Arquivo da categoria: Centro-Oeste

Viagens de moto pela região centro-oeste do Brasil.

Passeios de Moto em MS

Estamos de volta aos passeios de moto em MS. Nosso último passeio de moto em 2014 foi em agosto, feriadão numa 3ª feira em Campo Grande com a turma Big Trail da BMW, 2 Kawasaki e 1 Honda CBR600, uma viagem inesquecível de 15 pessoas saindo de Campo Grande, MS até Assunção, Paraguai. Além das motos, 1 camionete de Bandeirantes se juntou na viagem e até trouxe uma das nossas Kawasaki acidentada na volta do Paraguai. Seis meses se passaram, vendi a BMW 650GS Sertão, comprei uma Honda CB300R ABS combinado por motivos econômicos!

Voltando aos passeios de moto em MS, passamos o carnaval 2015 sem gastar nada além da despesa diária de um casal motociclista. Em 2014, nos inscrevemos antecipadamente no Moto Casais em MS, pra viajar em 2015 pelo mototurismo em 3 cidades de Mato Grosso do Sul: Bonito, Jardim e Guia Lopes da Laguna, onde fica a hospedagem mais barata, a 5 km de Jardim. Já participamos do Moto Casais em MS antes, lembram? Levamos a CB300 pra revisão dos 1.000 Km na concessionária Honda em Jardim na 2ª feira de carnaval, voltando na 3ª feira de chuva pra descansar o motor na 4ª feira de cinzas! (risos)

Depois do carnaval com passeios de moto em MS, foi a vez de voltar aos passeios de moto de fim de semana com os amigos das motos big trail e custom. Falo dos amigos que ficaram com suas BMW, já que vendi a BMW, indo pra Honda, mais econômica, a CB300R. E, por acaso, na foto que clicamos, os amigos na BR262, no posto Correntes, onde fica o restaurante Redondo, percebi que a foto tinha 3 motociclistas de BMW e 3 de CBs diferentes da Honda. Coincidência?
Sergio Lampião-CB650, Sônia CB500X, Hilton BMW F800GS marrom dourada, Fernando F800GS Adventure, Eu CB300R e Bruno F800GS marrom dourada.
Sergio Lampião, Sônia da CB, Hilton, Fernando, Eu e BrunoUma turma continuou pra Aquidauana, 40 Km a frente, e nossas BMWs e CBs da Honda de volta a Campo Grande, 100 Km de pista na BR 262. Adrenalina é isso, voltar a pilotar com os amigos e compartilhar no Blog dos MotoTuristas!
Chegamos em Campo Grande e fomos ao Parque dos Poderes, na rua do Poeta tem o “postinho do parque” às 11 horas de domingo, cheio de capacete refrescando com uma Budweiser ou água mineral, depende quem vai pilotar ou quem vai na garupa, claro! No Postinho gerenciado pela amiga Vânia, predominam as Harley-Davidson. O espaço é de todos assim como já brinquei de BMW, hoje ando numa Honda CB300R.
Postinho do Parque dos Poderes Então, estamos de volta ao blog em 2015! Valeu pelo passeio e companhia, pessoal! Quem foi pra Aquidauana… a gente se vê na volta! Semana que vem tem mais publicação no blog.
Comentem sugerindo assuntos…

Estrada Parque Palmeiras Piraputanga

viagem a piraputanga pe

Estrada Parque Palmeiras Piraputanga num dia de domingo…
Nossa primeira viagem, passeio do ano.

Desde 2010, o que antes era conhecida como Rodovia Ecológica MS-450, passou a ser denominada Estrada Parque Palmeiras Piraputanga e foi nessa estrada que fomos passear de moto. Saímos em 06 motos e chegamos juntos até o Redondo, restaurante/posto em Palmeiras na BR 262, mas só 04 aventuraram-se pela estrada Parque Palmeiras Piraputanga: 02 BMW, 01 Yamaha e 01 Honda XRE 300. Um passeio que valeu à pena!

Escrever para o Blog dos MotoTuristas, além de um passatempo, serve como um registro e compartilhamento das viagens, dos passeios e encontros com os amantes desta prática, aventura, loucura seja lá como queiram denominar… Afinal, depende muito do ponto de vista do leitor e de quem e como observa o motociclismo. Mas além de tudo isso, sempre me proporciona aprender um pouco mais ou muito mais da geografia do lugar, do modo de viver de uma região, da história de uma cidade, dos mitos, folclore e até da linguística. Linguística? Como assim?! Eu explico. Por exemplo, Piraputanga (distrito de Aquidauana – MS, para onde fomos passear, despertou a minha atenção em saber a origem do nome. Única coisa que eu sabia é que era um peixe! E então, descobri que vem do tupi e quer dizer “peixe avermelhado”. Aí entra a Botânica: atinge no máximo 2,5 kg, é omnívora alimentando-se de peixes, frutos, sementes e outros animais. E até dicas para quem gosta de pescar: melhores lugares para a pesca da Piraputanga são pequenas correntezas, remansos de corixos, embaixo de árvores com frutas ou árvores de pouco e dormida de pássaros, à beira dos rios. Quanto ao nome do distrito em sim, algumas fontes de pesquisa creditaram ao Marechal Rondon que por ocasião da instalação das linhas telegráficas passou por esta região. Não entrarei no mérito da questão, pois este não é foco. Só quis mostrar que quando viajo, viajo longe… rsrsrs

Uma informação a mais sobre a Piraputanga fez-me associá-la ao motociclismo: é um peixe veloz, e justamente devido à sua grande velocidade é considerada um dos peixes mais esportivos do Pantanal… Será que algum grupo já inspirou-se na tão saborosa Piraputanga?! Que tal um grupo de garupas: Garupas Pira!!!

O calor realmente não estava para brincadeira, mas a bela paisagem da vegetação, das formações rochosas, animais, pássaros compensou um certo desconforto que o calor nos causa. Buraquinhos aqui, outros ali, uma pocinha de lama aqui ou ali (havia chovido no dia anterior – aliás, no verão, tem chovido no Estado de MS, quase todos os dias!), passeio bom é quando se pode ir parando para fotografar, apreciar com um pouco mais de cuidado, com o devido respeito que a natureza merece!

Em Piraputanga almoçamos no Pira, um restaurante administrado pela família dos paranaenses Ademir e Elza há aproximadamente 10 anos. Um lugar simples, mas muito aconchegante, a começar pelo atendimento nota 10. Além do peixe na telha, uma das especialidades da casa, até um pavê de limão providenciaram (a meu pedido) para que pudéssemos comemorar com “parabéns pra você” o niver do Gargamel MotoTuristas. Estava tudo realmente perfeito! Só faltou eu ter levado no baú uma bermuda, pois o calor estava realmente escaldante… Mas como disse, nada foi suficiente para ser maior que o prazer de ver uma natureza tão linda assim! Até me sentia numa corrida pelas ruas, ou numa esteira, o tanto que transpirava! Portanto, água é fundamental! Mas nada de levar a garrafinha sobre o baú porque de quase nada adiantará uma água quente… rs

Outra coisa que aprendi nesta viagem: não coloque capacetes no chão, insetos podem entrar nele e dar algum B.O. durante a viagem. Bem, precaução nunca é demais!

Marcaram presença alguns integrantes do Moto Grupo Olhos de Águia de Aquidauana que até lá foram para nos encontrar. Almoçamos juntos, e após um descanso com bate papo gostoso seguimos por mais um trecho pela estrada de chão até uma capela no meio do caminho. De lá retornamos, enquanto a turma Olhos de Águia seguiu para Aquidauana. Mais um trecho de chão, passando pela Pousada do Sol Amarelo até tomarmos o asfalto. Mais uma paradinha no restaurante redondo: adorei o caldo de cana de lá!
Como sempre falo, melhor que falar é mesmo observar. Então, pra você o que conseguimos capturar através de algumas fotos, esse dia tão duplamente especial! Curtam e na próxima, venham conosco!

Saindo de Campo Grande, um céu de brigadeiro
saindo de campo grande

Não é qualquer terrinha que segura esses dois!
raquel e aurican

Juntos até onde for possível, na terra ou no asfalto
irmandade acelerados

Únicas garupas do passeio:
garupas de campo grande

Dá-lhe chão na estrada de terra
estrada de chão

Músicos colombianos tocando música andina no Restaurante Pira!
músicos da Colômbia

Boiadas são comuns pela região de Mato Grosso do Sul
boiada

A vontade que dá é de parar e ficar observando por horas
fauna de MS

Valeu pelo passeio de moto!
irmandade BMW

Garupas fotógrafas, nunca façam isso, a não ser que seja seu próprio capacete!
estrada parque palmeiras piraputanga
Veja mais fotos do passeio na página das Garupas

Mergulho nas pedras da Estrada Parque!

Estrada Parque Pantanal Sul! Final de semana quente, de poeira e sustos! Ruim?! Nada, deliciosamente aventureiro!!!

Por conta do Motoconfraternização no Casario Rock em Corumbá/MS resolvemos ir pela Estrada Parque Pantanal Sul, e para quem não sabe e/ou não é do Estado de Mato Grosso do Sul, é uma estrada reconhecida desde 1993 pelo governo de MS como uma unidade de conservação de uso sustentável (aquelas onde haverá conservação dos atributos naturais, admitida a exploração de parte dos recursos, disponíveis em regime de manejo sustentável).
A Estrada Parque Pantanal Sul está localizada entre os municípios de Miranda e Corumbá (MS). E até a década de 80 era a única ligação viária entre Corumbá e Campo Grande, quando então foi implantada a BR-262.
Descobri por conta desta viagem que a Estrada Parque também leva outros nomes: Estrada da Integração, Estrada Boiadeira ou Estrada da Manga.
Confesso que há uns 03 anos passei por pequeno trecho desta estrada (tendo conhecido inclusive a famosa Curva do Leque), mas tal visita foi feita de van, com um grupo de colegas e os motivos foram acadêmicos. E com certeza quando era criança, de Fusca! Motivo: férias escolares. Mas aí já são outras histórias.
Desta vez, a viagem teve gosto de aventura, superação e é claro, um viés infinitamente muito mais contemplativo!
Apesar da estrada ser a principal rota de escoamento da produção pecuária das fazendas da região, a única boiada que vimos foi no asfalto mesmo, quando retornávamos de Corumbá.
Dizem (e eu li em alguns lugares) que a Estrada Parque possui 72 pontes. Mas há controvérsias, pois ouvi algo como em torno de 68 pontes seria a contagem correta.
O fato é que tentei contar, mas da 4ª ou 5ª ponte, eu já desisti… kkk E por que? Ah, eu tinha mais o que fazer: contemplar toda a beleza da região, fotografar, e rezar em cada travessia de ponte… (muitos risos)
Embora tenhamos chegado no final do dia à pousada Santa Clara (recomendadíssima), a contemplação noturna também é possivel. Nos 30 primeiros km já de terra, vimos lobinho, outros animais não identificáveis pelo meu pouco conhecimento em Biologia animal rsrsrs, muitos pássaros e ouvíamos uma bela orquestra da fauna pantaneira, quando as vezes paramos e o motor da BMW parava de roncar.

Após descanso na Pousada, a ideia era acordar sem horário para levantar e curtir um pouco da pousada após café da manhã. E assim estive mais próxima da natureza, observando as várias espécies de pássaros, porco do mato, as árvores de várias espécies, tamanhos e tonalidades. Como me senti bem!

De lá partimos para o restante e boa parte da Estrada Parque. Um passeio que todo mundo deveria fazer ao menos uma vez na vida. Li em algum lugar que costumam brincar e dizem que a Estrada Parque é o zoológico mais extenso do mundo! E depois desse passeio, acho mesmo que ali já foi mar, porque um grande trecho é de uma areiazinha fina que dava “medo” !  
Mal eu sabia que o perigo estava era nas pedras, bem lá na frente, alguns km a mais após a travessia de balsa, que se faz em menos de 5 minutos. 
 “No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra no meio do caminho “. Não, Carlos Drummond de Andrade… No caminho tinha um rio de pedras rsrsrs… e nele demos um pequeno mergulho. Nem sei explicar o que senti, nem como me senti, mas até a noite fiquei pensando no tombo! O que o corpo fez para ir se defendendo dos galhos que fomos encontrando pela frente até a moto tombar definitivamente e ver que meus pés estavam inteiros e saíram intactos da botinha (esses tênis para trilha), já que a moto caiu sobre eles. O “desespero controlado” logo em seguida foi pelo temor de ficar ali por falta de gasolina, já que o tanque aberto após o tombo jorrava combustível. Pra mim, aquilo iria secar e o trabalho para sair dali seria pior do que ter que levantar a moto!
Reestabelecidos do susto, andamos mais 15 minutos e nunca fui tão feliz por ver um asfalto! kkk
Mas ainda assim, eu faria esta viagem novamente! Inenarrável a sensação de estar inserida nesta natureza praticamente intocada!
Claro que se aprende muito quando se viaja: porque se lê sobre o lugar, a própria vivência que as viagens nos proporcionam, o contato com as pessoas, novas culturas, novos olhares… E por mais que eu tente fornecer dados, descrever sentimentos, para este post, eu não conseguiria.

Então desta vez irei descrever a minha viagem muito mais por meio de  fotos, que saberão transmitir  com mais propriedade o que vivi e o que senti. E a verdade é que assim como Drummond…

Nunca me esquecerei desse acontecimento 
na vida de minhas retinas tão fatigadas. 
Nunca me esquecerei que no meio do caminho 
tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 
no meio do caminho tinha uma pedra …

Sem problemas, juntei todas e fiz delas um castelo!

A coroação por toda esta aventura foi o encontro com amigos, velhos conhecidos, novas amizades, arroz carreteiro no clube AABB (delicioso por sinal), a recepção sempre muito simpática do casal Marcelo Xavier e Estela, muito rock a noite no Moinho Cultural e a volta pelo asfalto onde fomos contemplados por uma vista belíssima de ipês rosas, roxos, brancos e principalmente os amarelos que “iluminavam” a paisagem, mais pássaros, jacarés na Maria do Jacaré…

E  para fechar com chave de ouro, qual não foi a nossa surpresa, a chuva havia molhado o asfalto de Campo Grande, a temperatura estava mais amena do que quando a deixamos…

A bagagem? Foi parcialmente desfeita, e próximo fim de semana estamos de férias… A direção será o Sul do país que promete belezas igualmente exuberantes! E com certeza, mais reencontros esperados… E como sempre, aquilo que o motociclismo nunca deixa de nos proporcionar: novos amigos!

Início da Estrada Parque, única ponte de concreto que encontramos pelo trajeto percorrido…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (1)

O beleza do pôr-do-sol já nos dava uma ideia do que viveríamos neste  fim de semana

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (2)

Hummm, escureceu! Além do barulho da moto, a infinidade de sons emitidos pela fauna pantaneira

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (3)

Lanterna na cabeça, que tal darmos uma volta pela pousada?! Levanta da rede!!!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (4)

Como é inspirador acordar com um visual como esse… 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (5)

Muitas araras… essas azuis eram “ariscas”, fotografar só de longe…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (6)

Arara vermelha faz sucesso, se deixa fotografar um pouco mais de perto…Mas cafuné, só da dona…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (7)

Famoso mata burro! Impede a fuga dos gados, mesmo quando a porteira está aberta. 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (8)

Pegar a estrada rumo a Corumbá! Areia fina, um calor danado e olha o homem pantaneiro aí!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (9)

“Comemos” muito mais poeira a noite quando chegamos, do que durante o dia…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (10)

Um grupo de corajosos ciclistas… 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (11)

Com um visual desses, eu até me esquecia das pontes de madeira…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (12)

Terra muda de cor… agora, ela é vermelha!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (13)

Pausa para contemplação…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (14)

Está quente, mas vai de capacete e tudo rs…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (15)

Vontade de parar e não sair mais daqui! 

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (16)

Pássaros por todos os lados…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (17)

A travessisa do Rio Paraguai é feita através da balsa. Serviço funciona somente durante o dia!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (18)

Finalmente conheci a estação de telégrafo instalada pelo Marechal Rondon, um desbravador do interior do país!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (19)

Ipês amarelos foram constantes em toda a volta pela BR 262… lindos de viver!

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (20)

Finalmente tirei foto do trecho que passei 2 anos e meio namorando, quando em Corumbá morei… Lindooo

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (21)

Até eu gostaria de ir para debaixo da sombra deste belo ipê! Mas minha caminha me esperava…

Estrada Parque Pantanal Sul Corumba (22)

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Garupas em Moto Casal em Bonito, MS

Garupas em moto casais
A história do Moto Casais em Bonito, MS é mais ou menos assim: evento que nasceu do desejo do casal
Boeira em fazer um passeio juntos um pouco mais longe de Capanema, PR onde moram e acabou ganhando a simpatia de alguns casais do motociclismo.

Nesta edição de 2013, além de uma quantidade razoável de casais – para não dizer que não sei precisar 😉 – participou um ou outro "avulso" (mesmo que solteiro, livre, separado, sozinho). Sim, porque a ideia é confraternizar! Casais que durante o feriado do Carnaval saíram de suas respectivas cidades de moto ou em carros de apoio ( Foz do Iguaçu, Porto Alegre, Três Lagoas, Dourados…) e foram se encontrando ao longo do caminho até chegarem na região de Jardim e Bonito em MS. A primeira grande reunião da turma se deu na noite do domingo de Carnaval em uma pizzaria na cidade de Jardim. Em clima de muita descontração, como costumam ser esses encontros, revi conhecidos, bem como conheci novas pessoas.

Dia seguinte, segundona de Carnaval, a turma reuniu-se no balneário municipal de Bonito para um banho de chuva no Rio Formoso. Como os iguais se atraem, logo na chegada do balneário encontramos um casal de uruguaios que há alguns anos moram no Rio Grande do Sul: Pedro e e sua garupa Rina, casal cheio de histórias e gente boa! Foram apresentados pelo Gargamel aos demais do grupo. Não! Eles não se conheciam, acabaram de se conhecer. Porque é assim, irmandade reconhece irmandade.

Turma reunida, tivemos um dia muito agradável, cheia de riso, troca de experiências e informações de viagens, que nem a chuva foi capaz de estragar. Afinal, quem está na chuva é pra se molhar: motociclistas e garupas que o digam!

À noite, a reunião foi em Guia Lopes da Laguna, onde parte da turma estava hospedada. Lanchonete Lagunão foi o point e recomendadíssimo pelos preços acessíveis e deliciosos pratos de peixe.
Terça, dia de dormir até a hora que desse vontade, tomar café da manhã, e aguardar o Rickão, MotoTurista que saiu de Campo Grande com Gargamel e sua garupa, a que vos fala!

Garupasemmotocasais
Dias deliciosos, vale ressaltar a calorosa recepção em Aquidauana, MS  pelo Nômade e sua família, incluindo seu neto Bruno, que é um jovem motociclista e também colocou a sua garupa na moto participando do Moto Casais. Coisa emocionante foi ver avô e neto nesta aventura!!! Espero encontrar a todos no próximo Moto Casais, em que lugar será? Taí, deixo a enquete: mesma região (Jardim/Bonito) ou quem sabe uma outra cidade dentro ou fora do Mato Grosso do Sul? Não sei o que o idealizador do evento tem em mente, mas o que a turma pensa?
Vamos lá, façam suas apostas!  😉

Próximo destino do Gargamel e sua garupa sem a BMW: Ilhéus, Bahia.