feira, 01/01/2011 retornaria os mesmos 150 km de volta. DistÂncia total rodada no Chile: 350 km de estradas.

Argentina ao Brasil: passando pelo Rally Dakar dias 2, 3 e 4 de janeiro de 2011

Sábado, 01/01/2011 de moto pela Ruta 7 de Fronteira Chile-Argentina até Mendoza, Argentina.  No domingo, saindo de Mendoza, dia 02/01/2011, mais 410 Km até o Rally Dakar pelas estradas argentinas: Rutas 40, 142, 20 até Córdoba, Argentina. Já na 2ª feira, 03/01/2011, 560 Km passando pelo Rally Dakar nas estradas: Rutas 9, 60, 157 até San Miguel de Tucumán, Argentina. Teria também outro encontro com alguma turma do Rally Dakar. Dia seguinte, 3ª feira, 04/01/2011 pilotaria 330 Km pela Ruta 9 até San Miguel de Jujuy, Argentina. Na 4ª feira, 05/01/2011, comemoraria meusde 50 anos em San Miguel de Jujuy, Argentina.  Já com 50 anos, continuaria pilotando na 5ª feira, 06/01/2011 mais 860 Km pelas Rutas 66, 34, 16 até Corrientes, Argentina.  Continuando a viagem de moto, 6ª feira, 07/01/2011 pela Ruta 12, mais 320 Km até Posadas, Misiones, Argentina. Então, sábado, 08/01/2011 mais 310 Km pela Ruta 12 até Puerto Iguazu, Argentina. Distância até essa cidade argentina: em torno de 3.070 Km.

Brasil: de volta pra casa entrando por Foz do Iguaçu – PR

Num dia só, sábado, 08/01/2011 faria a viagem de moto em 700 km cortando caminho pelas estradas: PR 495, BR 272, BR 163 de Foz do Iguaçu, PR até a capital de Mato Grosso do Sul.

Férias de novembro no Brasil

Férias do blog em novembro 2010
Férias ou Feridão? 6ª feira, 12 de novembro com  feriadão emendando a 2ª feira, saímos de férias por 10 dias depois de uma longa campanha pela votação no blog dos MotoTuristas, conseguimos nos classificar no Top 100 em 2010 na categoria turismo, graças aos leitores.  Viajamos com Brazil Riders em Foz do Iguaçu e Puerto Iguazu.

Agradeço a você, leitor e seu voto no resultado do TOP BLOG 2010. Abaixo um vídeo produzido pela Yamaha, mas não sou eu, nem minha TDM 850.  O vídeo abaixo tem mais de 99.000 visualizações! Assista e fuja de moto:

Relato das férias de 2010 com os Brazil Riders em Foz do Iguaçu e Puerto Iguazu.

Acidentes: Álcool? Drogas?

A maioria dos acidentes de moto ou carro, que matam ou sequelam são causados por motoristas que dirigem alcoolizados, sob o efeito de drogas ou com sono. O texto e o vídeo abaixo foram recebidos por e-mail. O autor é a TAC Victoria – Transport Accident Commission – Victoria of Australia.  Faça de tudo para que o maior número possível de pessoas o veja. Republique esse link, espalhe pelo Twitter, Google Buzz, FaceBook, reproduza em seu blog, encaminhe a quem possa compartilhar novamente no Brasil.  Emocionalmente, essas imagens são muito fortes, mas é melhor assisti-las do que vivê-las… Agora!

Nota do autor do vídeo australiano:

Depois de assistir ao vídeo, você vai entender o porquê que 40% dos ingleses deixou de usar drogas e se alcoolizar, pelo menos nas datas comemorativas. O vídeo foi visto por mais de 4 milhões de pessoas até a data de publicação neste blog, só no YouTube, fora em outras mídias. O autor é a  australiana TAC – Transport Accident Commission e a divulgação foi feita por uma das maiores empresas de marketing da Inglaterra. Como não temos este tipo de iniciativa aqui no Brasil, mesmo que você não se alcoolize ou use drogas, assista e passe para os seus contatos este blog.

 

Vídeo: TAC Campaign | 20 year Anniversary "Everybody Hurts" music by REM TV

 

Bonito Motorcycle

Bonito-MSO melhor evento mototurístico de 2010 foi em Bonito – MS, na Serra da Bodoquena a 290 Km de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul. Lembro quando fomos em Bonito – MS, representando a AMO-MS – Associação de Motociclistas de MS em dezembro de 2004. Idealizamos um moto-encontro na cidade ecologicamente correta, mas acabamos na burocracia da prefeitura local. Lá, conhecemos o Taboa, o bar noturno onde as paredes têm assinaturas de cada cliente que por ali passou e experimentou a cachaça de mel e pó de guaraná com rock’n roll da Banda Rivers. Assim nasceu a  ideia do moto-encontro que não foi adiante por motivos burocráticos municipais daquela gestão.

Mas depois de 6 anos, outra gestão municipal, aeroporto inaugurado, vemos um sonho se estruturar com empreendedores comerciais com opções de pacotes de passeios ecológicos, ambiente amplamente preservado trazendo centenas de motociclistas, mototuristas, ecoturistas em suas motos além dos amantes do mototurismo.

Como Chegar à cidade de Bonito em MS:
Bonito já conta com aeroporto desde o abril de 2009, um terminal de passageiros com capacidade para 120 mil passageiros ao ano. Recebe vôos comerciais que ligam o município a duas capitais. O trecho é operado pela Trip Linhas Aéreas, sendo três vôos por semana, dois vôos regulares que ligam o município a Campo Grande, capital de MS, Corumbá em MS e um vôo de São Paulo a Bonito. A cidade é conhecida internacionalmente por suas águas cristalinas e um ecossistema protegido por belezas naturais, oferecendo mais de 50 atrações de ecoturismo para todas as idades, rede hoteleira com mais de 4 mil leitos. Bonito – MS está localizada a 290 km da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.

Se preferir seguir por via terrestre ou translado para quem chega de avião até Campo Grande, existem empresas de transporte que fazem esse translado à Bonito diariamente:

Vanzella Transportes
Horário de saída de Campo Grande: 14h30. Valor: R$ 80,00 (por pessoa).
Maiores informações pelo telefone: (67) 3255-3005 ou www.vanzellatransportes.com.br

Cooper Van
Horário de saída de Campo Grande: Segunda à sexta-feira: 15h30. Sábados às 14 horas.
Valor: R$ 49,00 (por pessoa). Maiores informações: (67) 3255-1601.

Cruzeiro do Sul
Horário de saída de Campo Grande: 07h00/ 09h00/ 11h00/ 15h30 (exceto domigo)/ 16h00.
Valor: R$ 52,00 (por pessoa). Maiores informações: (67) 3312-9700

O Ecoturismo é o grande atrativo, onde destacamos alguns dos mais de 50 atrativos:
Abismo Anhumas, Aquário Natural, Arvorismo, Baia Bonita, Balneário do Sol, Boca da Onça, Boia-Cross, Bonito Aventura, Buraco das Araras, Ceita Curé, Estância Mimosa Ecoturismo, Fazenda San Francisco, Gruta do Lago Azul, Parque Ecológico Rio Formoso, Passeio de Bote no Rio Formoso, Praia da Figueira, Recanto Ecológico Rio da Prata, Rio do Peixe, Rio Sucuri ou melhor, explicando alguns:
  • Arborismo | São trilhas arbóreas sustentadas por cordas presas às árvores em níveis diferentes de acessibilidade.
  • Balneário | Áreas de lazer com cabanas, churrasqueiras e beira de rios, dentro ou fora das pousadas.
  • Boia Cross | São câmaras de pneu de trator infladas e amarradas que descem o rio Formoso.
  • Bote Inflável | Não são o mesmo que “rafting”. São botes infláveis com guia turístico descendo o rio Formoso.
  • Cachoeiras | Através das trilhas, agendando com os guias turísticos pode-se nadar, filmar, fotografar a natureza.
  • Cavalgada | Evento interno das pousadas rurais agendado nas agências de turismo ou nas pousadas.
  • Flutuação nos rios | Usando máscara e “snorkel” o turista desce pelos rios observando a flora e fauna aquáticas.
  • Grutas | Visitação agendada nas agências de turismo para captura de imagens por fotografia ou filmagem.
  • Mergulho | São eventos aquáticos com equipamentos alugados, como roupas de neoprene e cilindro de oxigênio.
  • Rapel | São passeios radicais feitos em cavernas ou a partir descendo de plataformas superiores.
  • Trilhas Ecológicas | São inúmeros passeios na fazendas mais exóticas com nomes indígenas.

Para quem possui carteira dos Albergues da Juventude ou Hostel, uma boa opção é Bonito Hostel com ambiente acolhedor para hóspedes de apartamento ou campistas que usam barracas de camping com infra estrutura. O  Bonito Hostel faz parte também da rede Hostelling International e atende seus conveniados dentro do mais alto padrão de satisfação.

Convido os MotoTuristas, EcoTuristas e demais MotoCiclistas a conhecerem o projeto curtindo esse cenário de preservação ambiental na cidade de Bonito em Mato Grosso do Sul. O encontro de motos será nos dias 23 a 26 de setembro de 2010, tendo no sábado, como atração musical principal, a Banda Blitz de Evandro Mesquita na praça do evento,  onde será o palco das atrações,  a exposição de carros antigos e dos shows que animarão as noites desse evento.

Programação do Bonito MotorCycle:

23/09/2010 – Quinta-Feira | Local: Praça de Eventos
18h00 as 22h00 – Cerimônia e coquetel de Abertura

24/09/2010 – Sexta-Feira | Local: Parque Ecológico Rio Formoso – Restaurante da Lagoa
08h00 as 12h00 – Credenciamento
12h00 as 16h00 – Almoço de Boas Vindas
18h00 as 22h00 – Local: Praça de Eventos – DJ´s e Show

25/09/2010 – Sábado
10h00 – Passeio de Moto pela Cidade – Local: Praça das Piraputangas
12h00 as 16h00 – Local: Zagaia Resort Hotel – Feijoada com música ao vivo
18h00 – Encontro das Motos – Local: Praça de Eventos
20h00 as 00h00 – Local: Praça de Eventos – Show Principal

26/09/2010 – Domingo
Local: Balneário Municipal de Bonito
11h00 as 16h00 – Festa de Encerramento

Yamaha TDM Brasil

TDM 850 Ano 2000 Prata

Yamaha TDM Brasil, dicas de proprietários

Troca de informações sobre peças, dicas e ideias, temos uma lista de motociclistas usuários da moto Yamaha TDM Brasil. São proprietários das TDM 225, TDM 850, TDM 900 que deixou de ser importada pela Yamaha do Brasil. Se você é proprietário de uma moto Yamaha TDM, entre em CONTATO para figurar nessa lista de amigos da TDM Yamaha Brasil. Assim, sabemos quem tem a mesma moto, na mesma cidade, no mesmo Estado no Brasil e nos ajudar.
Se você não mora na mesma cidade ou Estado, a distância é o que menos importa pra TDM Yamaha Brasil, até porque, o consumo dela é baixíssimo em relação às big trails e a ausência de trepidação dessa moto em viagem torna o percurso um passeio agradável. Além do mais, esse modelo de moto nas estradas asfaltadas não gera manutenção extra.

 

Lista de proprietários da TDM Yamaha Brasil

Altrão, São Paulo – SP, Fórum TDM Brasil
Bareta, Foz do Iguaçu – PR, Brazil Riders
Carlão, Brasília – DF, Brazil Riders
Carlos Zappa, Campina Grande do Sul – PR, Brazil Riders
Cristina Noskoski, Passo Fundo – RS, Brazil Riders
Fião, Taquaritinga – SP, Brazil Riders, Lesmas Raiders MC
Marco Turci, TDM Roxa 1994, 2RODAS.org, Clube Big Trails
Paulinho Mattioli, Belo Horizonte – MG, Brazil Riders
Turco, Xaxim – SC, Brazil Riders, Perdidos no Asfalto MC
Edson Mesadri, Florianópolis – SC, Brazil Riders
Getulio Bin, Fernandópolis – SP, Brazil Riders, Tribo do Asfalto MC
Gilmar Luedtke, São Leopoldo – RS, Fórum TDM Brasil
Gustavo Clam, Campo Largo – PR, Fórum TDM Brasil
Hanno Spieweck, Rio do Sul – SC, Brazil Riders
Ismael Moura, Americana – SP, Brazil Riders
Nelson Seixas, Porto Alegre – RS, Fórum TDM Brasil

Yamaha TDM 850 e TDM 900

Yamaha TDM 850

Yamaha TDM 850

Yamaha TDM 850, tive desde agosto de 2008, moto estradeira de velocidade máxima 240 Km/h, 2 faróis, tanque 20 litros, estilo Teneré, toda original, mecânica impecável, tinha 81.000 Km no marcador digital. O histórico dela encontra-se disponível na concessionária Yamaha DISMOTO em Campo Grande, MS. Vendi  trocando por outra YAMAHA, a XT 660R ano 2006. No Brasil há quem diga que Yamaha TDM 850 não chega a ser Big Trail por causa dos escapamentos baixos. Mas, na Europa ela até hoje é uma Big Trail admirada como tal. Explico melhor, no Brasil, pra ser Big Trail, tem que ser capaz de atravessar pelo menos um curso de água, rio, alagamento cobrindo as rodas. Aa Yamaha TDM 850 tem os escapamentos na altura das rodas. Diferente da XT 660R da Yamaha ou da Ténéré 600, também da Yamaha que possuem escapamentos inclinados pra cima. Por isso, a mistura de esportiva com trail nunca deu status 100% de Big Trail pra TDM 850 nem pra TDM 900 no Brasil.

Moto Big Trail para mototurismo

Yamaha TDM 850 é tão rápida como uma esportiva mas a posição ao guidão é muito mais confortável e o bom curso de suspensão, derivada de trail, absorve melhor os trancos do caminho. Por isso, é ideal para a prática do mototurismo. A Yamaha começou a importar a Yamaha TDM 850 em outubro de 1997. Mas depois da reestilização de 1996, a TDM 850 e TDM 900 tornaram-se uma das motocicletas mais bonitas da atualidade. Além do motor, que equipou a Yamaha,  vencedora do Rali Paris-Dacar, o destaque da TDM é mesmo o desenho. A moto tem linhas sinuosas bem delineadas. A carenagem parcial une tanque de 20 litros, para brisa e faróis (com cantos espichados para cima). O visual colorido ganha mais destaque por causa das dimensões avantajadas: a TDM é alta (1,28m), comprida (2,17m) e larga (78cm). Se agrada até de longe, nos detalhes, a TDM também dá um banho: a peça que envolve os instrumentos do painel (conta-giros, imita fibra de carbono). Dois dos quatro ganchos para prender bagagem podem ser recolhidos para baixo do banco. Mesmo quando lança um modelo ou promove uma reestilização completa, a montadora costuma utilizar piscas de outras motos: os da TDM são os mesmos das velhas Yamaha FZR 600 e 1000.

Motor e consumo: Mais que visual, porém, o que empolga na TDM é o desempenho: o motor de 80 cavalos a 7.500 rpm e torque de 7,8 mkgf dá agilidade incomum à moto. Segundo a Yamaha, a TDM vai a 207,5 km/h de máxima e leva 4s27 para ir de 0 a 100 km/h. O responsável pelo arranque fantástico é um motor dois cilindros em linha de 849 cc, de cinco válvulas por cilindros, comando duplo e refrigeração líquida. Este motor usa o conceito Yamaha Genesis: com cilindros inclinados a 70º, a Yamaha TDM 850tem dutos de admissão verticais, melhorando a entrada da mistura ar-combustível, e conseqüentemente o desempenho. Durante a avaliação, a média foi de 19 km/l. O tanque tem 20 litros. O motor tem cárter seco: o reservatório de óleo fica na parte superior do propulsor. O sistema de escapamento da TDM tem duas saídas, que se encontram num abafador único, sob a moto, e depois separam-se novamente. Assim como sobe de giro rapidamente ao menor toque no acelerador, a TDM tem também forte freio-motor: basta soltar a mão que a moto desacelera instantaneamente. Além de acelerar bem, a Yamaha TDM 850 tem boa capacidade de frenagem, pelo menos na frente, onde os dois discos dão conta do recado. O disco traseiro é mais fraco. A suspensão dianteira é macia e a traseira, monochoque. O guidão está numa altura que possibilita postura relaxada sobre a moto. Os comandos estão à mão. Da 1ª para 2ª marcha, ouve-se um leve ruído, mas as demais marchas (cinco no total) são macias. A transmissão secundária é por corrente. As rodas de alumínio pintadas de cinza-escuro têm o interior oco, recurso utilizado para economizar peso. A TDM pesa 190 quilos.

Pneus: Os pneus, com banda de rodagem lisa, também estão muito mais para motos de alto desempenho: o dianteiro tem medida 110/80 ZR 18; o traseiro, 170/70 ZR 17. Opção de cores amarela, prata e dourada. Avaliação FIPE: Yamaha TDM 850