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Ecoturismo

Rodovia Transamazônica BR 230 BR 319

Rodovia Transamazônica BR 230 4.100 Km
Lábrea , Amazonas a Marabá, Pará: 2.250 Km
Lábrea, Amazonas a João Pessoa, PB: 4.100 Km

Rodovia Transamazônica é a estrada que liga o Amazonas ao litoral da Paraíba passando por sete Estados: Amazonas, Pará, Maranhão, Tocantins, Ceará, Piauí e Paraíba. A Rodovia Transamazônica deveria cruzar o Brasil do litoral até o Acre, mas a rodovia acaba em Lábrea, cidade no extremo sul do Amazonas, na divisa estadual com o Acre. Construída por militares, o objetivo era interligar a região Norte ao Nordeste do Brasil ocupando a Amazônia e o lema dos militares em 1970 era “Integrar para não entregar”. Foi inaugurada na época da seca, fora do período das chuvas, em 30 de agosto de 1972. Em outubro começam as chuvas e em janeiro fica intransitável até junho. Chove de outubro a abril! Em Lábrea, no Amazonas, a Rodovia Transamazônica recebeu a sigla BR 230 até o litoral. Dali até Manaus, a estrada tem uma bifurcação antes de Humaitá, pela BR 319 que vem de Porto Velho. De Lábrea até Manaus a distância é 850 Km desviando antes de Humaitá.

Rodovia Transamazônica BR 319
Manaus a Lábrea, distância: 852 Km
Manaus a Porto Velho, distância: 888 Km

Quando viajei ao Peru, por Porto Velho, Rondônia, conheci a Rodovia Transamazônica, BR-319 nesse trecho que liga Porto Velho a Humaitá e fui um pouco mais até o desvio entre Lábrea a Manaus. Esse desvio, fica a 33 Km depois de Humaitá.

Rodovia Transamazônica BR319 Manaus, Humaitá, Lábrea

Eu não precisava passar pela Rodovia Transamazônica para ir ao Peru. Como eu estava em Rondônia, já em Porto Velho, vi uma placa regional, bem simples: “Transamazônica” a 2 quadras do Bar do Max que tinha a Yamaha TDM 900 e como Porto Velho ficava ao lado da divisa estadual com o Estado do Amazonas separada pelo rio Madeira… Foram 210 km até Humaitá onde um irmão motociclista, o “Minotauro” me aguardava também de XT660. Conheci na rede social da época: Orkut! No dia seguinte, reforcei as botas no sapateiro da BR 319 pra pegar a Rodovia Transamazônica úmida, chovia sem parar, era a primeira semana de janeiro de 2012. Bota impermeável? Que nada! Olha a sapataria em Humaitá, na BR-319 com asfalto! Esse asfalto acaba 5 km depois de Humaitá indo pra Manaus, logo após o quartel do BIS: Batalhão de Infantaria da Selva.

No dia seguinte, saiu o sol. Peguei a bagagem e fui até o desvio pra Manaus. Um bate e volta. Meu raciocínio:
– Tem sol, quente demais, secou a lama!
– Bota reforçada pra brigar com peso da moto!
– Spray de encher pneu disponíveis e ferramentas!
– ERROS: faltou água mineral e protetor solar!!!
– ERRO MAIOR: bagagem alta na extremidade da moto!

Transamazônica BR319 Manaus BR230 Marabá

Viajando em 2015 pela Rodovia Transamazônica

Nosso irmão Bressan do Motogrupo El Bando saiu de Brasília dia 24 de setembro de 2015 numa Royal Enfield Classic 500 para a Rodovia Transamazônica. Sim, as 2 estradas: BR319 e BR230 e ainda as BR163, BR070 e BR010.
Acompanhe onde está o Bressan nessa página!
Rodovia Transamazonica 2015 Viagem de Moto

Viajando de moto ao sul do Brasil

Viajando de moto ao sul do Brasil (segundo de 3 relatos)

Praia do Rosa, Pousada Quinta do Bucanero

Pois cá estou eu viajando de moto… Ahhh, viajando de moto e relatando sobre um paraíso na Praia do Rosa em Santa Catarina… Atualizando no espaço e no tempo, em Orleans-SC despedimo-nos do casal Marcos Martins e Guiomar numa quinta-feira e continuamos rumo ao litoral catarinense. A ideia era chegar até Laguna-SC, mas paramos em Tubarão-SC para visitar a MOTOBAN. Você que está lendo este post está viajando de moto e passando por Tubarão?! Faça uma visita você também. A loja é realmente tentadora, produtos funcionais e de altíssima qualidade. Conversando com o Gentil da MOTOBAN, disse que resolveu abrir a loja a partir de uma  viagem que fez, em que precisou recorrer a vários lugares para encontrar o que queria. Pensou em montar uma loja especializada em motociclismo em que se encontrasse de tudo. Pois lá trocamos os 2 pneus da moto, compramos um casaco para o piloto e uma calça para a garupa, fora alguns pequenos acessórios.

Como a troca de pneus demorou, escureceu e achamos por bem pernoitar em Tubarão-SC que espantou-me pela movimentação do trânsito rsrs… É uma cidade dividida ao meio pelo rio Tubarão. Se não estou enganada são 4 ou 5 pontes que dão acesso de um lado ao outro da cidade. Achei pouco! Até encontrarmos um local para dormir rodamos um pouco, pois no primeiro hotel sugerido pelo amigo da MOTOBAN, o Hotel Farol,  não havia leitos disponíveis. Fomos então parar em outro hotel no centro da cidade, o Hotel Acomodare, com acesso pelo calçadão, mas sem estacionamento de fácil localização. Aí já viu a trabalheira de carregar parte das coisas. Mas fora isso um hotel razoável com um café da manhã bem farto e diversificado. Viajando de moto passamos por muitas situações desconfortáveis, porém compensadoras.

SC, Praia do Rosa, Quinta do Bucanero
Praia do Rosa

Sexta-feira partimos então para o litoral e após um estressante congestionamento no BR 101 em Laguna-SC, viajando de moto chegamos a um posto de gasolina em  Imbituba-SC. Não tínhamos rumo e gostaríamos de ficar ou em Garopaba-SC ou na própria Imbituba. O frentista do Posto ALE disse: “tem uma pousada assim, assado onde os motociclistas viajando de moto sempre ficam”. Lá fomos nós atrás do lugar.

Logo na entrada uma casa pequena e um rapaz atendeu dizendo mais ou menos assim: “pode entrar, fica nos fundos”… Pensei, “vou andando” e fiz gestos para o piloto MotoTuristas seguir em frente… Se arrependimento matasse rs…tive que andar cerca de 300 metros com capacete, aquela roupa pesada, sol, viajando de moto…

Lá no fundo paramos em uma espécie de clube, o MotoTurista Gargamel pegou o telefone de parede e teclou algum número. Logo apareceu a Tatiana, uma moça muito simpática indicando-nos onde seria a recepção. Quando minha ficha foi caindo e fui observando melhor o lugar, pensei, meu Deus, aqui é o paraíso! kkk Não tínhamos reservas, e negociação vai, negociação vem e em virtude do Last Minute by Quinta do Bucanero (promoção com tarifas reduzidas) fechamos o fim de semana com a pousada, não resistimos ao lugar. Só viajando de moto tempos a oportunidade de encontrar pedaços do paraíso assim, inesperadamente…

Quinta do Bucanero é uma pousada em frente à Praia do Rosa, em Imbituba. Inaugurado em 1995 o Quinta é roteiro de charme! Lá encontramos conforto, requinte, atendimento excelente, privacidade, decoração rica em detalhes e tudo de muito bom gosto. A missão do hotel é fazer o hóspede feliz e para isso a administração do Quinta pensa em tudo mesmo, assim como bem lembrado no site do hotel:

“É a música no volume certo, as flores sempre belas, o sorriso acolhedor. É o espumante gelado e os bombons antes de dormir. O barquinho atravessando a lagoa, o romance e o tempo sem pressa de passar.”

O Quinta do Bucanero tem tantos serviços e atrativos que ficaria muito extenso colocar todos aqui, por isso apenas para citar alguns:

1) São 10 apartamentos com varanda e vista panorâmica; e outros 02 com hidromassagem. A menor categoria é a de luxo e foi nela que ficamos. Não vimos os demais pois estavam todos ocupados e esse por sorte era o que nos esperava rsrsrs

2) Acesso exclusivo de barco que atravessa a Lagoa do Meio (de água salgada) até beira da Praia do Rosa;

3) Os meninos que nos levam pelo barquinho levam toalhas e montam cadeiras com guarda-sol na praia e se você quiser pode deixar previamente combinado o retorno. Este serviço encerra-se entre 17 e 18 horas, mas se você optar por ficar na praia, eles vão até a praia, recolhem as cadeiras, toalhas, guarda-sol e  existe a opção de se voltar por uma trilha fácil, porém muito bela que eu recomendo também! Ainda na trilha, já próximo aos apartamentos, existe uma ducha maravilhosa que você pode usar para dar uma revigorada, tirar areia, suor ou simplesmente pelo prazer de um banho no meio do verde!

4) O Quinta do Bucanero não aceita menores de 14 anos e acho que é um lugar mais para casais mesmo! É tudo muito romântico e pais teriam dificuldades com crianças pequenas até por conta da geografia do terreno, os espelhos de água, piscinas… enfim, pra mim é lugar para casais mesmo! Ou uma família com filhos já maiores!

5) Eu ficaria aqui por muito tempo ainda citando os serviços do lugar, mas é melhor quem tiver interesse procurar o site da pousada e ver, pois tem até serviços de lua-de-mel, sauna, massagem, enfim, tanta coisa que melhor nem continuar citando! kkk

De julho a novembro a Praia do Rosa vira morada das Baleias Brancas, e contaram-nos que já chegaram a ver cerca de 18 baleias, todas ali na praia. Nossa! Deve ser lindo demais!!! Que tal viajando de moto voltarmos para contemplarmos essas baleias?!…

O Nome Praia do Rosa veio de um pescador seu Dorvalino Manoel da Rosa que acolheu os primeiros surfistas que chegaram na região em 1970, em busca das águas perfeitas para a prática do esporte. Seu Dorvalino passou aos surfistas os valores de preservação, conservação ambiental e dizem que daí veio o nome da Praia do Rosa. Muitos surfistas transformaram suas casas em pousadas, o lugar mantém-se preservado, com suas raízes mas recebe com muito conforto seus turistas.

A Praia do Rosa em Imbituba,SC fica a 90 km do lado sul de Florianópolis e é considerada a capital da Baleia Franca. O centro é muito charmoso e você se sente numa esfera de energia muito boa, algo cósmico, beleza pura…

Por falar em beleza pura fomos a um bar-restaurante com este nome (Beleza Pura) que é super bacana. Na frente dele tem um fusca estacionado cuja pintura combina com a pintura e decoração do estabelecimento. Fizemos um esforço muito grande para sair para a rua na nossa primeira noite no Quinta do Bucanero rsrs, mas fomos ver o que Imbituba tem! Ouvimos uma música ao vivo e comemos um camarão no Beleza Pura. Um lugar que recomendo a todos!!! Adorei!

Viajando de moto pelo Sul do Brasil
Contemplação em Praia do Rosa

Ali pelo centro de Imbituba, por sorte a entrada do Quinta do Bucanero fica bem no cruzamento das duas principais ruas, tem opões de música e restaurante para todos os gostos. Comida japonesa, mineira, italiana, nordestina…E muitas lojinhas de artesanato e souvenirs.

Queríamos descansar, por isso a moto ficou parada de sexta a segunda pela manhã, quando saímos do Quinta do Bucanero rumo a Florianópolis. Ficamos apenas nas dependências do Hotel, Praia do Rosa, trilhas aos arredores e como já citei, no centrinho de Imbituba. Mas Imbituba possui 9 belas praias. Não fomos em nenhuma delas fora a Praia do Rosa, mas fizemos uma trilha e chegamos até perto da Praia da Luz e de onde também se avistava a da Barra de Ibiraquera, caminhando para o lado direito da Praia do Rosa.

O café da manhã no Quinta do Bucaneiro é servido das 08 às 11. Mas se você acordar depois disso, até ao meio dia oferecem o serviço do “café do dorminhoco”. Alguns pratos são preparados na hora, conforme pedido do hóspede a partir de um cardápio diversificado, tais como ovo pochê, omeletes e waffles, dentre outros. E tudo isso com uma vista MARAVILHOSA!

Saíamos a noite e quando voltávamos o quarto estava arrumado e com mimo de boa noite, com chocolates pela cama. Quem disse que viajando de moto não se tem luxo e conforto?! hehehe

Conhecemos Cezar Pegoraro – ou mais conhecido e chamado pelos funcionários do hotel como Bocão – na segunda-feira quando estávamos deixando o hotel. Chegou de carro aquele cara simpático, um gaúcho com pinta de carioca (ou seria de surfista?!) com uma câmera fotográfica acoplada a 2 lentes objetivas em mãos e bateu um papo conosco. Disse que foi motociclista, teve Big Trail BMW, viajou muito pelo Brasil, América Latina de moto, mas deixou o motociclismo depois de lesionar a coluna em um tombo que levou. Pena não o termos conhecido antes porque com certeza deve ter muitas histórias para contar. Ele juntamente com a esposa Jaqueline Biazus dedicam-se realmente a tornar a estadia de cada hóspede uma experiência inesquecível e com gosto de quero mais… rs

Se tudo der certo, em setembro voltaremos para ver as baleias! Viajando de moto, é claro… Visualiza!!! rsrs
Como afirmei anteriormente, dividi a viagem de 15 dias em 3 posts. Viajando de moto, viajando de moto, viajando de moto, viajando de moto SEMPRE…

Somos garupas mototuristas sempre viajando em 2 Rodas

Viagem de Moto ao Sul do Brasil

Viagem de Moto ao Sul do Brasil (primeiro de 3 relatos)

Chegamos da viagem de moto ao sul do Brasil. Cai uma forte chuva quando começo a escrever o novo post de Garupas e isso me dá inspiração. Afinal, foram 15 dias rodando e tenho algumas histórias para contar. Resolvi dividir em três etapas a contação dessas histórias e aventuras por três motivos. Primeiro para que o post não ficasse muito extenso. Segundo porque a primeira parte da viagem viajamos na agradável cia de um casal de novos amigos e viajar com outras pessoas é um pouco diferente. E isto me levou a algumas reflexões. E terceiro porque um dos lugares em que paramos já sem o casal de amigos foi muitíssimo especial e como lá estivemos pela primeira vez, quero dar um destaque a este momento da viagem de moto ao sul. 

Saímos de Mato Grosso do Sul, para a nossa viagem ao sul, em uma BMW Sertão 650 e uma Suzuki V-Strom 650, numa segunda-feira, dia 07 de abril juntamente com o casal Marcos Martins e Guiomar. Na primeira etapa da viagem até Laranjeiras do Sul,PR tudo transcorreu tranquilamente, sem imprevistos, sustos, chuva ou frio. Antes de chegarmos ao destino final do primeiro dia paramos no simpático portal da cidade de Marechal Rondon,PR. Digo simpático portal porque dele nunca passamos, nunca entramos na cidade e é a segunda vez que eu e Gargamel paramos no portal. Desta vez não só para fotos, mas para encontrar e conhecermos pessoalmente o colega motociclista “Elson Mototurista”. Ali ficamos por cerca de quarenta minutos ou pouco mais ouvindo algumas de suas histórias, aventuras e troca de informações que sempre rolam nesses encontros. Agradecemos ao mesmo por ter largado sua rotina e ido nos dar um abraço, dizer um olá e tirarmos algumas fotos. Dali, é claro, continuamos nossa viagem de moto ao sul do Brasil.

De lá então, rodamos mais um pouco até chegarmos em Laranjeiras do Sul onde nos aguardava o Luciano e sua bela família que tão bem e carinhosamente nos acomodou nesta noite. Teve bilhetinho de boas vindas e tudo, minha gente, deixado pela caçulinha do casal! As garupas ganharam até presentinho da anfitriã. Muito dez vocês de Laranjeiras do Sul! Gratos, de verdade! Os MotoTuristas sul-mato-grossensenses agradecem.

Curiosidades: Laranjeiras do Sul é um município do centro-sul do estado do Paraná, fica a 360 km de Curitiba e lá existe um campus da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), que aliás é o portal de uma das entradas da cidade. A população da cidade em 2010 era de aproximadamente 30.240 habitantes, maior parte localizada na zona urbana.

Dia seguinte, após um agradável café da manhã com nossos anfitriões, prosseguindo a nossa viagem de moto ao sul, pegamos a estrada e destaque para a parada do almoço na PR-280 em Palmas,PR no Parque Eólico de Palmas. A região faz divisa com o Estado de Santa Catarina e a usina eólica (que utiliza a força do vento) foi a primeira da região sul do país, com a inauguração em novembro de 1999. Vale a pena a parada pois são torres com altura de 44 metros e motores com diâmetros de 40 metros. Em 2009 quando passamos por lá e achei que aos redores do restaurante/lojinha (Casa do Turista) estava bem mais cuidado com flores da região. Agora “meteram” uma cerca de arame farpado e o pequeno jardim que desta vez achei mal cuidado ficou para dentro da cerca, não gostei! Mas reforço, vale a parada! 😉

Bem, o destino para pernoite neste dia seria Urubici, mas chegamos em Lages-SC já no escuro, com tempo fechado e muito cansados. Ao menos eu estava exausta! rsrs E a distância a ser rodada ainda seria de aproximadamente 130 km caso continuássemos.

Dia seguinte, continuando a viagem de moto ao sul, o destino foi Urubici-SC que está a 158 km da capital Florianópolis. Um município com uma área de 1.019 km2 de majestosas colinas, uma natureza de beleza estonteante. Chegamos a tempo de almoçar e pernoitamos na Pousada das Flores ( Av. Adolfo Konder, 2273), uma pequena pousada (capacidade 20 leitos) muito charmosa onde os quartos ao invés de numeração possuem nome de flores. O quarto onde ficamos foi o nome de uma das que mais gosto: Margarida. Vê-se decoração com motivos florais por todos os cantos do hotel, fronhas, lençóis, toalhas delicadamente bordados com flores. Anexados à pousada estão um restaurante, bistrô, pub, Ambiente familiar, comida deliciosa, grande variedade de vinhos! E foi no restaurante da pousada é que jantamos à luz de velas! Hehe

Em Urubici fomos ao Morro da Igreja onde só com autorização podemos subir, que você pega ali mesmo na cidade, no ICMBIO na sede do Parque Nacional de São Joaquim, na Av. Felicíssimo Rodrigues Sobrinho, 1542 – Bairro Esquina em horário comercial. Na verdade o Morro da Igreja pertence ao Parque Nacional de São Joaquim localizado na divisa entre os municípios de Bom Jardim da Serra, Orleans e Urubici. A subida do morro é belíssima e ao final tem-se a vista da Pedra Furada. Você tem a sensação de estar no céu! Muito lindo! O acesso é feito pela rodovia SC-439 e depois por uma estrada que leva ao topo do morro. Segundo pesquisas, descobri que o Morro da Igreja é considerado o ponto habitado mais alto da Região Sul do Brasil. O seu cume é o terceiro mais alto de SC e o quinto da região Sul. Urubici, conhecida como terra das hortaliças é o maior produtor catarinense de hortaliças, mas foram as plantações de maçãs que me encataram. Por onde vai passando vê-se as macieiras, que são pequenas árvores, parecendo árvore de natal com bolas vermelhas kkk. Coisas que só uma viagem de moto ao sul te proporciona!

E foi justamente nesta viagem de moto ao sul do Brasil, que na descida do Morro da Igreja (onde o freio da BMW G650GS pifou! rs) visitamos a primeira plantação de maçãs. ( Ahhh, viagem de moto ao sul… ) Eu gosto muito de maçã, mas comida assim diretamente do pé, mesmo cheio de agrotóxicos kkk é uma sensação indescritível!!! Confissão: fizemos isso duas vezes na mesma tarde, uma com autorização (onde o dono da plantação nos acompanhou) e outra com tentativa de solicitação de autorização… kkk Bem que tentamos…

Na viagem de moto ao sul, de Urubici partimos no dia 10 de abril, quinta-feira, para a meca do motoclismo como dizem alguns: A bela e estonteante, delineadamente curvilínea SRR, a famosa Serra do Rio do Rastro. Não estava frio, tempo bom e sem chuva descemos a Serra. Algumas paradinhas para foto e foi tudo perfeito! E desta vez sem tombo! Foi lá meu primeiro tombo de moto (parada rs). A Serra do Rio do Rastro está localizada no município de Lauro Müller e se você for por estas bandas não deixe de conhecer.

Viagem de moto ao sul do Brasil até Urubici, SC
Viagem de moto ao sul do Brasil

Não posso deixar de citar que nesta viagem de moto ao sul, antes da Serra, paramos em Bom Jardim da Serra, em uma cachoeira, de fácil acesso às margens da estrada, conhecida como Cachoeira da Barrinha. Um lugar muito bonito, onde descemos para tocar nas águas tão cristalinas. Na próxima vez que passarmos por lá quero conhecer o castelo de Lauro Muller, localizado no centro da cidade. O castelo pintado de amarelo data de 1919 e  foi construído por Henrique Lage em homenagem a Gabriela Benzanzoni uma cantora italiana de ópera com quem se casou. Que poder essa tal de Gabriela hein! rsrsrs (Viagem de moto ao sul é cultura!)

Viagem de moto ao sul do Brasil até Bom Jardim da Serra, SC
MotoTurista descansa e repõe as anergias contemplando a natureza

Da Serra do Rio do Rastro, só paramos (azuis de fome) em Orleans, onde antes de despedirmo-nos fomos ao simpático Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, segundo informações locais, único a céu aberto na América Latina. Um local muito pitoresco onde divertimo-nos muito atravessando o laguinho de balsa puxada praticamente sozinha pela querida Guiomar. O Museu conta a história da vida e colonização da cidade, mas que nos remete ao passado de nossos avós e até mesmo de nossas infâncias com certos objetos, utensílios, e para quem gosta de História, museu, cultura em geral, vale a pena a visitação. Valor do ingresso, bem acessível.

E deste ponto em diante cada casal seguiu a sua viagem de moto sul. Nós fomos para o litoral e o casal de amigos para as belezas do Rio Grande do Sul, que pouco ou quase nada conheço. Aproveito a oportunidade e agradeço ao casal Marcos e Guiomar pela companhia nesses dias. São gente boníssima! Viajar com outras pessoas requer outras posturas, pois algumas coisas precisam ser previamente combinadas, em alguns momentos de cansaço físico como é comum em viagens de moto é necessário mais do que nunca o espírito colaborativo, paciência muitas vezes, compreensão, implica em ter que voltar quando o outro não aparece na pista, é administrar  e minimizar as diferenças e saber ressaltar as semelhanças… Afinal, são 4 pessoas que embora com interesses em comum são pessoas de ritmos diversos, gostos nem sempre comuns, o modus operandi para consertar capacete de garupa são diversos kkk. Mas no final, meu balanço foi positivo. Fora a chegada em Lages que o Marcos quase matou as garupas pelo ritmo que impôs (kkk brincadeira Marcos) mas no final deu tudo certo e todos curtimos e compartilhamos momentos  certamente inesquecíveis. Valeu e até a próxima se Deus quiser! 

Viagem de moto ao sul do Brasil, neve na pista em Urubici, SC
Ainda bem que o gelo não encontramos

E assim, conforme disse no início do post, este foi o post número 1 dos 3 que hei de publicar, contando sobre a nossa viagem de moto ao sul do Brasil. A chuva continua a me inspirar e enquanto vocês lêem o primeiro post e curtem as fotos desta primeira parte da viagem, começo a esboçar a segunda parte dos relatos da viagem de moto ao sul, cujo post hei de deter-me em um lugar para lá de especial. Aguardem!

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Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul ?

Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul ?

Saindo de Mato Grosso do Sul ao Mato Grosso de moto, ou melhor, de MT ao MS, qual o 1º destino de ecoturismo que encontramos? Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são diferentes??? A Wikipedia diz na 1ª linha de Mato Grosso do Sul: Não confunda com Mato Grosso! Mas quais as opções de mototurismo entre MS e MT? Vamos conferir na última viagem de 2013 de MS ao MT.

Terminando o natal de 2013, os mototuristas saem de Campo Grande – MS às 6 horas da manhã em direção ao MT pela BR-163 e BR 060, logo depois pelas rodovias MS 306 e em Mato Grosso na rodovia MT-100 até a cidade de Alto Taquari no Estado de Mato Grosso. Chegando em Alto Taquari, instalam sua base do sossego, digamos assim, pra conhecer Alto Araguaia a 60 Km dali e Alto Garças a mais 65 Km, no dia seguinte. Em Alto Araguaia queremos conhecer pelo menos:
1 de suas cachoeiras ou corredeiras. Essa é a ideia antes de 2014!

dia
 
Campo Grande – MS a Alto Taquari – MT
 
480 Km 
 
BR 163 BR 060 MS306 MT 100
 
dia
 
Alto Taquari a Alto Araguaia e Alto Garças (Mato Grosso ida e volta) 250 Km 
 
MT 100 BR 364 e Cachoeiras
 
dia
 
Alto Taquari – MT a Costa Rica – MS
 
90 Km 
 
MT 100 MS306
 
dia
 
Parque Salto Sucuriú, Costa Rica – MS
 
2 Km 
 
Costa Rica – MS
 
dia
 
Costa Rica a Campo Grande – MS
 
400 Km 
 
MS 306 BR 060 BR 163
 
  Total do último passeio moto de 2013: 1.222 Km   

 

Ao sair do Estado de MT, passamos por Costa Rica em Mato Grosso do Sul, vamos explorar:
O Parque Natural do Salto do Sucuriú. O parque é municipal, fica ao lado da cidade, cerca de 2 Km de caminhada e não funciona às 2ªs feiras. Espoirtes radicais como tirolesa, rapel, rafting, arvorismo e trilhas na mata são comuns dentor do Parque Natual do Salto do Sucuriú com suas cachoeiras e quedas dágua no rio Sucuriú. Então, como disse a Wikipedia: Não confunda Mato Grosso do Sul com Mato Grosso!

Costa Rica, Mato Grosso do Sul por MT: Alto Taquari, Alto Araguaia e Alto Garças

Quem está na chuva é pra se molhar?

QUEM ESTÁ NA CHUVA É PRA SE MOLHAR…

SantaCataria_e_Paraná (192)
Sempre costumava brincar com meu piloto quando o tema era chuva sobre duas rodas. A primeira experiência que tive foi há uns 05 anos quando voltávamos de Brasília. Lembro-me que foi uma delícia… Depois da última viagem final de setembro (MS-PR-SC) minha opinião mudou um pouco. Há chuvas e chuvas! rs

Foram 12 dias viajando, parando, conhecendo lugares interessantíssimos no Paraná e Santa Catarina, matando saudades da bela Floripa e das pessoas queridas que lá estão, conhecendo gente, novas culturas, novos sabores, enfim, vivendo… E pensei, o que eleger da viagem como o mais interessante, o que foi mais marcante para “Garupas”?! E escolhi como foco, a viagem em si, a estrada, o rodar… a questão de segurança, equipamento, consciência no trânsito, perigos e aventuras vivenciadas nestes dias, em especial os de chuva… Depois, escolhi falar sobre alguns lugares que chamaram muito a minha atenção, pela beleza do lugar, pela simplicidade e simpatia das pessoas, pelo prazer em conhecer algo diferente ou em rever lugares que por mais vezes que você lá já tenha estado, ele sempre te encanta! 

Bem, de Campo Grande a Guarapuava, PR (nossa primeira grande parada) a distância segundo a fonte distanciaentreascidades.com.br seria: em linha reta: 641 Km e por estradas: 813 Km. Como em determinado trecho da viagem, já no interior do Paraná, resolvemos cortar o caminho, por sugestão de um morador e trabalhador em posto de combustível talvez na cidade Icaraíma ou Ivaté, provável tenhamos feito um pouco menos… Uns 50 km a menos?! Bem, por aí! Distâncias precisas são com o piloto que controla a kilometragem, nível de combustível… Eu só controlo a velocidade! kkk

Já nos primeiros 300 km percebi que capacete que se usa em cidade nem sempre está apto para te dar segurança em viagens longas. O mesmo capacete que fui para Estrada Parque/Corumbá na semana anterior me causou um stress imenso e dores musculares horripilantes. Na primeira parada para pernoitar, em Guarapuava, precisei tomar um relaxante muscular. E por que? Quando o piloto começava a passar dos 100 km com a mão direita o “abraçava” e com a esquerda segurava o capacete que me deu um susto danado pois em certo momento da viagem quase saiu da cabeça. Talvez esteja exagerando, mas essa foi a sensação que tive. E isso é um perigo pois no reflexo você larga o piloto para “agarrar” o capacete que faz menção de sair “voando ao vento”. Esse movimento brusco, pode causar instabilidade e o piloto perder o equilíbrio ou assustar-se sem saber exatamente o que está acontecendo. Nesta hora, já previ tudo! Terei que ser muito forte para chegar até Florianópolis segurando este capacete. Neste momento eu me perguntava o porque de não ter olhado com mais cuidado a questão do capacete! Até parecia uma garupa de primeira viagem… Por que fui tão negligente com a minha própria segurança? Eu já havia passado por situação semelhante em 2009/2010 quando para SC fomos!

Outro problema enfrentado foi com as luvas. Perdi o lado direito das minhas praticamente na véspera da viagem e a solução veio com um lado esquerdo do piloto. Se é que tive alguma vantagem nisto, foi apenas na hora de pagar o pedágio. Tirava e colocava com muita facilidade o lado direito! Saindo de MS e entrando no Paraná o vento era forte. Eu olhava aqueles coqueiros e árvores em geral e observava a direção, percebendo a intensidade do mesmo… Maior parte, foi vento lateral, na minha opinião pior! Os mais experientes que manifestem-se!

Mas, mal eu sabia que o pior mesmo estava por vir… O trecho de Guarapuava a Joinville/Florianópolis foi TENSO!!! Chuva, chuva, chuva e vento, vento, vento!!! ( E para completar o cenário, carretas, carretas e mais carretas com motoristas irresponsáveis correndo horrores numa BR, serra, curvas…) Tanto é que resolvemos atrasar a chegada a Floripa, pernoitando em Joinville… Eu estava simplesmente QUEBRADA (e muito ensopada da cintura para baixo) quando resolvemos, por segurança, parar em Joinville… Mas foi ótima essa parada, para tomar um fôlego e seguir viagem até Florianópolis onde chegamos debaixo de uma chuva torrencial e eu MAIS QUEBRADA ainda! rsrs

Se você me perguntar agora porque estava muito molhada da cintura pra baixo, obviamente vai deduzir que eu só usava uma proteção contra a chuva na parte de cima. Porque isso aconteceu nem me lembro mais, mas creio que foi por não ter imaginado que choveria tanto e a calça não estar em local de fácil acesso. Acho que foi isso! Quando se está numa zona de conforto, em terra firme, você, no caso eu, acabei subestimando o vento, a chuva, o frio… As luvas da mão direita por exemplo, embora me facilitassem o manuseio do dinheiro quando nos pedágios, fazia aumentar ainda mais a minha dor.. O que sobrara de “couro”, sob o vento fazia uma pressão nos dedos que “sambavam” dentro das luvas… Aí já imagina, se meu único ponto de segurança e equilíbrio era a mão direita, em certos momentos me sentia muito mais vulnerável e fragilizada pois ao tentar fechar as mãos em punho junto ao corpo do piloto, este ficou pensando que eu estivesse dormindo e me dava umas “cutucadas” na mão direita. Já que a esquerda era só do capacete… Aí pensei: se ficar o bicho pega, se correr o bicho come! Mas bem, na primeira oportunidade, expliquei ao piloto o que acontecia com as minhas mãos e luvas e não levei mais “cutucadas”… rsrs

A minha roupa é especial para viagens e hoje penso: como já viajei para Brasília – DF, Chapada dos Guimarães – MT só com uma calça jeans ou algo do tipo? Embora ouça algumas pessoas dizendo que só viajam “à vontade”, eu não teria mais essa coragem. Já havia caído na Estrada Parque por causa das pedras. Nem imaginava eu que ainda levaria mais dois tombos em menos de uma semana. Um na ida, ao resolvermos cortar caminho por uma estrada de chão (areia na verdade), um boi atravessou bem na nossa frente, e o que deu?! Chão! … Sorte que passavam dois carros nesta hora e um deles me deu carona por uns 10 km, me livrando da parte mais intensa daquele mar de areia, mais fina e em maior quantidade que a da Estrada Parque! Não me lembro mais do nome do casal, mas foi um alívio para mim que fiquei por um tempo com a perna doendo logo depois do tombo… Além da corona, nos ofereceram um cafezinho que não pudemos aceitar por causa do tempo. Ainda tínhamos um bocado de chão até Guarapuava… O tombo da volta foi mais suave, com a moto parada, e fomos parar na lama na beira da rodovia próximo à Tibagi, PR. Pelos tombos que levei, embora tenham sido em baixa velocidade ou com a moto parada, sei que as roupas foram fundamentais para que não me machucasse! Tombo é tombo! E a moto pesada pra carambaa! rsrs

Bem, o capacete acabei ganhando um novo em Florianópolis e hoje entendo porque ele queria sair voando da minha cabeça. Era número 60, experimentei vários e optei pelo 56… Obviamente devem existir capacetes bem mais sofisticados que o meu, mas a volta foi bem mais tranquila, sem chuva, agarradinha ao piloto com as duas mãos, de capacete novo e firme na cabeça rsrsrs. É um bom capacete, e aprendi uma coisa que eu já assim o entendia pr questões de higiene: capacete não se empresta! Ele se molda à sua cabeça e é como se fosse uma blusa que cai legal no teu corpo, dependendo do tecido, se emprestá-la, corre o risco de voltar diferente para o seu corpo! Portanto, atenção especial às roupas e acessórios, garupas! Eles absolutamente não existem por “modismos” ou beleza! E sim por SEGURANÇA!

Afinal, o trânsito é algo que não depende somente de você, ou do piloto. Vi e presenciei carretas tombadas, carro que subiu numa pequena muretinha (tipo um meio fio) numa serra e durante a chuva… As sinalizações de trânsito existem para serem cumpridas e ficava feliz a cada vez que via um posto da Polícia Rodoviária Federal. Me sentia mais segura! Alguns caminhoneiros são bem conscientes, mas grande parcela deles corre com certeza acima da velocidade máxima permitida! Fazem ultrapassagem em locais proibidos e assim, colocando em risco não somente a sua própria vida, mas a de terceiros… Se você não estiver com uma roupa mais reforçada, um sapato mais fechado, um simples tombo pode fazer a viagem terminar mais cedo. E mais que isso, pode abreviar a tua vida ou a de outras pessoas! E viagem feliz é viagem com segurança…

Apesar do episódio do capacete que foi resolvido antes de voltarmos para casa, COM SEGURANÇA chegamos a lugares paradisíacos como Salto do São Francisco, em Guarapuava – PR, Puxa Nervos e Salto Santa Rosa em Tibagi- PR, a sempre bela e mágica Florianópolis. Com segurança tivemos a oportunidade de rever pessoas queridas da família ou um amigo do sorriso largo. Com segurança conhecemos pessoas incríveis que já viajaram por lugares igualmente incríveis e que carregam consigo uma bagagem formidável de experiências, fatos… Com segurança, encontramos pessoas que não conhecem outro lugar a não ser a própria cidade em que moram, mas que se encantam com a sua coragem, com o seu espírito aventureiro… Com segurança conhecemos bibliotecas, museus, experimentamos novos sabores… Santa Catarina eu já conhecia um pouco mais, em especial Florianópolis. Paraná me surpreendeu! Coisas inusitadas vimos por lá: tigre, leão, avestruz e outros animais que nem soube identificar. Não! Não era um zoológico, era um hotel fazenda na BR próximo a Tibagi. Confesso que fiquei meio apreensiva porque fomos abrindo porteiras e depois de seguirmos por um caminho de PEDRAS (aff!!!) nos deparamos com esses animais. Como não via nenhum humano por lá, comecei a ficar com medo, já passando do meio da tarde, me pareceu um daqueles filmes de terror! E se esses animais resolvem sair das jaulas?! E se tudo isso for uma cilada?! kkkk Mas retornando, encontramos um boiadeiro que nos informou que o hotel só funciona aos finais de semana. Aliás, Tibagi foi o centro das aventuras. Até rafting fizemos no Rio Tibagi que estava cheio porque havia chovido de madrugada e acabamos virando o bote na terceira correnteza (parece-me que eram 6 ao total)… Desisti da aventura, mas indico a empresa Tibagi Aventuras que nos acompanhou em outros passeios, como das cachoeiras, e são preparados para fazer esportes de aventura como rapel e outros mais.

Joinville foi eleita por mim a capital dos “beija-fores”… Foi no restaurante da Pousada Grün Wald, um lugar de instalações simples, porém aconchegantes , café da manhã maravilhoso, um jantar DELICIOSO! Mas tirando o foco da comida rsrsrs e voltando aos pássaros, eles vinham aos montes, inclusive dentro do restaurante. Coisa impressionante!

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Florianópolis como sempre encantadora, mesmo debaixo de chuva! Praia não rolou, mas num “momento de distração da chuva”, corremos para a Lagoa da Conceição, um charme só! Adoro esse lugar… Aliás, Floripa foi o lugar de rever amigos como o Taitha que nos acompanhou na nossa primeira viagem juntos para SC e de conhecer o Julio Verne do motociclismo, Guillermo Godoy (quem já entrevistei aqui), e sua filha Patrícia com quem tivemos o prazer de jantar e ouvir muitas histórias, muitas delas registradas em livros. Contou-nos um pouco sobre o seu projeto da volta ao mundo! Noite inesquecível, com direito a pizza, vinhos e copinhos de chocolate com licor! Espero vê-los em breve…

“Viajar é mudar a roupa da alma”, disse Mario Quintana. Mudamos a nossa nesta viagem! Mas como gostamos muito de viajar, dia 11 de outubro seguiremos para Capanema (eeee Paraná de novo na área!!!) e a roupa há de ser trocada mais uma vez. O motivo desta vez é 4º Moto Casais, evento organizado pelo casal Boeira que tive o prazer de conhecer na edição de Bonito. Pelos preparativos e carinho com que estão organizando o evento, tenho certeza que o encontro será um sucesso! E lá vamos nós para Capanema, com chuva ou sem chuva! E será tema do próximo post… Mas, enquanto Capanema não chega ou não chegamos a Capanema, acompanhe um pouco da nossa última viagem através das fotos!

Melhor que entrar de férias é sair de férias passando em frente ao local de trabalho… rsrs
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A vontade é de ir parando em todos os lugares que nos chamam atenção…
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Como este…
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O casal que deu carona a “Garupas” por um bom trecho desta estrada, onde um boi atravessou o nosso caminho e nos derrubou!
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O piloto volta para buscar a sua garupa que havia ficado para trás…
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Em Guarapuava, um passeio pelo Jardim BotânicoFérias_PR_SC (52)

E o destino agora é Salto de São Francisco… 

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Mas pra chegar lá, mais “pedras”!!!SantaCataria_e_Paraná (106)

Aqui o sistema é BRUTO!
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Chegamos ao Parque Municipal São Francisco da Esperança!!!
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E valeu a pena chegar pertinho da maior queda d’água da região sul do Brasil: Salto São Francisco em Guarapuava, Paraná!
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“Eu não consigo parar de te olhar”…SantaCataria_e_Paraná (163)

Olhar atento a cada detalhe da natureza…SantaCataria_e_Paraná (190)

 A queda está localizada numa região de tríplice fronteira entre os municípios de Guarapuava, Prudentópolis e Turvo no Paraná.
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MotoTuristas…
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Bela Floripa…
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O motociclismo proporcionando encontros, construindo amizades: MotoTuristas Taithá, Guillermo Godoy e Gargamel
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Contemplação na Lagoa da Conceição em FlorianópolisSantaCataria_e_Paraná (310)

Ilha da Magia…
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Olha o “passarinho”!
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O bicho era bonito, mas esqueci-me do nome dele… rsSantaCataria_e_Paraná (547)

Tibagi, uma cidade no interior do Paraná, super charmosa e com vários atrativos naturais!SantaCataria_e_Paraná (563)

Rota dos MotoTuristas… 🙂
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Lama: a prova do tombo! rsrsrsSantaCataria_e_Paraná (572)

Eu achei que só na minha cidade tinha igreja com este nome! hehehe (Então, livrai-me de todas as dores musculares…)
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Salto Santa Rosa – Tibagi, PRSantaCataria_e_Paraná (646)

Ao pé do Salto Santa Rosa… Mas banho não é permitido!SantaCataria_e_Paraná (686)

Moto faz parte do acervo de um pequeno museu que existe na propriedade onde está localizada a cachoeira Salto Santa  Rosa… 
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Este também faz parte do museu…SantaCataria_e_Paraná (755)

Cachoeira Puxa Nervos – Tibagi, PRSantaCataria_e_Paraná (839)

Banho permitido… 
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Inventando moda… rs
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Antes da primeira correnteza… Acho que eu já previa, olha o sorriso amarelo… hahahaOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Apesar dos tombos, da chuva, do capacete, das luvas, valeu à pena! Melhor parte é você ouvir: és uma grande companheira! 😉 
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Até a próxima e curtam Garupas no FaceBook, assim você ajuda nosso trabalho de divulgação!

Mergulho nas pedras da Estrada Parque!

Estrada Parque Pantanal Sul! Final de semana quente, de poeira e sustos! Ruim?! Nada, deliciosamente aventureiro!!!

Por conta do Motoconfraternização no Casario Rock em Corumbá/MS resolvemos ir pela Estrada Parque Pantanal Sul, e para quem não sabe e/ou não é do Estado de Mato Grosso do Sul, é uma estrada reconhecida desde 1993 pelo governo de MS como uma unidade de conservação de uso sustentável (aquelas onde haverá conservação dos atributos naturais, admitida a exploração de parte dos recursos, disponíveis em regime de manejo sustentável).
A Estrada Parque Pantanal Sul está localizada entre os municípios de Miranda e Corumbá (MS). E até a década de 80 era a única ligação viária entre Corumbá e Campo Grande, quando então foi implantada a BR-262.
Descobri por conta desta viagem que a Estrada Parque também leva outros nomes: Estrada da Integração, Estrada Boiadeira ou Estrada da Manga.
Confesso que há uns 03 anos passei por pequeno trecho desta estrada (tendo conhecido inclusive a famosa Curva do Leque), mas tal visita foi feita de van, com um grupo de colegas e os motivos foram acadêmicos. E com certeza quando era criança, de Fusca! Motivo: férias escolares. Mas aí já são outras histórias.
Desta vez, a viagem teve gosto de aventura, superação e é claro, um viés infinitamente muito mais contemplativo!
Apesar da estrada ser a principal rota de escoamento da produção pecuária das fazendas da região, a única boiada que vimos foi no asfalto mesmo, quando retornávamos de Corumbá.
Dizem (e eu li em alguns lugares) que a Estrada Parque possui 72 pontes. Mas há controvérsias, pois ouvi algo como em torno de 68 pontes seria a contagem correta.
O fato é que tentei contar, mas da 4ª ou 5ª ponte, eu já desisti… kkk E por que? Ah, eu tinha mais o que fazer: contemplar toda a beleza da região, fotografar, e rezar em cada travessia de ponte… (muitos risos)
Embora tenhamos chegado no final do dia à pousada Santa Clara (recomendadíssima), a contemplação noturna também é possivel. Nos 30 primeiros km já de terra, vimos lobinho, outros animais não identificáveis pelo meu pouco conhecimento em Biologia animal rsrsrs, muitos pássaros e ouvíamos uma bela orquestra da fauna pantaneira, quando as vezes paramos e o motor da BMW parava de roncar.

Após descanso na Pousada, a ideia era acordar sem horário para levantar e curtir um pouco da pousada após café da manhã. E assim estive mais próxima da natureza, observando as várias espécies de pássaros, porco do mato, as árvores de várias espécies, tamanhos e tonalidades. Como me senti bem!

De lá partimos para o restante e boa parte da Estrada Parque. Um passeio que todo mundo deveria fazer ao menos uma vez na vida. Li em algum lugar que costumam brincar e dizem que a Estrada Parque é o zoológico mais extenso do mundo! E depois desse passeio, acho mesmo que ali já foi mar, porque um grande trecho é de uma areiazinha fina que dava “medo” !  
Mal eu sabia que o perigo estava era nas pedras, bem lá na frente, alguns km a mais após a travessia de balsa, que se faz em menos de 5 minutos. 
 “No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho “. Não, Carlos Drummond de Andrade… No caminho tinha um rio de pedras rsrsrs… e nele demos um pequeno mergulho. Nem sei explicar o que senti, nem como me senti, mas até a noite fiquei pensando no tombo! O que o corpo fez para ir se defendendo dos galhos que fomos encontrando pela frente até a moto tombar definitivamente e ver que meus pés estavam inteiros e saíram intactos da botinha (esses tênis para trilha), já que a moto caiu sobre eles. O “desespero controlado” logo em seguida foi pelo temor de ficar ali por falta de gasolina, já que o tanque aberto após o tombo jorrava combustível. Pra mim, aquilo iria secar e o trabalho para sair dali seria pior do que ter que levantar a moto!
Reestabelecidos do susto, andamos mais 15 minutos e nunca fui tão feliz por ver um asfalto! kkk
Mas ainda assim, eu faria esta viagem novamente! Inenarrável a sensação de estar inserida nesta natureza praticamente intocada!
Claro que se aprende muito quando se viaja: porque se lê sobre o lugar, a própria vivência que as viagens nos proporcionam, o contato com as pessoas, novas culturas, novos olhares… E por mais que eu tente fornecer dados, descrever sentimentos, para este post, eu não conseguiria.

Então desta vez irei descrever a minha viagem muito mais por meio de  fotos, que saberão transmitir  com mais propriedade o que vivi e o que senti. E a verdade é que assim como Drummond…

Nunca me esquecerei desse acontecimento 
na vida de minhas retinas tão fatigadas. 
Nunca me esquecerei que no meio do caminho 
tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 
no meio do caminho tinha uma pedra …

Sem problemas, juntei todas e fiz delas um castelo!

A coroação por toda esta aventura foi o encontro com amigos, velhos conhecidos, novas amizades, arroz carreteiro no clube AABB (delicioso por sinal), a recepção sempre muito simpática do casal Marcelo Xavier e Estela, muito rock a noite no Moinho Cultural e a volta pelo asfalto onde fomos contemplados por uma vista belíssima de ipês rosas, roxos, brancos e principalmente os amarelos que “iluminavam” a paisagem, mais pássaros, jacarés na Maria do Jacaré…

E  para fechar com chave de ouro, qual não foi a nossa surpresa, a chuva havia molhado o asfalto de Campo Grande, a temperatura estava mais amena do que quando a deixamos…

A bagagem? Foi parcialmente desfeita, e próximo fim de semana estamos de férias… A direção será o Sul do país que promete belezas igualmente exuberantes! E com certeza, mais reencontros esperados… E como sempre, aquilo que o motociclismo nunca deixa de nos proporcionar: novos amigos!

Início da Estrada Parque, única ponte de concreto que encontramos pelo trajeto percorrido…

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O beleza do pôr-do-sol já nos dava uma ideia do que viveríamos neste  fim de semana

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (2)

Hummm, escureceu! Além do barulho da moto, a infinidade de sons emitidos pela fauna pantaneira

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (3)

Lanterna na cabeça, que tal darmos uma volta pela pousada?! Levanta da rede!!!

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Como é inspirador acordar com um visual como esse… 

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Muitas araras… essas azuis eram “ariscas”, fotografar só de longe…

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Arara vermelha faz sucesso, se deixa fotografar um pouco mais de perto…Mas cafuné, só da dona…

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Famoso mata burro! Impede a fuga dos gados, mesmo quando a porteira está aberta. 

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Pegar a estrada rumo a Corumbá! Areia fina, um calor danado e olha o homem pantaneiro aí!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (9)

“Comemos” muito mais poeira a noite quando chegamos, do que durante o dia…

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Um grupo de corajosos ciclistas… 

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Com um visual desses, eu até me esquecia das pontes de madeira…

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Terra muda de cor… agora, ela é vermelha!

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Pausa para contemplação…

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Está quente, mas vai de capacete e tudo rs…

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Vontade de parar e não sair mais daqui! 

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Pássaros por todos os lados…

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A travessisa do Rio Paraguai é feita através da balsa. Serviço funciona somente durante o dia!

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Finalmente conheci a estação de telégrafo instalada pelo Marechal Rondon, um desbravador do interior do país!

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Ipês amarelos foram constantes em toda a volta pela BR 262… lindos de viver!

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Finalmente tirei foto do trecho que passei 2 anos e meio namorando, quando em Corumbá morei… Lindooo

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Até eu gostaria de ir para debaixo da sombra deste belo ipê! Mas minha caminha me esperava…

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Nossa página no facebook:   https://www.facebook.com/garupas 

Bonito Motorcycle

Bonito-MSO melhor evento mototurístico de 2010 foi em Bonito – MS, na Serra da Bodoquena a 290 Km de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul. Lembro quando fomos em Bonito – MS, representando a AMO-MS – Associação de Motociclistas de MS em dezembro de 2004. Idealizamos um moto-encontro na cidade ecologicamente correta, mas acabamos na burocracia da prefeitura local. Lá, conhecemos o Taboa, o bar noturno onde as paredes têm assinaturas de cada cliente que por ali passou e experimentou a cachaça de mel e pó de guaraná com rock’n roll da Banda Rivers. Assim nasceu a  ideia do moto-encontro que não foi adiante por motivos burocráticos municipais daquela gestão.

Mas depois de 6 anos, outra gestão municipal, aeroporto inaugurado, vemos um sonho se estruturar com empreendedores comerciais com opções de pacotes de passeios ecológicos, ambiente amplamente preservado trazendo centenas de motociclistas, mototuristas, ecoturistas em suas motos além dos amantes do mototurismo.

Como Chegar à cidade de Bonito em MS:
Bonito já conta com aeroporto desde o abril de 2009, um terminal de passageiros com capacidade para 120 mil passageiros ao ano. Recebe vôos comerciais que ligam o município a duas capitais. O trecho é operado pela Trip Linhas Aéreas, sendo três vôos por semana, dois vôos regulares que ligam o município a Campo Grande, capital de MS, Corumbá em MS e um vôo de São Paulo a Bonito. A cidade é conhecida internacionalmente por suas águas cristalinas e um ecossistema protegido por belezas naturais, oferecendo mais de 50 atrações de ecoturismo para todas as idades, rede hoteleira com mais de 4 mil leitos. Bonito – MS está localizada a 290 km da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.

Se preferir seguir por via terrestre ou translado para quem chega de avião até Campo Grande, existem empresas de transporte que fazem esse translado à Bonito diariamente:

Vanzella Transportes
Horário de saída de Campo Grande: 14h30. Valor: R$ 80,00 (por pessoa).
Maiores informações pelo telefone: (67) 3255-3005 ou www.vanzellatransportes.com.br

Cooper Van
Horário de saída de Campo Grande: Segunda à sexta-feira: 15h30. Sábados às 14 horas.
Valor: R$ 49,00 (por pessoa). Maiores informações: (67) 3255-1601.

Cruzeiro do Sul
Horário de saída de Campo Grande: 07h00/ 09h00/ 11h00/ 15h30 (exceto domigo)/ 16h00.
Valor: R$ 52,00 (por pessoa). Maiores informações: (67) 3312-9700

O Ecoturismo é o grande atrativo, onde destacamos alguns dos mais de 50 atrativos:
Abismo Anhumas, Aquário Natural, Arvorismo, Baia Bonita, Balneário do Sol, Boca da Onça, Boia-Cross, Bonito Aventura, Buraco das Araras, Ceita Curé, Estância Mimosa Ecoturismo, Fazenda San Francisco, Gruta do Lago Azul, Parque Ecológico Rio Formoso, Passeio de Bote no Rio Formoso, Praia da Figueira, Recanto Ecológico Rio da Prata, Rio do Peixe, Rio Sucuri ou melhor, explicando alguns:
  • Arborismo | São trilhas arbóreas sustentadas por cordas presas às árvores em níveis diferentes de acessibilidade.
  • Balneário | Áreas de lazer com cabanas, churrasqueiras e beira de rios, dentro ou fora das pousadas.
  • Boia Cross | São câmaras de pneu de trator infladas e amarradas que descem o rio Formoso.
  • Bote Inflável | Não são o mesmo que “rafting”. São botes infláveis com guia turístico descendo o rio Formoso.
  • Cachoeiras | Através das trilhas, agendando com os guias turísticos pode-se nadar, filmar, fotografar a natureza.
  • Cavalgada | Evento interno das pousadas rurais agendado nas agências de turismo ou nas pousadas.
  • Flutuação nos rios | Usando máscara e “snorkel” o turista desce pelos rios observando a flora e fauna aquáticas.
  • Grutas | Visitação agendada nas agências de turismo para captura de imagens por fotografia ou filmagem.
  • Mergulho | São eventos aquáticos com equipamentos alugados, como roupas de neoprene e cilindro de oxigênio.
  • Rapel | São passeios radicais feitos em cavernas ou a partir descendo de plataformas superiores.
  • Trilhas Ecológicas | São inúmeros passeios na fazendas mais exóticas com nomes indígenas.

Para quem possui carteira dos Albergues da Juventude ou Hostel, uma boa opção é Bonito Hostel com ambiente acolhedor para hóspedes de apartamento ou campistas que usam barracas de camping com infra estrutura. O  Bonito Hostel faz parte também da rede Hostelling International e atende seus conveniados dentro do mais alto padrão de satisfação.

Convido os MotoTuristas, EcoTuristas e demais MotoCiclistas a conhecerem o projeto curtindo esse cenário de preservação ambiental na cidade de Bonito em Mato Grosso do Sul. O encontro de motos será nos dias 23 a 26 de setembro de 2010, tendo no sábado, como atração musical principal, a Banda Blitz de Evandro Mesquita na praça do evento,  onde será o palco das atrações,  a exposição de carros antigos e dos shows que animarão as noites desse evento.

Programação do Bonito MotorCycle:

23/09/2010 – Quinta-Feira | Local: Praça de Eventos
18h00 as 22h00 – Cerimônia e coquetel de Abertura

24/09/2010 – Sexta-Feira | Local: Parque Ecológico Rio Formoso – Restaurante da Lagoa
08h00 as 12h00 – Credenciamento
12h00 as 16h00 – Almoço de Boas Vindas
18h00 as 22h00 – Local: Praça de Eventos – DJ´s e Show

25/09/2010 – Sábado
10h00 – Passeio de Moto pela Cidade – Local: Praça das Piraputangas
12h00 as 16h00 – Local: Zagaia Resort Hotel – Feijoada com música ao vivo
18h00 – Encontro das Motos – Local: Praça de Eventos
20h00 as 00h00 – Local: Praça de Eventos – Show Principal

26/09/2010 – Domingo
Local: Balneário Municipal de Bonito
11h00 as 16h00 – Festa de Encerramento